<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/</link><description>&lt;![CDATA[Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. ]]</description><lastBuildDate>Sun, 28 Jun 2026 14:23:03 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/</link><url>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><item><title>&lt;![CDATA[Plataformas de apostas online sediadas na capital paulista faturaram R$ 1,4 bilhão e cresceram 21% no início de 2026]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/plataformas-de-apostas-online-sediadas-na-capital-paulista-faturaram-r-1-4-bilhao-e-cresceram-21-no-inicio-de-2026</link><description>&lt;![CDATA[Levantamento da FecomercioSP aponta que setor de ‘bets’ se consolida como uma das atividades que mais cresce em São Paulo, mesmo com famílias endividadas]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;As apostas online movimentaram R$ 1,4 bilh&amp;atilde;o na Cidade de S&amp;atilde;o Paulo em fevereiro de 2026. Al&amp;eacute;m disso, nos dois primeiros meses do ano, acumula alta de 21,2%, quase o dobro da m&amp;eacute;dia geral do setor de Servi&amp;ccedil;os. Os dados s&amp;atilde;o da Pesquisa Conjuntural do Setor de Servi&amp;ccedil;os (PCSS) realizada pela &lt;a href="https://feclink.fecomercio.net.br/cl/PW_6x/A/523c/0/BMNv/BsneApdz1WJ/1/" target="_blank"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, com base em informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Secretaria da Fazenda do Munic&amp;iacute;pio de S&amp;atilde;o Paulo. O dado chama a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o por mostrar que o segmento segue em forte expans&amp;atilde;o, mesmo em um momento em que os brasileiros est&amp;atilde;o mais endividados e com menos dinheiro sobrando no bolso.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Faturamento Real do Setor de Servi&amp;ccedil;os na Cidade de S&amp;atilde;o Paulo &amp;mdash; fevereiro de 2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;br&gt;&lt;img border="0" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/fd280a53738f0bb2c32994b827daf01917bb02e1.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vale mencionar que a queda de 2,8% no faturamento das bets, em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo m&amp;ecirc;s do ano passado, n&amp;atilde;o significa uma perda de f&amp;ocirc;lego, mas provavelmente &amp;eacute; decorrente do efeito calend&amp;aacute;rio causado pelo carnaval, que, neste ano, ocorreu em fevereiro. De qualquer forma, o crescimento de 21,2% no primeiro bimestre evidencia que as apostas online j&amp;aacute; se consolidaram como um uma das atividades mais relevantes do setor de Servi&amp;ccedil;os da maior metr&amp;oacute;pole do Pa&amp;iacute;s, ainda que promovam um deslocamento de renda &amp;mdash; impactando negativamente segmentos tradicionais grandes geradores de empregos &amp;mdash; ao ocuparem espa&amp;ccedil;o relevante no or&amp;ccedil;amento familiar.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Faturamento Real do Setor de Servi&amp;ccedil;os na Cidade de S&amp;atilde;o Paulo &amp;mdash; acumulado no ano (2026)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;br&gt;&lt;img border="0" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/2de87b8fc3681ec44de8d25812f1feb6c68392b4.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP incorporou os servi&amp;ccedil;os de apostas online &amp;agrave; PCSS em janeiro de 2026, justamente para ampliar a capacidade de leitura sobre as transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es do setor, que cada vez mais incorpora atividades digitais de alta recorr&amp;ecirc;ncia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor de Servi&amp;ccedil;os&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os Servi&amp;ccedil;os da capital paulista faturaram R$ 81,3 bilh&amp;otilde;es em fevereiro de 2026, uma alta de 8,4% em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado. Isso significa R$ 6,3 bilh&amp;otilde;es a mais. No acumulado do ano, o crescimento chegou a 11%, e nos &amp;uacute;ltimos 12 meses, a 12,1% [gr&amp;aacute;fico 1].&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com a FecomercioSP, o crescimento existe, mas &amp;eacute; mais seletivo do que nos anos do p&amp;oacute;s-pandemia. Setores de maior valor agregado e opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre empresas (B2B), como constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o civil, tecnologia e servi&amp;ccedil;os t&amp;eacute;cnico-cient&amp;iacute;ficos, puxaram os resultados, enquanto as atividades que dependem do bolso dos cidad&amp;atilde;os lidam com mais dificuldades &amp;mdash; em raz&amp;atilde;o de juros altos, cr&amp;eacute;dito caro e lares cada vez mais endividados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os segmentos que mais cresceram no m&amp;ecirc;s, o de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o civil se destacou, com alta de 17,4% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a fevereiro de 2025 e expressivos 35,8% no acumulado do ano. O resultado surpreende em um cen&amp;aacute;rio de juros elevados, que normalmente encarece o cr&amp;eacute;dito imobili&amp;aacute;rio e desestimula novos investimentos. A leitura mais prov&amp;aacute;vel &amp;eacute; que obras j&amp;aacute; contratadas estejam em plena execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, al&amp;eacute;m de projetos de infraestrutura urbana e investimentos corporativos em andamento na capital, o que sustenta o ritmo mesmo diante do custo da cidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atividade de agenciamento, corretagem e intermedia&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m avan&amp;ccedil;ou, registrando crescimento de 16,9%. Frente a margens mais apertadas e cr&amp;eacute;dito seletivo, as empresas t&amp;ecirc;m investido mais em estrat&amp;eacute;gias de relacionamento com clientes, posicionamento digital e tecnologia para aumentar a efici&amp;ecirc;ncia e sustentar receitas, o que explica o seu desempenho. Em paralelo, mercadologia e comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o cresceu 16,3%, indicando que o investimento em marketing e presen&amp;ccedil;a de marca segue aquecido. Sa&amp;uacute;de, por sua vez, avan&amp;ccedil;ou 13,6%, mantendo a consist&amp;ecirc;ncia de um segmento que, historicamente, se mostra resiliente a crises e segue em expans&amp;atilde;o cont&amp;iacute;nua na capital paulista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na outra ponta, a atividade de turismo, hospedagem e eventos recuou 10,6% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com fevereiro do ano passado. A queda ocorreu no per&amp;iacute;odo do carnaval, o que redirecionou a demanda para lazer e viagens e diminuiu o fluxo do turismo corporativo na capital, justamente o segmento que mais movimenta hot&amp;eacute;is e eventos de neg&amp;oacute;cios em S&amp;atilde;o Paulo. Trata-se, portanto, de um efeito pontual de calend&amp;aacute;rio, sem indicar tend&amp;ecirc;ncia de queda estrutural.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 1]&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Pesquisa Conjuntural do Setor de Servi&amp;ccedil;os &amp;mdash; Munic&amp;iacute;pio de S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do faturamento real em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo m&amp;ecirc;s do ano anterior&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: Secretaria da Fazenda do Munic&amp;iacute;pio de S&amp;atilde;o Paulo/FecomercioSP&lt;br&gt;&lt;img border="0" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/28604c41d329f76cf4f1b36cc8447229e94371c2.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP recomenda que os empres&amp;aacute;rios mantenham aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; gest&amp;atilde;o financeira e priorizem investimentos que aumentem vendas e produtividade. Em um ambiente marcado por juros elevados e cr&amp;eacute;dito seletivo, decis&amp;otilde;es estrat&amp;eacute;gicas bem planejadas, controle rigoroso de custos e investimentos em digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o continuam sendo fundamentais para sustentar o crescimento e preservar as margens.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 22 May 2026 09:14:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Ivo Dall’Acqua é eleito presidente da FecomercioSP]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/ivo-dallacqua-e-eleito-presidente-da-fecomerciosp</link><description>&lt;![CDATA[Votação definiu as diretorias da Federação e do Centro do Comércio para os próximos quatro anos]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; e o &lt;a href="https://fecomercio.com.br/institucional/cecomercio"&gt;Centro do Comércio do Estado de São Paulo (Cecomercio)&lt;/a&gt; elegeram, nesta quinta-feira (21) as diretorias das Entidades para o período 2026–2030. A escolha ocorreu na sede da FecomercioSP, na capital paulista, reunindo empresários e presidentes de mais de 120 sindicatos patronais filiados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;a href="https://www.instagram.com/ivodallacqua.oficial/"&gt;empresário e advogado Ivo Dall’Acqua Júnior&lt;/a&gt; foi eleito presidente da Federação. Apoiado por Abram Szajman para sucedê-lo na condução da FecomercioSP e dos Conselhos Regionais do Sesc-SP e do Senac-SP, Ivo exerce, atualmente, a função de primeiro vice-presidente da Entidade. Ocupa também a diretoria da &lt;a href="https://portaldocomercio.org.br/"&gt;Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)&lt;/a&gt;, onde preside a Comissão de Negociação Coletiva do Comércio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Desfrutar da confiança do presidente Abram me motiva a levar adiante as iniciativas que estamos desenvolvendo em defesa da liberdade para empreender. Assumirei a Federação das mãos de um homem que compreendeu, como poucos, a importância da liderança empresarial na construção de um país melhor”, afirma o presidente eleito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Natural de Araraquara, Ivo presidiu o &lt;a href="https://sincomercioararaquara.com.br/"&gt;Sindicato do Comércio Varejista (Sincomercio) do município&lt;/a&gt;. No setor privado, trabalhou no varejo de tintas e vernizes, automóveis e máquinas agrícolas. Também atuou na Justiça do Trabalho como juiz classista representante dos empregadores na Junta de Conciliação e Julgamento de Araraquara e no Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, em Campinas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na Federação, conduziu por anos as negociações das Convenções Coletivas de Trabalho (CCTs) com as entidades representativas dos trabalhadores. É um dos principais interlocutores da CNC na Conferência Internacional do Trabalho da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Trabalho em rede&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A nova gestão tem como premissa o fortalecimento da representação empresarial. Um dos eixos dessa agenda é o Programa (I)Nova, iniciativa dedicada à integração e ao fortalecimento dos sindicatos filiados.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O Programa (I)Nova foi concebido para garantir que os Sindicatos possam ampliar a capacidade de articulação das bases empresariais. Sou gregário por natureza e acredito na construção coletiva. Os melhores resultados surgem quando há diálogo e atuação estruturada”, destaca Ivo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP representa mais de 1,8 milhão de empresas de todos os portes dos setores de Comércio, Serviços e Turismo. Juntos, esses segmentos respondem por 30% do Produto Interno Bruto (PIB) paulista — cerca de 10% do PIB brasileiro — e responsáveis por aproximadamente 10 milhões de ocupações.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Presença em Brasília&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Considerando a importância de um ambiente econômico mais favorável ao empreendedorismo, a Entidade vem ampliando sua participação nos debates sobre política econômica no Congresso e junto aos demais Poderes. Nesse contexto, uma das iniciativas previstas é a inauguração de uma sede em Brasília, com o objetivo de fortalecer a interlocução com o Poder Público e ampliar a representação institucional do setor produtivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O ambiente regulatório nunca foi tão complexo para quem empreende. Inseguranças jurídica e trabalhista, pressão tributária e custos operacionais que sufocam a atividade produtiva são temas que nascem em Brasília e impactam diretamente o cotidiano de milhões de empresários. Para isso, ampliaremos nossa contribuição a esses debates”, analisa o presidente eleito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Composição&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao lado de Ivo, foram eleitos: os vice-presidentes Rubens Torres Medrano, Gisela Lucas de Araujo Lopes, Márcio Olívio Fernandes da Costa, Manuel Henrique Farias Ramos e Carlos Alberto D’Ambrosio; os diretores-secretários Antonio Deliza Neto, Luis Cesar Bigonha, Milton Zamora, Sérgio Vanderlei da Silva; e os diretores tesoureiros Reinaldo Pedro Correa, Marcelo Braga, José Antonio Scomparin e D’Artagnan Balsevicius Junior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Confira, na íntegra, as diretorias da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/ba7962d4b39123815b66e0c4a8bfcae4f96c2fd1.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;FecomercioSP&lt;/a&gt; e do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/ad3cceb1cb46beef2147d1c6f7c922f1ede8a716.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;Cecomercio&lt;/a&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 21 May 2026 16:31:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[presidente]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Sefaz/SP exclui 47 itens do ICMS-ST e dá mais um passo à desburocratização do sistema tributário]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/sefaz-sp-exclui-47-itens-do-icms-st-e-da-mais-um-passo-a-desburocratizacao-do-sistema-tributario</link><description>&lt;![CDATA[Portarias revogam tributação antecipada para produtos de construção civil, eletrônicos, ração animal e limpeza a partir de 1º de agosto]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (Sefaz/SP) publicou, nos dias 30 de abril e 5 de maio, duas portarias que revogam, a partir de 1&amp;ordm; de agosto de 2026, a obrigatoriedade do regime de Substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Tribut&amp;aacute;ria do ICMS (ICMS-ST) para 47 mercadorias. A medida atende a um antigo pleito da&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; por meio do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-assuntos-tributarios"&gt;Conselho de Assuntos Tribut&amp;aacute;rios&lt;/a&gt;, que sempre defendeu a exclus&amp;atilde;o de setores de baixa relev&amp;acirc;ncia arrecadat&amp;oacute;ria para racionalizar o sistema e reduzir custos operacionais para o varejo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As portarias SRE 19/2026 e SRE 20/2026 retiram do regime de ST produtos que, at&amp;eacute; ent&amp;atilde;o, tinham o ICMS retido antecipadamente em toda a cadeia produtiva. Na pr&amp;aacute;tica, a mudan&amp;ccedil;a simplifica a apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do imposto, evita o ac&amp;uacute;mulo de cr&amp;eacute;ditos fiscais e reduz distor&amp;ccedil;&amp;otilde;es concorrenciais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com as portarias, foram exclu&amp;iacute;dos do ICMS-ST os itens dos segmentos de materiais de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e cong&amp;ecirc;neres; produtos eletr&amp;ocirc;nicos, eletroeletr&amp;ocirc;nicos e eletrodom&amp;eacute;sticos; ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o animal (especialmente ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o tipo &amp;ldquo;pet&amp;rdquo;); e produtos de limpeza, como &amp;aacute;gua sanit&amp;aacute;ria, branqueadores e outros alvejantes, listados nas Portarias CAT 68/2019, SRE 46/2025, SRE 55/2025 e SRE 57/2025.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o completa dos &lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Produtos_excluidos_ICMS_ST.docx" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;47 itens exclu&amp;iacute;dos pode ser consultada aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vit&amp;oacute;ria do di&amp;aacute;logo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP, que integra o&amp;nbsp;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/codecon-sp" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho Estadual de Defesa do Contribuinte (Codecon/SP)&lt;/a&gt; &amp;mdash; &amp;oacute;rg&amp;atilde;o parit&amp;aacute;rio composto por representantes do Fisco e dos contribuintes &amp;mdash;, vem, h&amp;aacute; anos, defendendo a revis&amp;atilde;o do regime de ST. A medida atende a um pleito hist&amp;oacute;rico formulado pelas entidades, que enviaram of&amp;iacute;cio ao governador Tarc&amp;iacute;sio de Freitas, em setembro do ano passado, defendendo a exclus&amp;atilde;o, al&amp;eacute;m de formular o pedido para restabelecimento e continuidade da regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o das contrapartidas previstas na lei do programa Nos Conformes (1.320/18).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/regulamento-do-ibs-deve-superar-texto-legislativo-para-evitar-a-litigancia-e-a-desarmonia-entre-os-entes-federativos"&gt;Em reuni&amp;atilde;o do conselho realizada no dia 29 de abril, na sede da FecomercioSP&lt;/a&gt;, Marcelo Bergamasco, subsecret&amp;aacute;rio da Sefaz/SP, indicou a continuidade das exclus&amp;otilde;es de produtos do ICMS-ST, assim como ocorreu na &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/mudancas-no-icms-st-no-estado-paulista-exigem-adaptacao-imediata-do-varejo-com-impactos-profundos-sobre-os-estoques"&gt;Portaria SRE 64/2025, que revogou mais de 130 produtos.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os setores com baixo impacto arrecadat&amp;oacute;rio sofrem com o ac&amp;uacute;mulo de cr&amp;eacute;ditos e demanda custosos processos de ressarcimento. Portanto, segundo a FecomercioSP, as novas portarias simplificam a vida do pequeno e do m&amp;eacute;dio varejistas e estimula a conformidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Estoques existentes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os contribuintes que possu&amp;iacute;rem mercadorias em estoque que ser&amp;atilde;o exclu&amp;iacute;das da ST a partir de 1&amp;ordm; de agosto devem seguir rigorosamente o que determina a Portaria CAT 28/2020. Dentre as obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es, destacam-se:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de invent&amp;aacute;rio obrigat&amp;oacute;rio dos produtos afetados;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;escritura&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital (EFD ICMS/IPI) com ajustes espec&amp;iacute;ficos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos cr&amp;eacute;ditos de ICMS eventualmente retidos a maior;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o desses cr&amp;eacute;ditos dentro dos prazos e das formas estabelecidas na norma.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;A recomenda&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; que os lojistas procurem seus contadores ou o Posto Fiscal Eletr&amp;ocirc;nico da Sefaz/SP para evitar inconsist&amp;ecirc;ncias fiscais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Efeito positivo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A retirada da ST de itens como materiais de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o, eletr&amp;ocirc;nicos e ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o pet reduz a necessidade de comprometimento do capital de giro imobilizado em impostos pagos antecipadamente. Essa medida pode baratear a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pequenos varejistas e atacadistas, principalmente dos optantes do Simples Nacional, estimulando a concorr&amp;ecirc;ncia e, potencialmente, beneficiando o consumidor final com pre&amp;ccedil;os mais competitivos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP ressalta que continuar&amp;aacute; atuando com o Sefaz/SP, inclusive por meio do Codecon/SP, com o objetivo de ampliar a lista de exclus&amp;otilde;es sempre que houver embasamento t&amp;eacute;cnico, consolidando S&amp;atilde;o Paulo como um ambiente de neg&amp;oacute;cios mais &amp;aacute;gil, justo e transparente.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 21 May 2026 11:22:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[substituição tributária]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Beleza Patronal ressalta risco de fragmentação do setor e defende manutenção da estética nos salões]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/beleza-patronal-ressalta-risco-de-fragmentacao-do-setor-e-defende-manutencao-da-estetica-nos-saloes</link><description>&lt;![CDATA[Com apoio da FecomercioSP, Sindicato afirma que medida amplia insegurança no setor e ameaça pequenos negócios integrados]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O &lt;a href="https://belezapatronal.portaldocomercio.org.br/"&gt;Beleza Patronal&lt;/a&gt;, com apoio da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, manifesta preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com discuss&amp;otilde;es que defendem a retirada dos servi&amp;ccedil;os de est&amp;eacute;tica das estruturas tradicionais dos sal&amp;otilde;es de beleza. Segundo o Sindicato, a medida amea&amp;ccedil;a um modelo multidisciplinar consolidado h&amp;aacute; d&amp;eacute;cadas e pode gerar impactos econ&amp;ocirc;micos, trabalhistas e regulat&amp;oacute;rios em todo o Pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A discuss&amp;atilde;o ganhou for&amp;ccedil;a ap&amp;oacute;s posicionamentos ligados &amp;agrave; deputada federal Geov&amp;acirc;nia de S&amp;aacute; (Republicanos/SC), apontada por representantes do setor como apoiadora da proposta. Segundo o Beleza Patronal, a medida provocou forte rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre profissionais e empres&amp;aacute;rios que defendem a perman&amp;ecirc;ncia da est&amp;eacute;tica dentro dos sal&amp;otilde;es de beleza.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Sindicato afirma que representantes do Movimento Nacional de Beleza e Est&amp;eacute;tica, representado por FecomercioSP, Beleza Patronal, &lt;a href="https://probeleza.org.br/"&gt;Sindicato Nacional Pr&amp;oacute;-Beleza&lt;/a&gt; e &lt;a href="https://www.saloesbrasil.com.br/"&gt;Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Servi&amp;ccedil;os de Beleza (ABSB&lt;/a&gt;), tentam formalizar uma agenda com a parlamentar desde 22 de outubro de 2025. Mesmo ap&amp;oacute;s sucessivos contatos e tentativas de aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o, segundo as lideran&amp;ccedil;as do movimento, n&amp;atilde;o houve retorno do gabinete.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor, a falta de di&amp;aacute;logo amplia a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos empres&amp;aacute;rios diante da possibilidade de avan&amp;ccedil;o de propostas que possam restringir a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o integrada entre est&amp;eacute;tica e sal&amp;otilde;es de beleza. Representantes do movimento afirmam ainda que a deputada estaria priorizando exclusivamente pautas defendidas por uma associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de esteticistas e cosmet&amp;oacute;logos do Rio de Janeiro, descrita no documento como uma entidade sem sede ou endere&amp;ccedil;o f&amp;iacute;sico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o hist&amp;oacute;rica do setor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Beleza Patronal ressalta que a est&amp;eacute;tica no Brasil surgiu historicamente dentro dos pr&amp;oacute;prios sal&amp;otilde;es de beleza e que essa integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m aparece formalmente na classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o oficial das atividades econ&amp;ocirc;micas do Pa&amp;iacute;s. Segundo o Sindicato, a Classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Atividades Econ&amp;ocirc;micas (CNAE) enquadra os servi&amp;ccedil;os de est&amp;eacute;tica na mesma categoria dos sal&amp;otilde;es de cabeleireiro, sob o c&amp;oacute;digo 96.02-5.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto destacado pelo setor envolve as qualifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es t&amp;eacute;cnica e acad&amp;ecirc;mica dos profissionais da beleza. O Sindicato rebate afirma&amp;ccedil;&amp;otilde;es de que o segmento n&amp;atilde;o tem base cient&amp;iacute;fica e sustenta que muitos cabeleireiros, barbeiros, maquiadores e profissionais da &amp;aacute;rea s&amp;atilde;o graduados e p&amp;oacute;s-graduados em cursos como Visagismo e Imagem Pessoal, Cosmetologia e Est&amp;eacute;tica Capilar, oferecidos por universidades e institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es tradicionais h&amp;aacute; d&amp;eacute;cadas. Para o Beleza Patronal, desconsiderar essa estrutura profissional significa ignorar a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica do setor e a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o especializada constru&amp;iacute;da ao longo dos anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Impactos econ&amp;ocirc;micos e sociais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o Sindicato, a proposta pode atingir diretamente pequenos neg&amp;oacute;cios que operem em modelo integrado, especialmente em Estados com forte presen&amp;ccedil;a do segmento de beleza. O documento cita Santa Catarina como exemplo de mercado consolidado, com milhares de CNPJs funcionando de forma integrada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do movimento, retirar a est&amp;eacute;tica desses espa&amp;ccedil;os pode comprometer a viabilidade financeira de pequenos neg&amp;oacute;cios e afetar, principalmente, mulheres empreendedoras e trabalhadoras do setor, que representam a maior parte da for&amp;ccedil;a de trabalho da atividade de beleza e bem-estar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Beleza Patronal afirma que a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o se limita ao reflexo econ&amp;ocirc;mico, mas tamb&amp;eacute;m ao risco de fragmenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um segmento que historicamente opera de maneira multidisciplinar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es em evento na Bahia geram rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro epis&amp;oacute;dio que ampliou a repercuss&amp;atilde;o do debate foi a divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de v&amp;iacute;deos gravados durante um evento realizado na Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Comercial da Bahia (ACB), em Salvador. Na ocasi&amp;atilde;o, uma professora de Est&amp;eacute;tica questionou publicamente as qualifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es t&amp;eacute;cnica e intelectual de profissionais de sal&amp;atilde;o para atuar no segmento est&amp;eacute;tico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o documento apresentado pelo setor, a fala gerou indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre empres&amp;aacute;rios e profissionais da beleza. &amp;ldquo;Discute-se que cabeleireiro, manicure, barbeiro possam ser considerados profissionais da beleza, esteticistas. S&amp;oacute; que h&amp;aacute; um grande detalhe: ao se sentar &amp;agrave; mesa com esses profissionais para atender e lecionar a respeito da pele, de algumas propriedades, eles n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m conhecimento. E, mais do que isso, existem pr&amp;eacute;-requisitos para se estar em alguns ambientes, e esses precisam ser respeitados&amp;rdquo;, afirmou a professora.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Beleza Patronal afirma que a fala foi recebida com rep&amp;uacute;dio por representantes do setor, que interpretaram o posicionamento como uma tentativa de criar reservas de mercado e desqualificar profissionais da beleza.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Dizer que um profissional que domine a complexa qu&amp;iacute;mica capilar e a fisiologia n&amp;atilde;o tem capacidade ou pr&amp;eacute;-requisitos para atuar na est&amp;eacute;tica &amp;eacute; um erro t&amp;eacute;cnico crasso e um desrespeito humano&amp;rdquo;, declarou o Sindicato.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Bras&amp;iacute;lia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda segundo o Beleza Patronal, o setor continuar&amp;aacute; mobilizado em Bras&amp;iacute;lia para sensibilizar parlamentares e defender a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da est&amp;eacute;tica como atividade integrada aos sal&amp;otilde;es de beleza em todo o Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o Sindicato, qualquer debate regulat&amp;oacute;rio precisa considerar a realidade operacional das empresas, a trajet&amp;oacute;ria hist&amp;oacute;rica do setor, a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica dos profissionais e os impactos econ&amp;ocirc;micos e sociais de eventuais mudan&amp;ccedil;as sobre milhares de pequenos neg&amp;oacute;cios brasileiros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 20 May 2026 14:17:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Varejo na Copa: onde estão as oportunidades em 2026?]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/varejo-na-copa-onde-estao-as-oportunidades-em-2026</link><description>&lt;![CDATA[Setores de eletrônicos e de alimentos e bebidas devem concentrar mais vendas; porém, com criatividade, outras atividades também podem lucrar]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A Copa do Mundo de 2026 ser&amp;aacute; a maior da hist&amp;oacute;ria, sediada em tr&amp;ecirc;s pa&amp;iacute;ses (Canad&amp;aacute;, Estados Unidos e M&amp;eacute;xico) e com 48 sele&amp;ccedil;&amp;otilde;es e 39 dias de dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Esse fato inaugura um novo patamar econ&amp;ocirc;mico que um evento esportivo global deve alcan&amp;ccedil;ar. Para o Brasil, mesmo n&amp;atilde;o sendo pa&amp;iacute;s-sede, o impacto ser&amp;aacute; relevante.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Do ponto de vista econ&amp;ocirc;mico, ao comparar com a Copa do Mundo de 2022, se, por um lado, h&amp;aacute; aspectos positivos no cen&amp;aacute;rio atual (como menor infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desemprego nas m&amp;iacute;nimas hist&amp;oacute;ricas, aumento da renda, entre outros fatores que estimulam o consumo), por outro, h&amp;aacute; uma desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da atividade econ&amp;ocirc;mica em curso &amp;mdash; com taxas de juros ainda elevadas e alta no pre&amp;ccedil;o do petr&amp;oacute;leo causada pelo conflito no Oriente M&amp;eacute;dio &amp;mdash;, j&amp;aacute; refletindo nos pre&amp;ccedil;os.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda assim, as expectativas da&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; para as vendas do Varejo durante o evento s&amp;atilde;o otimistas, com alta no faturamento. Mas &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/pensando-em-fazer-campanha-durante-a-copa-saiba-o-que-evitar-para-nao-ter-prejuizo"&gt;o crescimento n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; uniforme, nem contemplar&amp;aacute; todos os segmentos&lt;/a&gt;. Confira, a seguir, os principais beneficiados, segundo a Entidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Eletr&amp;ocirc;nicos:&lt;/strong&gt; destaque para TVs, que j&amp;aacute; exibiram alta de 7% nos primeiros meses do ano. &lt;a href="https://cbn.globo.com/economia/noticia/2026/04/11/copa-do-mundo-faz-disparar-vendas-de-tvs-gigantes-quando-vale-a-pena.ghtml"&gt;As telas grandes (75 polegadas ou mais) cresceram 94%&lt;/a&gt;. Tamb&amp;eacute;m h&amp;aacute; demanda elevada por &lt;strong&gt;soundbars&lt;/strong&gt;, cabos HDMI, suportes de parede, estabilizadores, &lt;strong&gt;racks&lt;/strong&gt; e poltronas confort&amp;aacute;veis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vestu&amp;aacute;rio esportivo:&lt;/strong&gt; venda de camisas (inclusive de outras sele&amp;ccedil;&amp;otilde;es), bon&amp;eacute;s, bandeiras e acess&amp;oacute;rios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Alimentos e bebidas:&lt;/strong&gt; como a resid&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; um dos lugares preferidos para acompanhar os jogos, carnes, bebidas, petiscos e itens para churrasco lideram. Segundo a &lt;a href="https://www.supervarejo.com.br/especial/primeiro-ranking-do-ano-em-parceria-com-a-scanntech-e-destaque-da-supervarejo-de-marco"&gt;Scanntech&lt;/a&gt;, em torneios anteriores, esses itens chegaram a crescer at&amp;eacute; 200%, com churrasqueiras avan&amp;ccedil;ando 227%. Nas duas horas que antecedem os jogos da Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o volume em supermercados salta quase 70%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Festas e decora&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/strong&gt; lojas de fantasias e artigos para festas tamb&amp;eacute;m est&amp;atilde;o entre as principais beneficiadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bares e restaurantes:&lt;/strong&gt; apesar da prefer&amp;ecirc;ncia por assistir em casa ou na casa de amigos para economizar, os jogos da Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o na primeira fase ocorrer&amp;atilde;o no per&amp;iacute;odo noturno, o que deve elevar as receitas do setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Outros segmentos que podem aproveitar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O alcance da Copa permite beneficiar nichos inusitados, como:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;farm&amp;aacute;cias e perfumarias:&lt;/strong&gt; podem explorar maquiagens e esmaltes nas cores da Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o, al&amp;eacute;m de medicamentos para quem for exagerar na comida e na bebida. Tamb&amp;eacute;m se tornaram pontos de venda de figurinhas e &amp;aacute;lbuns, aumentando o fluxo de clientes;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;pet shops:&lt;/strong&gt; enfeitar c&amp;atilde;es com la&amp;ccedil;os e gravatas verde-amarelas, promover a&amp;ccedil;&amp;otilde;es nas redes sociais e criar o &amp;ldquo;esquema de torcida para o seu melhor amigo&amp;rdquo; gera conte&amp;uacute;do digital e engajamento;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dia dos Namorados:&lt;/strong&gt; h&amp;aacute; risco de redirecionamento de gastos, com aumento da prefer&amp;ecirc;ncia por presentes como camisas de sele&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o! Nem todos ganham&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pesquisas realizadas em Copas anteriores indicam redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o no fluxo de pessoas em shopping centers, afetando negativamente as vendas. O Com&amp;eacute;rcio precisa, portanto, ajustar estrat&amp;eacute;gias, investindo em produtos sazonais, fortalecendo o ambiente digital e preparando a&amp;ccedil;&amp;otilde;es para os hor&amp;aacute;rios dos jogos. Tel&amp;otilde;es na pra&amp;ccedil;a de alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o costumam juntar pessoas que n&amp;atilde;o poderiam assistir em casa ou que queiram acompanhar de um espa&amp;ccedil;o fechado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Copa de 2026 ser&amp;aacute; uma vitrine global. Para o Varejo brasileiro, as oportunidades existem, mas exigem planejamento, criatividade e foco nos segmentos certos.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 20 May 2026 14:01:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[vendas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[PEC 6x1 deve respeitar negociação coletiva, custos operacionais, contratos e, no limite, prever transição gradual]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/pec-6x1-deve-respeitar-negociacao-coletiva-custos-operacionais-contratos-e-no-limite-prever-transicao-gradual</link><description>&lt;![CDATA[Em audiência na Câmara, FecomercioSP também alerta que mudança não pode ignorar a proteção às atividades essenciais]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Durante mais uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em audi&amp;ecirc;ncia p&amp;uacute;blica na Comiss&amp;atilde;o Especial da PEC do Fim da Escala 6x1, na C&amp;acirc;mara dos Deputados, em Bras&amp;iacute;lia, na &amp;uacute;ltima segunda-feira (18), a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;reafirmou a defesa da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva como ferramenta para ajustes de jornada e escala de trabalho, bem como que eventuais mudan&amp;ccedil;as via legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorram de maneira escalonada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Durante discurso, Karina Negreli, assessora jur&amp;iacute;dica da FecomercioSP, destacou ao presidente da comiss&amp;atilde;o, deputado Alencar Santana (PT/SP), e ao deputado Reginaldo Lopes (PT/MG), autor da PEC 221/2019, a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor produtivo com mudan&amp;ccedil;as na jornada de trabalho sem a devida cautela, especialmente por meio de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o constitucional r&amp;iacute;gida e uniforme. Ela lembrou que a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal vigente j&amp;aacute; oferece instrumentos adequados, modernos e democr&amp;aacute;ticos para que jornadas reduzidas sejam negociadas de maneira equilibrada entre empregadores e trabalhadores, valorizando a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e a autonomia sindical.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;&amp;ldquo;O papel dos sindicatos &amp;eacute; justamente negociar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es compat&amp;iacute;veis com cada realidade econ&amp;ocirc;mica e setorial, e n&amp;atilde;o transferir integralmente ao Estado a defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o uniforme das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho para todos os segmentos da economia&amp;rdquo;, destacou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Karina tamb&amp;eacute;m ressaltou que a m&amp;eacute;dia da jornada de trabalho no Brasil &amp;eacute; de &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/reducao-de-jornada-de-trabalho-para-40-horas-custaria-r-158-bilhoes-as-empresas-calcula-fecomerciosp" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;38,4 horas por semana &amp;mdash; 39 horas, arredondando&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;. Ponderou, por&amp;eacute;m, que isso acontece porque quem pode reduzir a jornada com apoio em produtividade, tecnologia e melhores insumos j&amp;aacute; faz isso. &amp;ldquo;Contudo, essa n&amp;atilde;o &amp;eacute; a realidade de todos os empres&amp;aacute;rios: 90% das empresas s&amp;atilde;o pequenas e m&amp;eacute;dias.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;color:black;'&gt;Uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para 40 horas, com impacto previsto de 10% aos custos, pode representar a diferen&amp;ccedil;a entre manter as portas abertas ou fech&amp;aacute;-las para neg&amp;oacute;cios com margens mais estreitas&amp;quot;, alertou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;color:black;'&gt;&lt;strong&gt;Custo operacional invi&amp;aacute;vel&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Estudos da FecomercioSP apontam que, se a jornada cair de 44 para 36 horas sem altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o salarial, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/custo-do-trabalho-aumentaria-22-com-fim-da-escala-6x1"&gt;haver&amp;aacute; um aumento proporcional do custo da hora trabalhada superior a 22%&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;. Mesmo propostas intermedi&amp;aacute;rias, considerando 40 horas semanais, representam reflexo pr&amp;oacute;ximo de 10%.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Fabio Pina, assessor econ&amp;ocirc;mico da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, explicou, &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-discute-com-o-relator-da-pec-6x1-e-outros-parlamentares-propostas-para-o-relatorio-da-comissao-especial" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;em audi&amp;ecirc;ncia p&amp;uacute;blica realizada na semana passada&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;, que isso representaria um custo de R$ 160 bilh&amp;otilde;es por ano para a economia brasileira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Durante a audi&amp;ecirc;ncia, Karina defendeu ainda que, se cada setor conta com din&amp;acirc;mica pr&amp;oacute;pria, ent&amp;atilde;o a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva &amp;eacute; o instrumento mais adequado para construir solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es sustent&amp;aacute;veis. &amp;ldquo;E &amp;eacute; exatamente isso que a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; permite hoje. Por essa raz&amp;atilde;o, a FecomercioSP entende que eventuais mudan&amp;ccedil;as devem ocorrer prioritariamente por negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, preservando a autonomia das partes e permitindo solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es setoriais compat&amp;iacute;veis com a realidade econ&amp;ocirc;mica de cada segmento&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:"Calibri",sans-serif;color:black;'&gt;&lt;strong&gt;Debate deve olhar para custo, produtividade e contratos j&amp;aacute; estabelecidos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Diante do avan&amp;ccedil;o do tema no Parlamento, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considera imprescind&amp;iacute;vel observar alguns pontos fundamentais na discuss&amp;atilde;o sobre a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada e da escala de trabalho. No in&amp;iacute;cio do m&amp;ecirc;s, a Entidade prop&amp;ocirc;s uma s&amp;eacute;rie de emendas, fruto da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um n&amp;uacute;cleo de dirigentes sindicais e especialistas. Esse material j&amp;aacute; foi entregue &amp;agrave;s lideran&amp;ccedil;as do Congresso, ao presidente da comiss&amp;atilde;o e ao relator da PEC ao longo de diversas reuni&amp;otilde;es e audi&amp;ecirc;ncias:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;- &amp;nbsp;qualquer transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o deve ocorrer de forma escalonada, como previsto no texto da PEC 221/2019, ao longo de dez anos;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;- &amp;nbsp;vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; produtividade efetivamente medida, considerando crit&amp;eacute;rios objetivos definidos em lei;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;- &amp;nbsp;preservar regimes especiais j&amp;aacute; existentes e garantir tratamento diferenciado &amp;agrave;s Micro e Pequenas Empresas (MPEs);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;- &amp;nbsp;prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s atividades essenciais e de funcionamento permanente;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;- eventual aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o precisa respeitar o ato jur&amp;iacute;dico perfeito e os contratos j&amp;aacute; em curso, garantindo seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height:normal;"&gt;&lt;span style='font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Al&amp;eacute;m da FecomercioSP, outras entidades representativas de diversos setores produtivos participaram da audi&amp;ecirc;ncia e foram un&amp;acirc;nimes em defender que as negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas devem ser garantidas e que se pense em medidas para atenuar os efeitos socioecon&amp;ocirc;micos da mudan&amp;ccedil;a.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div id="_com_1" language="JavaScript"&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="_com_4" language="JavaScript"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 20 May 2026 07:41:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Belo Horizonte é a capital mais inadimplente do Brasil; João Pessoa, a menos]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/belo-horizonte-e-a-capital-mais-inadimplente-do-brasil-joao-pessoa-a-menos</link><description>&lt;![CDATA[Seis em cada dez famílias da capital mineira começaram 2026 com contas atrasadas; endividamento também volta a subir no País]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A capital de Minas Gerais, Belo Horizonte, é, hoje, a mais inadimplente do Brasil, apontam os números da &lt;strong&gt;Radiografia do Endividamento de 2026,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;estudo realizado pela &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;.&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Seis em cada dez famílias da cidade (65%) tinham uma conta vencida no início de 2026 — bastante à frente de outras quatro capitais que completam o ranking: Manaus (AM), onde 49% dos lares estavam inadimplentes, Fortaleza (CE), com 48%, Goiânia (GO) e Distrito Federal, 42%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Belo Horizonte, na verdade, vê seu indicador aumentar a cada ano: no fim de 2023, a porcentagem de famílias nessa condição era de 50% na cidade. Um ano depois, chegou a 55% e, agora, subiu 10 pontos porcentuais (p.p.) [tabela 1].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em Manaus, ao contrário, a taxa era de 51% em 2023, regrediu para 41% um ano depois e, agora, voltou a subir significativamente. Em Goiânia, a margem permaneceu estável nos dois anos de análise.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Do lado oposto, João Pessoa (PB) é a capital brasileira menos inadimplente: só 12% das famílias estavam com dívidas vencidas no começo do ano. A cidade está perto da situação de Curitiba (PR), com 14% de lares nessa condição, Belém (PA) e Cuiabá (MT), com 16%, e São Paulo (SP), com 20%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na média do País, &lt;strong&gt;quase um terço (29%) das famílias entrou em 2026 com ao menos uma dívida em atraso.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na leitura da &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt;, embora a média indique certa estabilidade, algumas capitais — como Belo Horizonte — já vivem uma situação grave. Se o crédito ocupa lugar central no orçamento doméstico das famílias brasileiras, os dados apontam para uma centralidade ainda mais decisiva dessa modalidade na composição da renda dos lares, o que, no futuro, pode levar à deterioração financeira nesses lares.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Famílias com dívidas atrasadas nas capitais brasileiras (%)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/df719fcc9d47786da9a8873787097ad4a362f9eb.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;Ainda segundo a &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt;, embora tenha havido certo equilíbrio na renda das famílias brasileiras em 2025, a expansão das dívidas cresceu na mesma magnitude, o que deve pressionar a capacidade de pagamento de suas despesas no futuro próximo. Não sem razão, o governo oferece como alternativa uma nova moldura para o programa Desenrola.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mais gente endividada&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados da &lt;strong&gt;Radiografia do Endividamento de 2026&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;também mostram que a quantidade de famílias com dívidas voltou a subir no Brasil: de 78% em 2023, diminuiu para 76% em 2024 e, agora, chegou a oito em cada dez lares (80%). Da mesma forma, as situações mais preocupantes ocorrem em capitais como Belo Horizonte (MG) e Fortaleza (CE), além de Vitória (ES) e Rio de Janeiro (RJ) [tabela 2].&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted" style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Famílias com dívidas nas capitais brasileiras (%)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/7fb6b40ae6efb6383c2aa65081cbb9b07f1ada7a.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;Na contramão, estão capitais bastante diferentes entre si, como Macapá (AP) e São Paulo (SP), ambas com 69% de famílias endividadas. Enquanto a primeira é uma cidade de menor porte, com aproximadamente 500 mil habitantes, a outra é a maior metrópole do País e da América do Sul. Esse ranking tem ainda Campo Grande (MS) e Belém (PA), com 70% de endividamento, e Florianópolis (73%).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entretanto, em dados absolutos, a capital paulista é a que reúne mais famílias nessas circunstâncias: são 2,87 milhões de lares, muito à frente do Rio de Janeiro (RJ), com 2,09 milhões, e do Distrito Federal (DF), com 779,7 mil.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Considerando que o &lt;strong&gt;Brasil ganhou 1 milhão de novas famílias endividadas&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;nesse período (de 11,98 milhões em 2023 para 12,96 milhões atualmente), é possível dizer que o fenômeno é mais generalizado do que demográfico, embora os efeitos estejam espalhados de formas distintas pelas capitais. Trata-se de uma expansão que pressiona o sistema de crédito do País, colocando o futuro próximo sob risco.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inadimplência explode em João Pessoa e regride em Boa Vista&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesmo que a capital paraibana ainda seja a menos inadimplente do País, a situação deteriorou-se nos últimos dois anos na cidade — em 2023, apenas 5% das famílias tinham dívidas atrasadas, taxa que foi para 12% no fim de 2025. O salto foi de 151%, segundo os dados da &lt;strong&gt;Radiografia do Endividamento&lt;/strong&gt; [tabela 3].&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted" style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Maiores variações dos indicadores por capitais brasileiras (%)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/92b47c6c4eb972b2b0f3f6cc47b8696b0a55874e.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;Nenhuma outra metrópole brasileira teve uma elevação tão expressiva. Goiânia (GO), na segunda posição, viu sua taxa de inadimplência crescer 41% ao longo desse período, enquanto Florianópolis teve aumento de 38%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, Boa Vista (RO), diminuiu a proporção de inadimplentes em 26%, enquanto Porto Alegre (RS) registrou queda de 22% [tabela 4].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Diante dos dados, a &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; entende ser importante fortalecer as políticas de educação financeira da população, conscientizando as famílias sobre os usos do crédito e quanto à organização mais adequada do orçamento doméstico. O cenário de endividamento — e inadimplência, sobretudo — é prejudicial para o consumo e, de certa forma, para a economia do Brasil. Evitar a deterioração desse quadro é essencial.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;" id="isPasted"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 4]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Menores variações dos indicadores por capitais brasileiras (%)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP.&lt;/em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/a261cbb1a1b248ecb8bcb443733a554cd27939fc.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;strong&gt;Desenrola 2.0 tem limitações estruturais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora o Novo Desenrola Brasil busque ampliar o acesso à renegociação de débitos, principalmente modalidades como cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), há elementos que sugerem limitações relevantes quanto à sua efetividade.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ambiente econômico é o principal desafio: juros elevados, inflação persistente e alta carga tributária, que mantêm consumidores perto do limite financeiro e dificultam soluções duradouras para a alta inadimplência, sobretudo em certas capitais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar de ter proporcionado um nível razoável de renegociação, o programa de 2024 tinha limitações que restringiram a adesão e sua capacidade de resolver, de forma estrutural, a situação, como o acesso difícil à plataforma Gov.br, ou a concorrência com feirões de negociação já consolidados e a restrita capacidade de pagamento da população, mesmo diante de descontos expressivos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Há, agora, mudanças relevantes, como a comunicação direta entre consumidor e instituição financeira, sem necessidade de intermediação do Gov.br. Contudo, &lt;strong&gt;o governo passa a atuar como garantidor desse crédito, por meio do Fundo de Garantia de Operações (FGO)&lt;/strong&gt;. Caso o inadimplente deixe de pagar o valor renegociado, o Poder Público cobre o não pagamento. São R$ 2 bilhões iniciais, com potencial de ampliação para até R$ 5 bilhões mediante autorização do Executivo, além de outros R$ 8 bilhões de recursos atualmente parados no sistema financeiro. Em outras palavras, a sociedade, de alguma forma, participa do financiamento do programa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço&lt;em&gt;&amp;nbsp;(&lt;/em&gt;FGTS&lt;em&gt;)&lt;/em&gt; para quitar dívidas também pode gerar alívio imediato, mas não é solução para o desequilíbrio estrutural das contas, podendo resultar em inadimplência posterior, mas com menor proteção financeira.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto importante é a restrição, por 12 meses, do acesso a plataformas de apostas online para participantes do programa. Ainda que a medida dialogue com preocupações legítimas sobre o comprometimento da renda com jogos, pode desestimular uma adesão de parte do público-alvo diante da percepção de que novos programas de renegociação surjam no futuro.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 19 May 2026 16:23:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Sindiautoescola.SP alerta para agravamento da crise no setor após mudanças na regulamentação da CNH]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/sindiautoescola-sp-alerta-para-agravamento-da-crise-no-setor-apos-mudancas-na-regulamentacao-da-cnh</link><description>&lt;![CDATA[Com apoio da FecomercioSP, entidade destaca fechamento acelerado de empresas e perda de empregos formais no Estado de São Paulo]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O &lt;a href="https://sp.sindautoescola.org.br/"&gt;&lt;strong&gt;Sindicato das Auto Moto Escolas e Centros de Formação de Condutores no Estado de São Paulo (Sindiautoescola.SP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, com o apoio da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, chama a atenção para os efeitos da Resolução Contran 1.020/2025 sobre o setor de formação de condutores. Dados apurados recentemente pela FecomercioSP mostram um cenário de forte retração econômica, com aumento no fechamento de empresas, redução acelerada de empregos formais e dificuldade de adaptação das autoescolas às novas exigências regulatórias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No Estado de São Paulo, o número de baixas de CNPJ no segmento cresceu 92% no quarto trimestre de 2025, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Já no primeiro trimestre deste ano, o avanço foi de 72% em relação aos três primeiros meses do ano passado. Em âmbito nacional, o movimento segue a mesma tendência, com crescimento de 76% e 88%, respectivamente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mercado de trabalho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além do fechamento das empresas, o setor enfrenta um impacto direto sobre o mercado de trabalho. Em poucos meses, mais de 22 mil empregos formais foram eliminados no Brasil, afetando instrutores, equipes administrativas e outros profissionais ligados à cadeia de formação de condutores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;São Paulo, principal mercado do segmento no País, registrou uma das situações mais críticas. Entre outubro de 2025 e fevereiro de 2026, o estoque de empregos formais caiu de forma expressiva, com perda de aproximadamente um terço dos postos de trabalho do setor, em apenas quatro meses.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados também mostram que o ritmo das demissões continua acelerando. Entre outubro de 2025 e fevereiro de 2026, os desligamentos cresceram 200% no Estado. Para o Sindiautoescola.SP, o cenário revela não apenas dificuldades operacionais, mas um problema estrutural que compromete a sustentabilidade econômica das empresas e a manutenção de profissionais qualificados no mercado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o Sindicato, o setor necessita de diálogo técnico e avaliação dos efeitos práticos da regulamentação para evitar novos fechamentos e ampliar a previsibilidade aos empresários. A preocupação também envolve a segurança viária e a continuidade da formação qualificada de novos condutores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A apuração integra as discussões do &lt;a href="https://representa.fecomercio.com.br/programa-i-nova"&gt;Programa (I)Nova&lt;/a&gt;, iniciativa voltada à modernização e ao fortalecimento dos Sindicatos Empresariais. A proposta é ampliar o debate sobre os impasses enfrentados pelas autoescolas e construir conteúdos que contribuam para informar empresários, trabalhadores e a sociedade sobre os reflexos das mudanças regulatórias no setor.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 19 May 2026 16:05:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Queda das passagens no IPCA não reflete cenário real do segmento aéreo]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/queda-das-passagens-no-ipca-nao-reflete-cenario-real-do-segmento-aereo</link><description>&lt;![CDATA[Metodologia do IBGE ajuda a explicar recuo de 14,45% em abril, mesmo em meio à alta do petróleo e do querosene de aviação]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A queda de 14,45% nas passagens a&amp;eacute;reas registrada pelo &amp;Iacute;ndice Nacional de Pre&amp;ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA), em abril, chamou a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o por destoar da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o vivida pela avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Enquanto o indicador apontava redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das tarifas, as companhias a&amp;eacute;reas acompanhavam a disparada do petr&amp;oacute;leo no mercado internacional, as tens&amp;otilde;es geopol&amp;iacute;ticas envolvendo o Ir&amp;atilde; e um reajuste superior a 50% no Querosene de Avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o (QAV), principal custo operacional do segmento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O resultado contrariou a l&amp;oacute;gica esperada para um per&amp;iacute;odo de forte press&amp;atilde;o sobre os combust&amp;iacute;veis, quando a tend&amp;ecirc;ncia seria de alta (e n&amp;atilde;o de queda) das tarifas. A explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para essa diverg&amp;ecirc;ncia est&amp;aacute; menos no comportamento do mercado e mais na metodologia utilizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&amp;iacute;stica (IBGE) para compor o IPCA.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo an&amp;aacute;lise do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho de Turismo&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, o &amp;iacute;ndice divulgado em abril refletiu tarifas pesquisadas ainda em fevereiro, antes do choque recente nos custos das companhias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/051ad1094b1c3311388a385908303657852f9888.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib fr-fil"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Queda no &amp;iacute;ndice n&amp;atilde;o traz al&amp;iacute;vio para o mercado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FecomercioSP, a metodologia ajuda a contextualizar os n&amp;uacute;meros divulgados e evita interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es distorcidas sobre a din&amp;acirc;mica da avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o no per&amp;iacute;odo. A queda registrada em abril n&amp;atilde;o significa que o consumidor encontrou passagens mais baratas naquele momento, mas que o &amp;iacute;ndice captou pre&amp;ccedil;os ofertados antes da press&amp;atilde;o mais intensa sobre os custos das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A tend&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; que os efeitos da alta do combust&amp;iacute;vel apare&amp;ccedil;am de forma mais clara nos pr&amp;oacute;ximos indicadores de infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, especialmente a partir de junho, quando os levantamentos j&amp;aacute; devem incorporar as tarifas reajustadas ap&amp;oacute;s a eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o do QAV e a press&amp;atilde;o internacional sobre os derivados de petr&amp;oacute;leo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o Turismo, a alta dos custos operacionais tende a pressionar margens, encarecer viagens e afetar a demanda nos pr&amp;oacute;ximos meses, em um ambiente ainda marcado pela volatilidade cambial e pelas incertezas do mercado internacional.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 19 May 2026 10:15:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[NR-1: o que é possível implementar agora?]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/nr-1-o-que-e-possivel-implementar-agora</link><description>&lt;![CDATA[‘FecomercioSP Orienta’ detalha processos para mapear riscos e organizar ações com base nos recursos que a empresa já tem]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Quest&amp;otilde;es como estresse ocupacional, press&amp;atilde;o excessiva por metas, jornadas extenuantes, aus&amp;ecirc;ncia de suporte organizacional e ass&amp;eacute;dio moral passaram a integrar formalmente a agenda de Seguran&amp;ccedil;a e Sa&amp;uacute;de no Trabalho (SST). Ainda que a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Norma Reguladora (NR-1), que incorpora os riscos psicossociais ao gerenciamento de riscos ocupacionais, esteja tomando a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas, ainda h&amp;aacute; d&amp;uacute;vidas quanto &amp;agrave; corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o de suas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es na busca da implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Neste momento, a principal d&amp;uacute;vida &amp;eacute;: o que j&amp;aacute; &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel implementar agora?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Neste epis&amp;oacute;dio do &lt;strong&gt;FecomercioSP Orienta&lt;/strong&gt;, Karina Negreli, assessora jur&amp;iacute;dica da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, e Jorge Matsumoto, s&amp;oacute;cio da &amp;aacute;rea Trabalhista do Bichara Advogados e professor no Insper, explicam como neg&amp;oacute;cios de diferentes portes podem come&amp;ccedil;ar a mapear riscos, organizar a&amp;ccedil;&amp;otilde;es preventivas e reduzir passivos trabalhistas. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;De concreto, &amp;eacute; importante olhar para o excesso de faltas, setores com afastamentos envolvendo adoecimento mental e sinais nesse sentido &amp;mdash; que, agora, exigem que a empresa mapeie as ocorr&amp;ecirc;ncias e comece a atacar onde isso &amp;eacute; mais cr&amp;iacute;tico dentro da companhia, al&amp;eacute;m do que est&amp;aacute; comprometendo a sa&amp;uacute;de dos trabalhadores&amp;rdquo;, enfatiza Karina. &amp;ldquo;O importante &amp;eacute; ter esse mapeamento e um plano de gest&amp;atilde;o de melhoria desse ambiente.&amp;rdquo;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse sentido, o neg&amp;oacute;cio deve identificar o problema, avaliar os riscos e priorizar como ser&amp;atilde;o tratados e reduzidos. &amp;ldquo;Um &amp;uacute;ltimo ponto &amp;eacute; monitorar e entender o que deu certo ou n&amp;atilde;o. E isso precisa ser feito continuamente de forma s&amp;eacute;ria. Quando se traz isso para a gest&amp;atilde;o, &amp;eacute; essencial lembrar que esse monitoramento, agora, faz parte da governan&amp;ccedil;a&amp;rdquo;, complementa Matsumoto.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Estrutura limitada das pequenas empresas&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A NR-1 n&amp;atilde;o obriga que seja utilizado um m&amp;eacute;todo espec&amp;iacute;fico, tampouco que esse invent&amp;aacute;rio de riscos seja feito por um profissional em um cargo espec&amp;iacute;fico. Dessa forma, o colaborador respons&amp;aacute;vel pelas quest&amp;otilde;es de sa&amp;uacute;de e seguran&amp;ccedil;a ocupacional, mesmo nas Pequenas e M&amp;eacute;dias Empresas (MPEs), j&amp;aacute; &amp;eacute; o primeiro parceiro para identificar as potenciais amea&amp;ccedil;as. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Pode-se, por exemplo, utilizar um question&amp;aacute;rio para aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de perguntas que apontem a exist&amp;ecirc;ncia de alguns riscos. Mas isso n&amp;atilde;o &amp;eacute; obrigat&amp;oacute;rio. Esse parceiro, ou algu&amp;eacute;m que conhe&amp;ccedil;a os processos internos da empresa, pode observar os dados de afastamento e queixas no RH e, a partir disso, gerar esse material que possa ser avaliado e mantido ao longo do tempo&amp;rdquo;, frisa Karina.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que &amp;eacute; obrigat&amp;oacute;rio para todas as empresas &amp;eacute; a an&amp;aacute;lise ergon&amp;ocirc;mica preliminar. Para as pequenas, com graus de risco 1 e 2, essa an&amp;aacute;lise vai servir como evid&amp;ecirc;ncia da preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o do neg&amp;oacute;cio em busca da identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de riscos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Come&amp;ccedil;ar bem n&amp;atilde;o &amp;eacute; come&amp;ccedil;ar caro, mas organizado. As PMEs podem, neste momento, fazer uso do que j&amp;aacute; t&amp;ecirc;m. Podem olhar o que j&amp;aacute; est&amp;aacute; materializado nos seis riscos psicossociais que a pr&amp;oacute;pria norma traz e trabalhar em cima disso&amp;rdquo;, salienta Matsumoto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esta edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m aborda os desafios de adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; norma e a necessidade de mais seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica para a sua aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable"&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ALGqpCCB1og?&amp;wmode=opaque&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 18 May 2026 16:53:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item></channel></rss>
