<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/</link><description>&lt;![CDATA[Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. ]]</description><lastBuildDate>Thu, 10 Sep 2026 06:00:22 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/</link><url>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><item><title>&lt;![CDATA[Sem produtividade, não há redução de jornada sustentável]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/sem-produtividade-nao-ha-reducao-de-jornada-sustentavel</link><description>&lt;![CDATA[Uma economia mais produtiva é o primeiro passo para trabalhar menos e viver melhor, defende Ivo Dall’Acqua no Senado]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada de trabalho ser&amp;aacute; danosa ao Pa&amp;iacute;s se n&amp;atilde;o vier acompanhada de ganhos reais de produtividade. O debate em curso vai al&amp;eacute;m da escala 6x1 &lt;span style="caret-color: rgb(56, 57, 61); color: rgb(56, 57, 61); font-family: Gotham Book, sans-serif; font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: rgb(255, 255, 255); text-decoration: none; display: inline !important; float: none;" id="isPasted"&gt;&amp;mdash;&lt;/span&gt; envolve produtividade, competitividade, investimentos e sustentabilidade das contas p&amp;uacute;blicas, al&amp;eacute;m de emprego formal e da capacidade do Pa&amp;iacute;s de crescer sem comprometer justamente quem pretende proteger. O alerta &amp;eacute; do presidente da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, &lt;a href="https://www.instagram.com/ivodallacqua.oficial/"&gt;Ivo Dall&amp;#39;Acqua&lt;/a&gt;, durante sess&amp;atilde;o de debates tem&amp;aacute;ticos no Senado Federal na &amp;uacute;ltima quarta-feira (1&amp;deg;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;H&amp;aacute; muito em jogo com a PEC 6X1. O Com&amp;eacute;rcio re&amp;uacute;ne mais de 10,2 milh&amp;otilde;es de empregos, e o setor de Servi&amp;ccedil;os concentra outros 32,8 milh&amp;otilde;es de trabalhadores. S&amp;atilde;o mais de 40 milh&amp;otilde;es de v&amp;iacute;nculos formais nos segmentos que mais geram oportunidades no Pa&amp;iacute;s. Qualquer altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o estrutural na jornada repercute sobre toda a economia brasileira&amp;rdquo;, alertou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Estudos da FecomercioSP ilustram o potencial da mudan&amp;ccedil;a. Uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para 40 horas semanais, sem redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o proporcional da remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pode &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/reducao-de-jornada-de-trabalho-para-40-horas-custaria-r-158-bilhoes-as-empresas-calcula-fecomerciosp"&gt;representar acr&amp;eacute;scimo superior a R$ 158 bilh&amp;otilde;es por ano&lt;/a&gt; sobre a folha de pagamentos. No Com&amp;eacute;rcio, o impacto estimado supera R$ 30 bilh&amp;otilde;es anuais. &amp;quot;Nenhuma pol&amp;iacute;tica p&amp;uacute;blica &amp;eacute; gratuita. Quando uma decis&amp;atilde;o eleva permanentemente os custos, partes desse custo ser&amp;atilde;o inevitavelmente suportadas pelas empresas e repassadas aos pre&amp;ccedil;os e investimentos&amp;quot;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O posicionamento da FecomercioSP, deixou claro o presidente, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/menos-imposicao-mais-dialogo"&gt;n&amp;atilde;o &amp;eacute; contr&amp;aacute;rio &amp;agrave; melhoria das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es laborais&lt;/a&gt;, pois a baixa produtividade brasileira n&amp;atilde;o &amp;eacute; culpa do trabalhador, mas das limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es e das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es da pr&amp;oacute;pria economia brasileira. Contudo, todo avan&amp;ccedil;o social s&amp;oacute; se torna permanente quando tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; economicamente sustent&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;O trabalhador brasileiro merece viver melhor, passar mais tempo com a fam&amp;iacute;lia e encontrar oportunidades para se qualificar. A diverg&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o est&amp;aacute; no objetivo, mas no caminho para alcan&amp;ccedil;&amp;aacute;-lo. O caminho que defendemos &amp;eacute; o fortalecimento da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva &amp;mdash; instrumento que j&amp;aacute; permitiu reduzir a jornada m&amp;eacute;dia no Brasil para 38,4 horas semanais sem altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o constitucional &amp;mdash;, com solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es constru&amp;iacute;das a partir da realidade de cada setor&amp;rdquo;, acrescentou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A sess&amp;atilde;o de debates contou com a presen&amp;ccedil;a do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presid&amp;ecirc;ncia da Rep&amp;uacute;blica, Guilherme Boulos, e do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, al&amp;eacute;m de outros representantes do setor produtivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PEC 6x1 pode elevar sal&amp;aacute;rios de todas as categorias&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Caso aprovada, a PEC deve elevar em cerca de 9% os sal&amp;aacute;rios de trabalhadores em todas as categorias por causa do aumento do gasto com o Descanso Semanal Remunerado (DSR), sem que as empresas possam compensar essa despesa com a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do valor da hora trabalhada, vedada pela pr&amp;oacute;pria proposta. &amp;Eacute; o que advertiu Jos&amp;eacute; Pastore, presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-emprego-e-relacoes-de-trabalho"&gt;Conselho de Emprego e Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Trabalho da FecomercioSP&lt;/a&gt;, durante o debate.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Com a jornada de 40 horas semanais no modelo 5x2, para um trabalhador que recebe R$ 2,2 mil, por exemplo, passaria a ter remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de R$ 2,4 mil, um aumento de quase 10% embutido nessa engenharia jur&amp;iacute;dica. J&amp;aacute; h&amp;aacute; um aumento da passagem de 44 horas para 40 horas, mas estou tratando aqui do DSR, que agora passar&amp;aacute; a ser de dois dias. Isso trar&amp;aacute; um aumento de sal&amp;aacute;rio na pr&amp;aacute;tica&amp;rdquo;, advertiu.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/51569ef15ab428d4ecc88593cd6368443a5fb931.jpg" style="width: 500px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;O soci&amp;oacute;logo Jos&amp;eacute; Pastore. Foto: Ag&amp;ecirc;ncia Senado&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pastore ainda enfatizou aos senadores que o Pa&amp;iacute;s n&amp;atilde;o adota mudan&amp;ccedil;a salarial por lei (fora o sal&amp;aacute;rio m&amp;iacute;nimo), muito menos por mudan&amp;ccedil;a constitucional. &amp;ldquo;H&amp;aacute; um problema de natureza jur&amp;iacute;dica. &amp;Eacute; preciso saber se realmente dever&amp;iacute;amos expandir o sal&amp;aacute;rio de toda a for&amp;ccedil;a de trabalho do Brasil por PEC. Um reajuste de 9%, causado pelo aumento do descanso remunerado, ter&amp;aacute; consequ&amp;ecirc;ncias: infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desemprego, informalidade ou rotatividade&amp;rdquo;, concluiu.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao longo de todo o dia, a FecomercioSP participou de uma s&amp;eacute;rie de eventos e reuni&amp;otilde;es com parlamentares em Bras&amp;iacute;lia, com o objetivo de reduzir os impactos das mudan&amp;ccedil;as sobre a jornada de trabalho para o setor produtivo. A manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o fortalecimento das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas de trabalho para decis&amp;otilde;es sobre escala e jornada &amp;mdash; e, no limite, a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um per&amp;iacute;odo de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais amplo para que as empresas possam se adaptar &amp;agrave;s novas regras propostas pela PEC &amp;mdash; s&amp;atilde;o alguns dos principais pleitos da Entidade.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 02 Jul 2026 09:13:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Acordo Mercosul–UE demanda estratégia nacional de internacionalização das PMEs]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/acordo-mercosulue-demanda-estrategia-nacional-de-internacionalizacao-das-pmes</link><description>&lt;![CDATA[Evento reúne governo, empresários e entidades para discutir ampliação das importações e exportações nacionais e mais inserção de pequenos negócios no comércio exterior]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; esteve presente no Conexões Produtivas: Oportunidades para a Indústria no Acordo Mercosul–União Europeia, evento promovido pela&amp;nbsp;&lt;a href="https://apexbrasil.com.br/"&gt;Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil)&lt;/a&gt;, em parceria com o&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.gov.br/mdic/pt-br"&gt;Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC)&lt;/a&gt; e a&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.abdi.com.br/"&gt;Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI)&lt;/a&gt;, para debater os principais entraves do novo tratado comercial e as oportunidades abertas aos negócios brasileiors, especialmente as Pequenas e Médias Empresas (PMEs).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No encontro, representaram a Entidade&amp;nbsp;Rubens Medrano, presidente do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Relações Internacionais da FecomercioSP&lt;/a&gt; e vice-presidente da Entidade, e&amp;nbsp;Fernando Sousa, André Sacconato e Douglas Dias, assessores da Federação, como parte de uma estratégia para fortalecer a internacionalização de empresas e ampliar a participação de negócios de pequeno e médio portes no comércio exterior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a ApexBrasil, com entrada em vigor em 1º de maio, o acordo prevê tarifa zero imediata para cerca de 5 mil produtos brasileiros e pode ampliar em até US$ 1 bilhão as exportações nacionais para a União Europeia (UE) nos próximos 12 meses, considerando 543 oportunidades comerciais já mapeadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O evento também contou com a participação de autoridades do Poder Público, como o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin; o ministro do MDIC, Márcio Elias Rosa; e o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, além de representantes do setor produtivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante o encontro, Müller destacou que o tratado, que envolve cerca de 9,5 mil produtos, representa uma oportunidade concreta para diversificar mercados e ampliar a competitividade nacional. Hoje, a UE responde por 14% das exportações brasileiras e movimenta um mercado estimado em US$ 3 trilhões por ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alckmin ressaltou a importância de mais inserção das PMEs no comércio exterior, citando a Itália como referência em participação de pequenos negócios nas exportações e defendendo mecanismos de estímulo para ampliar esse movimento no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a FecomercioSP, ampliar a presença das PMEs no mercado internacional é uma agenda estratégica para diversificar mercados, fortalecer a competitividade, estimular inovação e incentivar a geração de emprego e renda no País.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 01 Jul 2026 17:50:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP amplia atuação em defesa do Marco Legal de Cibersegurança ]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-amplia-atuacao-em-defesa-do-marco-legal-de-ciberseguranca</link><description>&lt;![CDATA[Entidade reforça no Senado sua agenda por um ambiente digital mais seguro e competitivo]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; segue contribuindo para um Marco Legal da Cibersegurança equilibrado, que proteja especialmente as &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/governanca-marco-legal-e-educacao-sao-prioridades-para-fortalecer-a-protecao-digital-das-pmes-e-combater-os-crimes-ciberneticos-no-pais"&gt;Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs)&lt;/a&gt;. De acordo com dados do Tribunal de Contas da União (TCU), o Brasil perde, por ano, R$ 100 bilhões com golpes digitais, o que aumenta a necessidade de uma regulação que organize a cibersegurança no País. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso, &lt;a href="https://fecomercio.com.br/upload/file/29ab3b48a84526f69d20c1f42d13ef1e78046031.pdf"&gt;a FecomercioSP estruturou dez diretrizes para orientar as políticas públicas nacionais de cibersegurança&lt;/a&gt;, defendendo uma regulação equilibrada, eficaz e compatível com a realidade MPMEs, as mais afetadas por esse tipo de crime. A Entidade vem acompanhando de forma contínua as discussões no governo federal e no Congresso Nacional, apresentando propostas para fortalecer a segurança digital sem comprometer a competitividade dos negócios.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como parte dessa agenda, na última terça-feira, 30 de junho, a Federação participou da audiência pública da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação e Informática (CCT) do Senado Federal, que debateu o PL 4.752/2025, responsável por instituir o Marco Legal da Cibersegurança, criar o Programa Nacional de Segurança e Resiliência Digital e alterar a Lei 13.756/2018.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A participação da FecomercioSP mostra que a segurança cibernética se tornou um tema estratégico para o Estado, para a sociedade e para o setor produtivo. Nesse sentido, a Entidade segue &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/no-senado-coalizao-de-entidades-entrega-contribuicoes-para-aprimorar-marco-legal-da-ciberseguranca?%2Fnoticia%2Fno-senado-coalizao-de-entidades-entrega-contribuicoes-para-aprimorar-marco-legal-da-ciberseguranca="&gt;contribuindo para a construção do marco regulatório, apresentando sugestões destinadas ao aprimoramento do texto e à garantia de sua efetividade&lt;/a&gt;. O relatório, que deverá ser apresentado em breve, resulta da consolidação de diversas sugestões colhidas ao longo das discussões sobre o tema.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ataques cibernéticos exigem resposta coordenada&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a audiência, que contou com representantes do governo, da academia e do setor produtivo, o &lt;em&gt;advisor&amp;nbsp;&lt;/em&gt;em Regulação Digital da FecomercioSP, Rony Vainzof, que também integra o Comitê Nacional de Cibersegurança (CNCiber), alertou para a velocidade que os ataques digitais ganharam com o incremento da Inteligência Artificial (IA). “Criminosos que levavam quase 25 dias para explorar vulnerabilidades, hoje, com a IA, podem levar minutos.”&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o especialista, menos de 1% das vulnerabilidades conhecidas já foi efetivamente corrigido. Além disso, estima-se que o custo anual mundial de incidentes e fraudes cibernéticas chegue a US$ 10,5 trilhões. De acordo com Vainzof, o País vive um paradoxo: “Enquanto lideramos em inovação, também nos tornamos alvo; estamos cada vez mais expostos a ataques”. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso ocorre, sobretudo, porque, embora o Brasil esteja entre os líderes na adoção de novas tecnologias, ainda apresenta baixo nível de maturidade na área e carece de uma estrutura oficial responsável por coordenar ações, orientar os diversos setores e acompanhar a evolução da segurança cibernética.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vainzof ainda salientou que, na oitava reunião ordinária do CNCiber, realizada no fim do ano passado, as 20 instituições representativas da sociedade aprovaram, por unanimidade, tanto a proposta de um Marco Legal da Cibersegurança quanto a criação de um órgão central de coordenação. “Juntos, e com eventuais ajustes, o PL 4.752 e a proposta do CNCiber se complementam para que a transformação digital no Brasil avance com segurança e confiança”, afirmou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Atuação da FecomercioSP na construção do marco regulatório&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Federação tem defendido um marco horizontal que organize a cibersegurança para reduzir riscos sistêmicos, econômicos, de infraestrutura e de soberania, adotando uma abordagem proporcional ao risco e evitando ônus regulatórios desnecessários sobre agentes de menor exposição. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-apresenta-ao-gsi-agenda-prioritaria-de-seguranca-digital-dos-pequenos-negocios"&gt;Em 2025, por exemplo, a Entidade entregou ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI)&amp;nbsp;uma proposta para a criação de uma linha de crédito destinada às MPMEs, que poderia ser disponibilizada em condições diferenciadas com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)&lt;/a&gt;.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atuação da Federação também incluiu a participação na Aliança Multissetorial pela Cibersegurança Nacional, movimento liderado pelo Instituto Nacional de Combate ao Cibercrime (INCC), que reúne instituições de referência e representantes de diversos setores da economia. &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-participa-da-abertura-da-frente-parlamentar-de-apoio-a-ciberseguranca-e-propoe-acoes-para-fortalecer-a-defesa-cibernetica"&gt;A FecomercioSP também esteve mobilizada pela criação da Frente Parlamentar de Apoio à Cibersegurança e Defesa Cibernética Nacional (FrenCyber) no Congresso Nacional&lt;/a&gt;. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/brasil-intensifica-debates-sobre-ia-datacenters-e-ciberseguranca"&gt;Em junho deste ano, a Entidade também reforçou sua atuação sobre o PL de Cibersegurança em reuniões em Brasília&lt;/a&gt;, inclusive com o ministro Marcos Antônio Amaro dos Santos, do GSI; Francisco de Oliveira Castro, assessor parlamentar do GSI; Luiz Fernando Moraes da Silva, diretor do Departamento de Segurança Cibernética do GSI; e Marcelo Malagutti, assessor especial do ministro.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Propostas para fortalecer a segurança cibernética no Brasil&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todas essas iniciativas consolidam o compromisso da Entidade com o fortalecimento da segurança digital e a promoção de um ambiente de negócios mais resiliente no Brasil. Confira, a seguir, os principais aspectos que o Marco Legal da Cibersegurança e uma Autoridade Nacional de Cibersegurança podem endereçar, na visão da FecomercioSP.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marco Legal da Cibersegurança&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Redução da insegurança jurídica:&lt;/strong&gt; definir conceitos, escopos, papéis, obrigações proporcionais, critérios de risco, prazos para registro de incidentes, interação com normas setoriais e regras para o compartilhamento e o tratamento de informações críticas. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Abordagem baseada em risco:&lt;/strong&gt; estabelecer obrigações legais proporcionais ao nível de risco, em especial para infraestruturas críticas e serviços essenciais. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Harmonização regulatória:&lt;/strong&gt; evitar sobreposição de competências entre órgãos como Banco Central, Anatel, CVM, ANPD, Aneel, ANS e outros reguladores, criando uma camada nacional de coordenação, e não novas obrigações redundantes. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Prevenção da dupla punição (‘bis in idem’):&lt;/strong&gt; promover a coordenação entre a autoridade central de cibersegurança, a ANPD e os reguladores setoriais a fim de evitar que um mesmo incidente resulte em múltiplas sanções desproporcionais baseadas no mesmo fato. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Tratamento de incidentes cibernéticos sem vazamento de dados pessoais:&lt;/strong&gt; contemplar situações como ataques de ransomware, DDoS, comprometimento de fornecedores de software e interrupções em hospitais, sistemas de energia, telecomunicações e meios de pagamento. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Incidente não significa culpa automática:&lt;/strong&gt; priorizar a avaliação da maturidade, da diligência, da governança, da capacidade de resposta e da melhoria contínua, em vez da responsabilização automática pelo simples fato de um ataque ter ocorrido. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Proteção das informações críticas compartilhadas pelas empresas:&lt;/strong&gt; assegurar a confidencialidade de relatórios de incidentes, vulnerabilidades, registros (logs), indicadores de comprometimento, informações de arquitetura e planos de resposta, evitando seu uso indevido. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Alinhamento com as melhores práticas internacionais:&lt;/strong&gt; aproximar o Brasil de modelos adotados por Chile, Singapura, União Europeia, Austrália, Canadá, Estados Unidos e Reino Unido, que avançam em marcos voltados para a resiliência cibernética, a proteção de infraestruturas críticas e a cooperação entre os setores público e privado. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Fortalecimento da competitividade:&lt;/strong&gt; um marco legal bem estruturado reduz custos, aumenta a previsibilidade regulatória, fortalece a confiança digital, protege cadeias críticas e torna o Brasil mais competitivo. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Autoridade Nacional de Cibersegurança&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Coordenação nacional:&lt;/strong&gt; a cibersegurança exige uma instância responsável por coordenar respostas a incidentes significativos, promover a articulação entre os setores público e privado, compartilhar inteligência sobre ameaças e definir claramente as atribuições de cada ator.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Atuação técnica e preventiva:&lt;/strong&gt; a autoridade deve emitir normas e alertas, consolidar informações, coordenar a resposta a incidentes significativos, orientar setores críticos, produzir guias, promover capacitação e apoiar o aumento da maturidade em cibersegurança. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Complementaridade com os reguladores setoriais:&lt;/strong&gt; o órgão central não deve substituir instituições como Banco Central, Anatel, CVM, ANPD, Aneel e ANS, mas atuar como instância de coordenação, harmonização e resposta. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Canal único em situações de crise:&lt;/strong&gt; oferecer às empresas e à sociedade um ponto de contato claro para o registro de incidentes, com definição das informações necessárias, dos prazos e das garantias de confidencialidade. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Redução da duplicidade regulatória:&lt;/strong&gt; articular-se com reguladores setoriais e com a ANPD para evitar exigências conflitantes, registros repetidos e interpretações divergentes. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Atuação baseada em cooperação:&lt;/strong&gt; funcionar como parceira do ecossistema de cibersegurança, estimulando confiança, inteligência compartilhada e melhoria contínua, com a aplicação de sanções restrita a casos de negligência grave ou descumprimento deliberado.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 01 Jul 2026 17:43:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Economia Digital]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Entidades defendem aprovação da redução do ICMS para equipamentos de datacenter no Confaz]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/entidades-defendem-aprovacao-da-reducao-do-icms-para-equipamentos-de-datacenter-no-confaz</link><description>&lt;![CDATA[Convênio, que autoriza a redução do imposto sobre 24 equipamentos de TI, é considerado essencial para economia digital]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, e o &lt;a href="https://www.seinesp.org.br/"&gt;&lt;strong&gt;Sindicato das Empresas de Internet do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (Seinesp)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, em conjunto com as &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/5b235b1bd1e0a29c835080429f81b72dfab251b1.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;frentes parlamentares e outras entidades representativas do setor produtivo&lt;/a&gt; &amp;mdash; como a &lt;a href="https://brasscom.org.br/"&gt;&lt;strong&gt;Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Empresas de Tecnologia da Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de Tecnologias Digitais (Brasscom)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &amp;mdash; defendeu a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Imposto sobre Circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Mercadorias e Servi&amp;ccedil;os (ICMS) para equipamentos destinados a datacenter.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A medida foi inserida na pauta da reuni&amp;atilde;o do &lt;strong&gt;Conselho Nacional de Pol&amp;iacute;tica Fazend&amp;aacute;ria (Confaz)&lt;/strong&gt;, prevista para ocorrer no pr&amp;oacute;ximo dia 3 de julho. A aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conv&amp;ecirc;nio que autoriza a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do imposto incidente sobre 24 equipamentos de Tecnologia da Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (TI) &amp;eacute; considerada fundamental para ampliar a competitividade do Pa&amp;iacute;s na economia digital, com o objetivo de possibilitar os Estados a atra&amp;iacute;rem investimentos e fortalecerem a autonomia tecnol&amp;oacute;gica nacional. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A medida contempla produtos nacionais e importados destinados &amp;agrave; implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;agrave; amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &amp;agrave; moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de datacenters.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ICMS: mais da metade da carga tribut&amp;aacute;ria sobre TI&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Atualmente, o ICMS representa 64% da carga tribut&amp;aacute;ria incidente sobre a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de equipamentos de TI. Essa elevada participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no custo dos produtos compromete a atratividade de projetos de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de centros de processamento e armazenamento de dados no territ&amp;oacute;rio nacional.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com uma carga tribut&amp;aacute;ria t&amp;atilde;o elevada, o Brasil fica em posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o desfavor&amp;aacute;vel em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com outros pa&amp;iacute;ses na disputa pelos investimentos associados &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/ia-reputacao-e-fiscalizacao-mais-rigidas-redesenham-prioridades-dos-negocios"&gt;&amp;agrave; expans&amp;atilde;o da Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial (IA)&lt;/a&gt; e da computa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em nuvem, hoje consideradas essenciais para o funcionamento da economia, da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica e dos servi&amp;ccedil;os digitais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do referido conv&amp;ecirc;nio pelo Confaz permitiria que os Estados adotassem um tratamento tribut&amp;aacute;rio compat&amp;iacute;vel com a natureza desses investimentos, que n&amp;atilde;o se destinam &amp;agrave; revenda, mas &amp;agrave; forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de infraestrutura produtiva de longo prazo. Dessa forma, a medida reduziria assimetrias competitivas, aceleraria projetos em andamento, atrairia novos investidores e estimularia cadeias produtivas, gerando empregos especializados e ampliando a capacidade computacional do Brasil.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Redata&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o re&amp;uacute;ne diversos representantes do setor produtivo, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/mobilizacao-do-setor-produtivo-pede-aprovacao-urgente-do-regime-especial-para-datacenters"&gt;ap&amp;oacute;s mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;nbsp;recente de mais de 30 entidades empresariais e diferentes frentes parlamentares pela aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Regime Especial de Tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para Servi&amp;ccedil;os de Datacenter (Redata)&lt;/a&gt;, bem como do Projeto de Lei Complementar (PLP) 74/2026, que trata dos aspectos jur&amp;iacute;dico-or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rios decorrentes da caducidade da Medida Provis&amp;oacute;ria (MP) 1.318/2025. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 01 Jul 2026 17:37:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Economia Digital]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Turismo entra no segundo semestre aquecido, mas planejamento é decisivo ]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/turismo-entra-no-segundo-semestre-aquecido-mas-planejamento-e-decisivo</link><description>&lt;![CDATA[Episódio de julho do FecomercioSP Orienta debate oportunidades para transformar a demanda em resultados]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;' id="isPasted"&gt;O Turismo brasileiro chega ao segundo semestre mantendo o ritmo de crescimento observado nos últimos anos. A combinação entre emprego, renda, oferta de crédito e uma agenda repleta de eventos deve sustentar a demanda por viagens de lazer e corporativas, criando um ambiente favorável para empresas de diferentes segmentos do setor. Mais do que acompanhar esse movimento, porém, os empresários precisarão transformar o cenário positivo em vantagem competitiva por meio de planejamento, investimentos e atenção às mudanças no comportamento dos consumidores.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Esse foi o tema do mês do mesacast &lt;strong&gt;FecomercioSP Orienta&lt;/strong&gt;, que recebeu o presidente do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho de Turismo&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, Guilherme Dietze. Durante a conversa, o especialista apresentou um panorama das perspectivas para o mercado nos próximos meses e destacou as principais tendências que devem ajudar a definir as decisões dos empresários.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Segundo Dietze, indicadores mostram que o setor atravessa um ciclo consistente de expansão. Recordes de faturamento, crescimento no fluxo de passageiros da aviação civil e o desempenho da hotelaria refletem uma demanda aquecida, impulsionada por uma economia mais dinâmica e pela retomada das viagens de negócios e de lazer.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Ao mesmo tempo, o perfil do consumidor continua evoluindo. Embora experiências personalizadas e destinos diferenciados ganhem espaço entre públicos de maior renda, a maior parte dos brasileiros ainda define suas viagens principalmente em função do orçamento disponível. Nesse contexto, empresários precisam compreender as características de cada mercado e estruturar ofertas compatíveis com a realidade de seus clientes, sem perder de vista oportunidades ligadas ao turismo de experiência e ao crescimento do fluxo internacional de visitantes.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;&lt;strong&gt;Eventos e calendário favorecem o setor&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Outro fator que deve promover o Turismo no segundo semestre é o calendário de grandes eventos culturais, esportivos e corporativos. Embora acontecimentos como a Copa do Mundo possam alterar temporariamente o comportamento de determinados segmentos, também criam oportunidades a empresas que consigam adaptar produtos e serviços às novas demandas dos consumidores.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Os feriados prolongados também contribuem para distribuir melhor o fluxo de viagens ao longo do ano.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Sobre custos, Dietze observa que, mesmo diante do aumento verificado, as famílias tendem a ajustar seus destinos, e não necessariamente abrir mão das férias. A substituição de viagens mais longas por destinos próximos ou acessíveis reforça o potencial do turismo regional, especialmente em Estados como São Paulo, que concentram grande mercado consumidor e ampla diversidade de atrações.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Outro tema abordado foi a dificuldade de contratação de mão de obra, um dos principais obstáculos enfrentados pelo setor. O presidente do Conselho de Turismo destacou o &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/emprega-turismo-solucao-para-amenizar-a-crise-de-mao-de-obra-no-setor" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;projeto Emprega Turismo, desenvolvido pela FecomercioSP&lt;/a&gt;, que busca ampliar a formalização de trabalhadores sem que eles percam benefícios sociais, contribuindo para reduzir um dos principais gargalos da atividade.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Para mais detalhes sobre a perspectiva do mercado de Turismo no segundo semestre, assista ao episódio completo do &lt;strong&gt;FecomercioSP Orienta&lt;/strong&gt; de julho, disponível no canal da Entidade no YouTube.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable"&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/TvW9o1J4QEU?&amp;amp;wmode=opaque&amp;amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 01 Jul 2026 10:52:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Especialistas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Câmbio vai depreciar no segundo semestre. Como o Banco Central agirá?]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/cambio-vai-depreciar-no-segundo-semestre-como-o-banco-central-agira</link><description>&lt;![CDATA[Qualquer sinalização de flexibilização prematura do órgão teria reflexos nas expectativas de inflação e na curva de juros; leia a carta de conjuntura!]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;As atuais condições globais — guerra no Oriente Médio em meio às tentativas de negociação, incertezas nos Estados Unidos, indicadores dúbios da China — apontam que o câmbio deve depreciar no segundo semestre, diz o Conselho Superior de Economia, Sociologia e Política (CSESP) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Carta de Conjuntura de junho do Conselho, divulgada nesta terça-feira (30), pode ser &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/93947eea9e9189b2edb96c3639f508dc3fcfce6f.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;acessada aqui&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os juros internacionais estão em alta, os termos de trocas seguem deteriorando e a situação externa pressiona o preço do barril do petróleo. O Banco Central (BC) está, neste momento, com a tarefa inglória de acertar o passo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O problema é que o órgão ainda tem os desafios internos, sobretudo no fiscal. O governo deve injetar R$ 210 bilhões na economia neste ano, com o mercado de trabalho aquecido, a inflação acima da meta e o câmbio desfavorável.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O BC conseguirá preservar credibilidade no ambiente de pressões cruzadas, ou seja, de choque de oferta que virá do câmbio depreciado e busca por &lt;em&gt;commodities&lt;/em&gt;, de um lado, e do choque pela demanda do impulso fiscal, de outro?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A expansão dos gastos públicos seguirá como um dos pontos mais significativos da política econômica brasileira neste próximo semestre”, observa o economista Antônio Lanzana, presidente do CSESP.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Ela tende a amenizar a desaceleração da atividade econômica, com condições até de revertê-la de alguma forma. Mas, de outro lado, política fiscal pressionará nossa inflação – percepção reforçada pela resiliência do mercado de trabalho, pelos efeitos do El Niño sobre os preços dos alimentos, as incertezas externas e uma possível pressão cambial a partir de agora”, conclui.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na leitura do CSESP, qualquer sinalização de flexibilização prematura do Banco Central seria lida pelo mercado como capitulação, com reflexos nas expectativas de inflação e na curva de juros.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O cenário impactará diretamente as empresas, na medida em que obrigará o BC a manter a taxa básica de juros do País na casa dos 14%”, conclui Lanzana. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/93947eea9e9189b2edb96c3639f508dc3fcfce6f.pdf"&gt;Acesse a carta de conjuntura!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:21:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Carta setorial mostra expansão dos Serviços, mas de forma seletiva]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/carta-setorial-mostra-expansao-dos-servicos-mas-de-forma-seletiva</link><description>&lt;![CDATA[Publicação da FecomercioSP traz diagnóstico e expectativas do setor, além de orientações ao empresário]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Os Serviços na Cidade de São Paulo têm mantido uma sólida trajetória de crescimento em 2026, embora de forma mais seletiva entre as diferentes atividades econômicas. Em março, o faturamento real alcançou R$ 89,5 bilhões, resultado 12,1% superior ao registrado no mesmo mês do ano anterior. No acumulado do ano, a expansão chegou a 11,4%, demonstrando a resiliência do setor mesmo em um ambiente marcado por juros elevados, crédito mais restrito e desaceleração da atividade econômica.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acesse a &lt;a href="https://fecomercio.com.br/upload/pdf/2026/06/30/Carta_Setorial_Servi%C3%A7os_Junho_V6.pdf"&gt;versão completa&lt;/a&gt; da &lt;strong&gt;Carta Setorial do&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-servicos"&gt;&lt;strong&gt;Conselho de Serviços&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os maiores avanços foram observados nas atividades de agenciamento, corretagem e intermediação, que cresceram 28,3%, seguidos pelos serviços de apostas online (27,3%) e mercadologia e comunicação (20,8%). O desempenho reflete a força das atividades ligadas a intermediação de negócios, tecnologia, marketing e serviços de maior valor agregado. A construção civil também apresentou crescimento expressivo, incentivada por investimentos em infraestrutura urbana e pelo efeito de uma base de comparação mais baixa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O levantamento registra a consolidação das apostas virtuais como um dos principais vetores de expansão do setor. Com crescimento acumulado de 23,1% no ano, a atividade deixou de representar apenas um fenômeno conjuntural para assumir papel importante na dinâmica econômica. Segundo a análise, a crescente participação das apostas no orçamento das famílias pode estar contribuindo para a redução do dinamismo em segmentos tradicionais do Comércio e dos Serviços voltados para o consumo, ao disputarem recursos em um contexto de renda mais comprometida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em sentido oposto, os segmentos de turismo, hospedagem, eventos e assemelhados registraram retração de 28,6%, influenciados pela forte base de comparação de 2025 e pela desaceleração da demanda. Apesar desse quadro heterogêneo, os Serviços seguem como principais geradores de empregos formais do País. Em abril, o setor respondeu por mais de 80% das vagas criadas entre os grandes da economia, com destaque para as áreas de Educação, Saúde, Administração Pública, Informação, Comunicação e Serviços Empresariais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para os próximos meses, as perspectivas permanecem positivas, mas cercadas de cautela. A confiança dos empresários continua pressionada pelos juros elevados, pela retomada das pressões inflacionárias e pelo aumento do endividamento das famílias, que atingiu 74,2% em maio. Nesse contexto, o setor deve continuar crescendo, porém em ritmo mais moderado, sustentado, principalmente, pelas atividades menos dependentes do crédito e do consumo familiar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 30 Jun 2026 15:30:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Trabalho em feriados deve ter regras mais claras após negociação tripartite]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/trabalho-em-feriados-deve-ter-regras-mais-claras-apos-negociacao-tripartite</link><description>&lt;![CDATA[Ministro do Trabalho assume o compromisso de publicar nova portaria após receber proposta entregue pela FecomercioSP]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, reafirmou o compromisso de editar e publicar a nova portaria que regulamenta o trabalho aos feriados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A sinalização ocorreu &lt;a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/noticias-e-conteudo/2026/junho/ministro-luiz-marinho-recebe-proposta-tripartite-para-regulamentacao-do-trabalho-no-comercio-aos-feriados"&gt;durante reunião com o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), Ivo Dall’Acqua&lt;/a&gt;, que apresentou ao ministro, no último dia 25/06, a proposta construída entre empregadores, trabalhadores e governo para ajustar a regulamentação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O encontro representa mais um avanço em um pleito defendido pela Federação desde a publicação da Portaria MTE 3.665/2023.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O texto é resultado de um processo de negociação tripartite que buscou promover ajustes na regulamentação do trabalho aos feriados e construir uma solução equilibrada para os diferentes setores envolvidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a FecomercioSP, a nova regulamentação representa um avanço importante ao conferir mais segurança jurídica às relações de trabalho, preservar a negociação coletiva como instrumento central e estabelecer critérios mais claros para a organização das atividades aos feriados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:43:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP e representantes da Catalunha discutem oportunidades para ampliar negócios entre Brasil e Europa]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-e-representantes-da-catalunha-discutem-oportunidades-para-ampliar-negocios-entre-brasil-e-europa</link><description>&lt;![CDATA[Encontro abordou comércio exterior, atração de investimentos, inovação e possíveis iniciativas conjuntas voltadas para as empresas paulistas]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;As oportunidades geradas pela crescente aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica entre Brasil e Europa foram tema de reuni&amp;atilde;o realizada na&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; com representantes da Catalunha, regi&amp;atilde;o respons&amp;aacute;vel por cerca de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) da Espanha e um dos principais polos europeus de inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com&amp;eacute;rcio exterior e atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de investimentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Participaram do encontro Rubens Medrano, presidente do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da FecomercioSP&lt;/a&gt;; e Pedro Silveira e Douglas Dias, assessores da Entidade. Representando a Catalunha estiveram Josep Maria Buades Juan, diretor da ACCI&amp;Oacute; no Brasil, e Viviana Toletti.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reuni&amp;atilde;o, os participantes discutiram possibilidades de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o destinadas ao fortalecimento das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais e institucionais entre empresas brasileiras e europeias, especialmente frente &amp;agrave;s oportunidades geradas&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia-abre-mercado-e-cria-nova-rota-de-crescimento-para-empresas-brasileiras"&gt;pelo acordo entre Mercosul e Uni&amp;atilde;o Europeia (UE)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com sede em Barcelona, a ACCI&amp;Oacute; &amp;eacute; a ag&amp;ecirc;ncia do governo da Catalunha respons&amp;aacute;vel por promover a competitividade empresarial, apoiar processos de internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, atrair investimentos e fomentar a inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Na ocasi&amp;atilde;o, Juan destacou o papel da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o no fortalecimento das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es econ&amp;ocirc;micas entre os dois mercados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Trabalhamos em tr&amp;ecirc;s grandes frentes: promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial, atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de investimentos e inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Nosso objetivo &amp;eacute; apoiar empresas catal&amp;atilde;s interessadas no mercado brasileiro e, tamb&amp;eacute;m, ajudar empres&amp;aacute;rios brasileiros que desejem ampliar sua presen&amp;ccedil;a na Europa por meio da Catalunha&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o diretor da ACCI&amp;Oacute;, o Brasil ocupa posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica para a Catalunha tanto do ponto de vista comercial quanto dos investimentos. &amp;ldquo;Temos uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica consolidada e vemos um potencial importante para ampliar a coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre empresas brasileiras e catal&amp;atilde;s, principalmente em um momento em que novas oportunidades surgem&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/acordo-mercosuluniao-europeia-pode-corrigir-limitacoes-historicas-do-bloco-e-ampliar-competitividade-brasileira-diz-marcos-troyjo"&gt;a partir do acordo entre Mercosul e Uni&amp;atilde;o Europeia&lt;/a&gt;&amp;rdquo;, destacou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao apresentar a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FecomercioSP, Medrano ressaltou as iniciativas que v&amp;ecirc;m sendo desenvolvidas pela Entidade para ampliar a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas paulistas no com&amp;eacute;rcio exterior,&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.instagram.com/reels/DaD-jqDgP-m/"&gt;em especial Micro, Pequenas e M&amp;eacute;dias Empresas (MPMEs)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os projetos, ressalta-se o fortalecimento de uma rede de apoio entre entidades p&amp;uacute;blicas e privadas ligadas ao ecossistema de com&amp;eacute;rcio internacional. &amp;ldquo;O objetivo &amp;eacute; aproximar pequeno e m&amp;eacute;dio empres&amp;aacute;rios das oportunidades do com&amp;eacute;rcio exterior, reunindo em um mesmo ambiente os diferentes atores que podem oferecer orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, conhecimento e suporte para opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, afirmou o presidente do conselho da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m esteve entre os temas debatidos. Os representantes da Catalunha apresentaram iniciativas relacionadas a parques tecnol&amp;oacute;gicos, startups, transfer&amp;ecirc;ncia de tecnologia e grandes eventos internacionais realizados em Barcelona, reconhecida como um dos principais hubs europeus de inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A agenda integra o esfor&amp;ccedil;o da FecomercioSP para ampliar conex&amp;otilde;es internacionais e criar novas oportunidades &amp;agrave;s empresas paulistas em um cen&amp;aacute;rio de crescentes integra&amp;ccedil;&amp;otilde;es econ&amp;ocirc;mica e comercial.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:16:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Infraestrutura portuária preocupa setor exportador e mobiliza debate]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/infraestrutura-portuaria-preocupa-setor-exportador-e-mobiliza-debate</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP discute gargalos logísticos, impactos às exportações de café e caminhos para ampliar competitividade brasileira]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O avanço das exportações brasileiras esbarra, cada vez mais, em um obstáculo que não está no campo, mas nos portos. Os desafios da infraestrutura logística nacional e seus reflexos na competitividade do País estiveram no centro dos debates na reunião do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-do-comercio-atacadista"&gt;Conselho do Comércio Atacadista&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, em 16 de junho, sob mediação do presidente do conselho, Ronaldo Jamar Taboada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O encontro contou com a apresentação de Eduardo Heron Santos, diretor técnico do &lt;a href="https://www.cecafe.com.br/"&gt;Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé)&lt;/a&gt;, que, ao tratar do tema &lt;strong&gt;Desafios e Oportunidades Logísticas no Comércio Atacadista&lt;/strong&gt;, trouxe um panorama sobre o esgotamento da infraestrutura portuária brasileira e os desdobramentos para o setor cafeeiro, um dos principais grandes exportadores do cenário nacional. As discussões também reforçaram a importância da atuação da FecomercioSP na articulação entre o setor produtivo e o Poder Público em busca de soluções estruturais para favorecer o ambiente de negócios, o atacado e o comércio exterior brasileiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na ocasião, Santos ressaltou que o Brasil se consolidou como o maior produtor e exportador mundial de café, com exportação média de 42,3 milhões de sacas nos últimos cinco anos e safra recorde estimada em 66,2 milhões de sacas para 2026. O setor responde por cerca de 3,5 milhões de empregos diretos e indiretos e representa aproximadamente 40% da demanda mundial do produto, considerando consumo interno e exportações. Entretanto, o crescimento da produção e dos embarques não tem sido acompanhado pela expansão da infraestrutura logística.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Analisando a distribuição dos produtos brasileiros, observou que “o Agronegócio nacional segue ampliando sua capacidade produtiva e conquistando mercados. O desafio, agora, é garantir que a infraestrutura acompanhe essa evolução para que o País mantenha sua competitividade internacional”, destacou o diretor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Gargalos elevam custos e reduzem competitividade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dados do Cecafé mostram que a movimentação de contêineres no Brasil cresceu 72,4% nos últimos dez anos, enquanto o Porto de Santos, principal corredor de exportação do café brasileiro, registrou expansão de 53% no período. A diferença evidencia a pressão crescente sobre a infraestrutura existente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O estudo também apontou elevados índices de atrasos, cancelamentos e omissões de escalas em terminais portuários, além de congestionamentos recorrentes, falta de previsibilidade operacional e aumento nos custos logísticos. Só em dezembro de 2025, os prejuízos relacionados aos entraves logísticos nos embarques de café foram estimados em R$ 66,1 milhões.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os principais impactos relatados, destacam-se aumento nos custos de armazenagem, filas de caminhões, atrasos nas atracações, redução da eficiência operacional e desequilíbrios financeiros para empresas exportadoras e produtores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Articulação institucional ganha força&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reunião, os participantes defenderam mais integração entre os setores produtivos, operadores logísticos e autoridades públicas para ampliar investimentos e melhorar o escoamento da produção brasileira. O aprofundamento da interlocução entre a FecomercioSP e o Cecafé e o monitoramento de temas estratégicos para o setor atacadista — incluindo a possibilidade de atuação conjunta com órgãos federais — foram alguns dos encaminhamentos propostos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para Taboada, a discussão consolida o papel da FecomercioSP como interlocutora dos setores produtivos em pautas estruturantes para a economia nacional. “A competitividade do Brasil depende de uma infraestrutura compatível com a capacidade de produção que o País construiu nas últimas décadas. O Conselho do Comércio Atacadista &amp;nbsp;trabalha para aproximar os diversos elos da cadeia produtiva, promover o diálogo técnico e contribuir para que demandas estratégicas do setor privado cheguem de forma qualificada aos formuladores de políticas públicas”, afirmou o presidente do conselho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já o vice-presidente da Entidade — e presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Relações Internacionais da Federação&lt;/a&gt; —, Rubens Torres Medrano, que participou da reunião como debatedor do tema, abordou a relevância de transformar diagnósticos em ações concretas. “Os obstáculos apresentados apontam a necessidade de planejamento de longo prazo e de investimentos capazes de sustentar o crescimento do comércio exterior brasileiro. A FecomercioSP seguirá apoiando iniciativas que fortaleçam a competitividade das empresas, contribuam para a modernização da infraestrutura logística e promovam um ambiente mais favorável aos negócios”, ressaltou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Desafios logísticos vão além&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A discussões também salientaram que os gargalos logísticos extrapolam o setor cafeeiro e afetam diferentes segmentos. Representando o &lt;a href="https://sincamesp.com.br/"&gt;Sindicato do Comércio Atacadista de Drogas, Medicamentos, Correlatos, Perfumarias, Cosméticos e Artigos de Toucador no Estado de São Paulo (Sincamesp)&lt;/a&gt;, o presidente Reinaldo Mastellaro afirmou que a infraestrutura logística também impacta diretamente o setor, cuja operação depende, em grande parte, da importação de medicamentos, equipamentos e máquinas médicas. Segundo ele, as dificuldades de transporte elevam significativamente os custos, sobretudo quando é necessário recorrer ao modal aéreo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O nosso setor trabalha muito com a importação de medicamentos, equipamentos e máquinas médicas. Quando o transporte precisa ser feito por via aérea, o custo do produto aumenta muito. Há muitos anos discutimos a necessidade de fortalecer o transporte ferroviário, mas sabemos que essa é uma pauta complexa e que enfrenta diferentes interesses. Por isso, considero muito importante essa iniciativa de ampliar o debate sobre infraestrutura logística. Podem contar comigo para contribuir com esse trabalho”, disse Mastellaro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avaliação do presidente do &lt;a href="https://sagasp.com/"&gt;Sindicato do Comércio Atacadista de Gêneros Alimentícios do Estado de São Paulo (Sagasp)&lt;/a&gt;, João Roberto Ferraro, os problemas também afetam diretamente os importadores, sobretudo pela falta de alinhamento entre os prazos exigidos pelos armadores e o tempo necessário para a fiscalização e liberação das cargas pelos órgãos públicos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Enquanto o armador concede, em geral, cinco dias para a devolução do contêiner vazio, a fiscalização pode levar até sete dias para analisar a documentação da importação. Esse desencontro de prazos gera custos adicionais com &lt;strong&gt;demurrage&lt;/strong&gt; e armazenagem, além dos procedimentos de liberação conduzidos por diferentes órgãos, como Receita Federal, Ministério da Agricultura e Ministério da Saúde. Precisamos de um governo que atue como aliado do importador e do empresário, criando condições para tornar esse processo mais eficiente”, ressaltou Ferraro.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 30 Jun 2026 10:36:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item></channel></rss>
