<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Pesquisas - Economia - FecomercioSP]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticias/economia/pesquisas</link><description>&lt;![CDATA[Descrição.]]</description><lastBuildDate>Thu, 14 May 2026 13:30:03 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Pesquisas - Economia - FecomercioSP]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticias/economia/pesquisas</link><url>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Economia]]</category><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category><item><title>&lt;![CDATA[Confiança do consumidor recua em setembro, e último trimestre do ano deve ter ritmo mais moderado no Comércio]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/confianca-do-consumidor-recua-em-setembro-e-ultimo-trimestre-do-ano-deve-ter-ritmo-mais-moderado-no-comercio</link><description>&lt;![CDATA[ICC caiu 10,6% na comparação com o mesmo período do ano passado; Intenção de consumo segue estável na capital paulista]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A incerteza do ambiente econômico levou o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) a recuar 1,5% em setembro, na capital paulista. Apurado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o indicador caiu 10,6% na comparação com o mesmo período do ano passado. Atualmente, o ICC está em 110,2 pontos. O índice varia de zero a 200 pontos — abaixo de 100 indica pessimismo e acima, otimismo. Apesar de ainda apontar confiança, o resultado mostra perda de fôlego.&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;Dentre os subíndices que compõem o ICC, o Índice das Condições Atuais (ICEA) foi o que mais influenciou as variações mensais e interanual do resultado. Em setembro, o ICEA recuou 2,1% frente a agosto, chegando a 105,8 pontos. Na comparação anual, a queda foi de 9,3% [gráfico 1].&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Gráfico 1]&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Índice das Expectativas do Consumidor (IEC)&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Índice das Condições Atuais (ICEA)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Série histórica (13 meses)&lt;br&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/5e7e4ead85c43c5b505c6e45be3c11d91bdcdbc4.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Alimentos e habitação puxam queda da confiança&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;O encarecimento de itens essenciais, como alimentos e habitação, continua sendo o principal fator para a percepção de perda do poder de compra dos consumidores. Além disso, o custo da energia elétrica acaba por comprometer o orçamento das famílias. O crédito ainda segue restrito e com juros elevados, limitando as aquisições de maior valor agregado, como bens duráveis. Também há de se mencionar os elevados índices de endividamento e inadimplência dos consumidores, o que deteriora a confiança, sobretudo porque o endividamento está concentrado no cartão de crédito rotativo — o mais caro e de maior risco ao orçamento familiar.&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;As conjunturas fiscal e política, marcadas por dúvidas a respeito da sustentabilidade das contas públicas, também contribuíram para enfraquecer as expectativas. Na comparação com setembro de 2024, a queda reflete, sobretudo, uma revisão do otimismo. De acordo com a FecomercioSP, no ano passado, havia expectativas em torno de cortes de juros e de uma retomada mais sólida da economia, projeções que não se concretizaram com a intensidade esperada em 2025. Embora o emprego se mantenha elevado, a renda real pouco avançou — o rendimento médio cresceu apenas em torno de 1% em termos reais —, enquanto a informalidade segue próxima de 40% da força de trabalho.&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;Além disso, indicadores recentes apontam desaceleração do ritmo de crescimento da economia, o que afeta de forma significativa a percepção dos consumidores. No cenário internacional, barreiras comerciais e tensões geopolíticas ampliaram a percepção de risco e limitaram a recuperação doméstica. O momento, agora, é de esperar o que virá das negociações entre Brasil e Estados Unidos sobre as tarifas de 50% impostas pelos país norte-americano a produtos brasileiros. No entanto, o impacto é mais psicológico e de expectativas, pois afeta o sentimento de estabilidade do mercado mesmo sem efeitos diretos imediatos no consumo doméstico. Esse descompasso entre expectativas e realidade resultou em um consumidor mais desconfiado e seletivo.&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Tabela 1]&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Índice de Confiança do Consumidor (ICC)&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Classe Social, gênero e idade&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Setembro&lt;br&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/20de15f680361915aa767dcfda37121d9747a9f6.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Último trimestre sem grandes expectativas&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;O fim do ano, segundo a FecomercioSP, deve ser mais moderado para o Comércio. Embora o calendário inclua datas importantes (como a Black Friday e o Natal), a tendência é de um comportamento mais racional, com foco em itens de necessidade imediata e mais sensibilidade a preços e condições de pagamento. Nesse contexto, empresas que conseguirem oferecer facilidades financeiras, ampliar a eficiência logística e investir em estratégias de retenção e fidelização terão vantagens competitivas.&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Intenção de consumo estável&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Enquanto o ICC mede a confiança no futuro e o ambiente econômico geral, o ICF captura a disposição imediata das famílias para consumir — ou seja, traduz o sentimento em comportamento. A Intenção de Consumo das famílias ficou estável em setembro, com queda de 0,4% em relação ao mês anterior, atingindo 105,8 pontos e recuando 0,1% no comparativo interanual [gráfico 2].&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Gráfico 2]&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Intenção de Consumo das Famílias (ICF)&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Série histórica (13 meses)&lt;br&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/cce0af69490bf34f33f9e464fd1f03648239b3ca.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No comparativo mensal, dos sete subíndices que compõem o indicador, três registraram resultados porcentuais negativos: perspectiva profissional (-2,9%), perspectiva de consumo (-2%) e nível de consumo atual (-0,9%). Quando se analisa a escala de pontuação, três subíndices ficaram na zona de pessimismo: perspectiva de consumo (95,1 pontos), nível de consumo atual (84,2 pontos) e momento para duráveis (70 pontos). Na comparação anual, momento para duráveis (-12,5%) e renda atual (-5,4%) apontaram quedas expressivas [tabela 2].&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Tabela 2]&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Índice de Consumo das Famílias (ICF)&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Setembro&lt;br&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/9321eb85f9616e16813fcbbb3f2e6f165e16358c.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Consumo por faixa de renda&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Entre as famílias com renda de até dez salários mínimos, a intenção de consumo caiu 0,5% no mês, alcançando 104 pontos. O endividamento, o crédito caro e o encarecimento de itens essenciais pressionaram esses lares. No entanto, no comparativo interanual, houve alta de 2,6%. O movimento reflete, segundo a Federação, a comparação com resultados mais baixos em 2024 e uma reposição gradual da renda, em decorrência da desaceleração do ritmo inflacionário [tabela 3].&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Tabela 3]&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Índice de Consumo das Famílias (até dez salários mínimos)&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/6b59e0b61ef0b01eb473ee3e22ebacc9e41b6946.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;No grupo de renda acima desse valor, houve estabilidade na comparação mensal (-0,1%), com 111 pontos. Entretanto, em comparação com setembro do ano passado, a intenção de consumir caiu 6,7%. Segundo a FecomercioSP, esse resultado pode ser explicado pela forma mais intensa com que o ambiente macroeconômico afeta essa parcela da população. Muitos consumidores revisaram as expectativas diante da frustração com a lentidão na redução dos juros e das incertezas fiscais e internacionais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Tabela 4]&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Índice de Consumo das Famílias (mais de dez salários mínimos)&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/6a6df9abed7a435fc2118d7de32499b07941b4d6.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Contexto exige estratégia diferenciada no varejo&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;No geral, os resultados do ICF apontam um cenário de descompasso entre curto e longo prazos, além de diferenças entre os estratos de renda. Enquanto as famílias de menor poder aquisitivo mantêm relativa resiliência em relação ao ano passado — sustentadas por ganhos marginais de renda e estímulos sazonais —, o público de maior poder aquisitivo mostra uma retração mais acentuada nas expectativas, o que pode comprometer o consumo agregado nos próximos meses.&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;No varejo, o empresariado precisa se atentar principalmente a duas estratégias: apostar em preços acessíveis, condições facilitadas de pagamento e promoções sazonais para consumidores mais sensíveis à renda; e investir em produtos de maior valor agregado — aliados a confiança, estabilidade e diferenciação na experiência de consumo —, voltados para as pessoas de maior poder aquisitivo.&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;Conforme a FecomercioSP já vem alertando, a recuperação do consumo e da confiança deve ocorrer de forma lenta e gradual, dependendo da consolidação da desaceleração inflacionária, da retomada gradual do crédito ao consumo, do avanço das reformas fiscais e da estabilidade no ambiente externo. Esses fatores continuam pressionados por uma política monetária contracionista, com a taxa Selic em 15% ao ano, e por expectativas de inflação ainda acima da meta (apesar da desaceleração do ritmo de alta do IPCA), o que dificulta uma reversão rápida do pessimismo.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 23 Oct 2025 10:17:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Turismo ganha tração e registra faturamento recorde no ano]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/turismo-atinge-novo-recorde-e-confirma-folego-em-meio-a-desaceleracao-da-economia</link><description>&lt;![CDATA[Receita de R$ 18,8 bilhões em agosto foi impulsionada por hotéis, aviação e transporte rodoviário; setor se descola da desaceleração da economia]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Turismo brasileiro registrou faturamento de R$ 18,8 bilhões em agosto, um avanço de 6,3% frente ao mesmo mês de 2024, segundo o levantamento da &lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;com dados do IBGE. Esse valor representa o maior patamar da série histórica para o período. No acumulado do ano, o setor já chega a um novo recorde de R$ 147 bilhões. Confira os detalhes a seguir.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/e457065ff6d94afa61455f2d99fe842431ad8601.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Destaques para o potencial de mercado&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;segmento de alojamento&lt;/strong&gt; liderou o crescimento do Turismo em agosto, com alta de 10,3% na comparação anual, acumulando uma elevação de 11,5% nos oito primeiros meses de 2025. Somente em agosto, a atividade faturou R$ 2,1 bilhões. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse reforço no desempenho está diretamente atrelado ao encarecimento das tarifas. Segundo o IBGE, a média dos preços subiu quase 9% no período de 12 meses. O Fórum dos Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb), por sua vez, aponta que a diária média cresceu de forma real 11,2% frente ao mesmo mês do ano anterior. A taxa de ocupação também avançou, embora de forma mais moderada, com variação positiva de 2,5% no mês.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro destaque de agosto ficou por conta do &lt;strong&gt;transporte aéreo&lt;/strong&gt;, com faturamento de R$ 5,07 bilhões — alta de 9,7% na comparação com o mesmo mês do ano passado, além de crescimento acumulado de 10,3% em 2025. A tarifa média, segundo&amp;nbsp;a&amp;nbsp;Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), manteve-se em patamar semelhante ao de agosto do ano passado. A demanda, entretanto, segue em forte expansão: foram transportados 8,7 milhões de passageiros, número recorde para o mês e 8,6% acima do total de 2024. A taxa de aproveitamento também atingiu o maior nível da série histórica, com 85,3% dos assentos ocupados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O&amp;nbsp;&lt;strong&gt;transporte rodoviário&lt;/strong&gt; de passageiros também apresentou um retorno forte no mês, com crescimento anual de 7% e faturamento de quase R$ 3,2 bilhões. Esse resultado indica que, com mais disponibilidade de renda, as famílias conseguem ampliar as viagens tanto aéreas quanto de ônibus, reduzindo a competição direta entre os dois modais, embora ainda exista alguma disputa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já o&amp;nbsp;&lt;strong&gt;setor de alimentação relacionado ao Turismo&lt;/strong&gt; teve um crescimento anual de 6% e faturamento próximo a R$ 3 bilhões. Apesar de o valor dos alimentos estarem em deflação média nos supermercados, serviços como bares e restaurantes continuam pressionados por diversos custos. O aumento do faturamento reflete tanto o crescimento da demanda quanto o reajuste dos preços.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outras atividades também tiveram altas, como:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;locação de meios de transporte (4,7%),&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;agências, operadoras e outros serviços de turismo (3,1%),&lt;/li&gt;&lt;li&gt;transporte aquaviário (2,6%).&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Apenas o grupo de atividades culturais, recreativas e esportivas sofreu queda, com retração de 5,4% e movimentação de aproximadamente R$ 1,3 bilhão em agosto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/00d04943417415635c01bfd78eecaa8af4b71b1d.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Turismo destoa da economia brasileira&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O desempenho do setor chama atenção por se destacar em um contexto de desaceleração da economia. O IBC-Br, indicador do Banco Central que antecipa o Produto Interno Bruto (PIB), mostra quedas consecutivas na atividade econômica. Mesmo assim, o Turismo mantém crescimento consistente sobre uma base já elevada, diante da alta de 6,4% em agosto de 2024. Isso reforça o potencial de expansão sem sinais de perda de fôlego.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A despeito do ritmo mais moderado da economia, o País mantém uma trajetória de expansão. As empresas seguem com investimentos em viagens corporativas, eventos, feiras e congressos. No lazer, o mercado de trabalho aquecido garante às famílias a continuidade no planejamento de viagens, favorecidas por tarifas aéreas mais estáveis. A tendência aponta para novos recordes do Turismo brasileiro nos próximos meses.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/7d11502db001c22b35eed00321b6573face269d2.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Análise regional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com os dados do levantamento da FecomercioSP, o Rio Grande do Sul continua liderando as variações anuais, com aumento de 16,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Em seguida, aparecem os Estados do Amazonas, com alta de 16,4%; e do Rio de Janeiro, com 11,3%. Completando o grupo dos cinco maiores crescimentos estão Mato Grosso do Sul, com elevação de 10,8%; e Ceará, com alta de 10,4%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Chama atenção o fato de os cinco maiores aumentos estarem distribuídos pelas cinco regiões do País, o que indica um cenário positivo em todo o território nacional, e não concentrado em áreas específicas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quanto às quedas, Santa Catarina lidera (-5,8%). No entanto, é importante lembrar que a base de comparação era bastante elevada, já que o Estado havia registrado crescimento próximo a 18% em agosto de 2024. Em seguida, aparecem Acre (-5,3%), Goiás (-2,1%) e Paraíba (-1,1%).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Desempenho paulista&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Turismo no Estado de São Paulo faturou R$ 4,63 bilhões, o que representa um aumento anual de 4,7%. Os indicadores monitorados pela Secretaria de Turismo do Estado reforçam esse resultado favorável, com crescimento no fluxo de passageiros nos terminais rodoviários e aéreos em comparação com agosto do ano passado, impulsionando toda a cadeia econômica paulista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora possam existir diferenças nas magnitudes das variações entre as fontes, as tendências observadas são semelhantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/625b188fa881040b2585b85381ee9057c4b2d0ad.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 17 Oct 2025 15:20:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Confiança das empresas varejistas de São Paulo atinge menor nível em quatro anos, aponta FecomercioSP]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/confianca-das-empresas-varejistas-de-sao-paulo-atinge-menor-nivel-em-quatro-anos-aponta-fecomerciosp</link><description>&lt;![CDATA[Expectativa dos empresários em relação ao futuro desaba em setembro, registrando menor patamar desde julho de 2020]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O sentimento de pessimismo entre os empres&amp;aacute;rios do varejo paulistano se aprofundou em setembro. O &lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de Confian&amp;ccedil;a do Empres&amp;aacute;rio do Com&amp;eacute;rcio (ICEC)&lt;/strong&gt;, produzido pela &lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP),&lt;/strong&gt; caiu 5,9%, ao passar de 99,8 pontos, em agosto, para 93,9 pontos, em setembro &amp;mdash; &amp;eacute; a segunda queda seguida atingindo a menor pontua&amp;ccedil;&amp;atilde;o desde junho de 2021 [gr&amp;aacute;fico 1]. No comparativo anual, o indicador exibiu queda de 13,9%, a oitava consecutiva.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de Confian&amp;ccedil;a do Empres&amp;aacute;rio do Com&amp;eacute;rcio (ICEC)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;S&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica &amp;mdash; 13 meses&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/dc6eaf1dcbb7b8d69732a0006794721383065fd6.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;De acordo com a FecomercioSP, o cen&amp;aacute;rio &amp;eacute; marcado por incertezas e preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es com a desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da atividade econ&amp;ocirc;mica. Como a Entidade j&amp;aacute; havia alertado, embora as vendas estivessem apresentando bons resultados, o dia a dia das empresas ainda &amp;eacute; de muita dificuldade, com margens apertadas, cr&amp;eacute;dito caro, empr&amp;eacute;stimos contra&amp;iacute;dos durante a pandemia que ainda est&amp;atilde;o sendo pagos, entre outros fatores que afetam a rentabilidade e a lucratividade. Os dados de neg&amp;oacute;cios em recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o judicial ou que faliram comprovam esse quadro dif&amp;iacute;cil, que reflete na confian&amp;ccedil;a.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os tr&amp;ecirc;s componentes do ICEC &amp;mdash; o &amp;Iacute;ndice das Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Atuais do Empres&amp;aacute;rio do Com&amp;eacute;rcio (ICAEC), o &amp;Iacute;ndice de Expectativa do Empres&amp;aacute;rio do Com&amp;eacute;rcio (IEEC) e o &amp;Iacute;ndice de Investimento do Empres&amp;aacute;rio do Com&amp;eacute;rcio (IIEC) &amp;mdash; recuaram no comparativo mensal [gr&amp;aacute;fico 2]. A escala de pontua&amp;ccedil;&amp;atilde;o varia de 0 (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total), sendo que a fronteira dos 100 pontos separa o pessimismo do otimismo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Sub&amp;iacute;ndices do ICEC &amp;mdash; ICAEC, IEEC e IIEC&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Agosto de 2024 a agosto de 2025&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/244c8272508c012476533df3c61e6dba4f425077.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;O recuo de 6,5% do ICAEC, marcando 69,1 pontos em setembro, evidencia esse sentimento de insatisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de extrema dificuldade para manter as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es rotineiras, agravado pelos juros elevados e pela desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, at&amp;eacute; mesmo, pela queda nas vendas. &amp;Eacute; o menor patamar desde julho de 2021 e est&amp;aacute; 15,7% abaixo do registrado em setembro do ano passado. Al&amp;eacute;m disso, &amp;eacute; o item de pior avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ICEC &amp;mdash; &amp;eacute; o 31&amp;ordm; m&amp;ecirc;s consecutivo em que o ICAEC se mant&amp;eacute;m na linha do pessimismo. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A pol&amp;iacute;tica econ&amp;ocirc;mica com aumento de impostos e os juros elevados tamb&amp;eacute;m est&amp;atilde;o afetando as expectativas dos empres&amp;aacute;rios quanto ao futuro, como mostra o IEEC. O indicador caiu pelo terceiro m&amp;ecirc;s seguido, com varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o negativa de 7,7% registrando &amp;nbsp;113,7 pontos em setembro, a menor pontua&amp;ccedil;&amp;atilde;o desde julho de 2020, per&amp;iacute;odo da pandemia. No comparativo anual, a queda &amp;eacute; ainda mais expressiva (-19%). &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Voltando para a zona de pessimismo, o IIEC passou de 102,3 pontos, em agosto, para 98,9 pontos, em setembro &amp;mdash; queda de 3,2%. Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FecomercioSP, com o indicador flutuando em torno dos 100 pontos nos &amp;uacute;ltimos meses, os empres&amp;aacute;rios est&amp;atilde;o adotando uma postura mais cautelosa em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a novos investimentos frente &amp;agrave; inseguran&amp;ccedil;a e aos juros elevados. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Grandes empresas voltam para zona de pessimismo ap&amp;oacute;s 5 anos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na segmenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o por porte, a confian&amp;ccedil;a das grandes empresas (acima de 50 funcion&amp;aacute;rios) voltou a ficar na zona de &amp;nbsp;pessimismo ap&amp;oacute;s cinco anos, desde a pandemia. O ICEC das grandes companhias paulistas caiu 10,9%, ao passar de 107,3 pontos, em agosto, para 95,6 pontos, em setembro.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse recuo foi motivado, principalmente, pela deteriora&amp;ccedil;&amp;atilde;o das expectativas em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao futuro, que caiu 14,6% em setembro, registrando 104,2 pontos, menor patamar desde julho de 2020. Entre maio e setembro, essas expectativas desabaram 26,1%. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;J&amp;aacute; a percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o das grandes empresas quanto ao momento atual, medida pelo ICAEC, est&amp;aacute; na zona de pessimismo pelo s&amp;eacute;timo m&amp;ecirc;s seguido. Em setembro, caiu 10,2%, passando de 82 para 73,7 pontos, menor patamar desde setembro de 2020. O IIEC tamb&amp;eacute;m recuou: -7,6% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a agosto, marcando 108,8 pontos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ICEC das pequenas empresas (at&amp;eacute; 50 empregados) recuou 5,7%, ao passar de 99,6 pontos, em agosto, para 93,9 pontos, em setembro, assim como seus componentes. O ICAEC, por sua vez, retraiu 6,4%, marcando 69 pontos, menor n&amp;iacute;vel desde julho de 2021. O IEEC sofreu queda de 7,5% (para 113,9 pontos) e o IIEC caiu 3,1% (para 98,7 pontos).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um dado que chama a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; que as expectativas das grandes empresas em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao futuro est&amp;atilde;o piores do que as das menores. Em setembro, o indicador foi de 104,2 pontos para as grandes, contra 113,9 pontos para as pequenas. O resultado preocupa, j&amp;aacute; que, em geral, as grandes empresas costumam ser mais bem informadas sobre movimentos e tend&amp;ecirc;ncias de mercado. Isso pode indicar que essas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es j&amp;aacute; estejam antecipando um cen&amp;aacute;rio de desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash; e at&amp;eacute; mesmo de crise &amp;mdash; para 2026.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Expectativa de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de funcion&amp;aacute;rios &amp;eacute; a pior desde 2020&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &amp;Iacute;ndice de Expans&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio do Munic&amp;iacute;pio de S&amp;atilde;o Paulo (IEC), tamb&amp;eacute;m medido pela FecomercioSP, registrou, em setembro, a segunda retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o consecutiva. O indicador recuou 4,4%, passando de 105,7 para 101 pontos [gr&amp;aacute;fico 3].&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de Expans&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio (IEC)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Agosto de 2024 a agosto de 2025&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/ef6ca33f3120343433dfc2aa671be66cd920b2ed.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;Ap&amp;oacute;s as principais datas comemorativas do varejo no primeiro semestre &amp;mdash; como o Dia das M&amp;atilde;es e o Dia dos Namorados, al&amp;eacute;m do Dia dos Pais, em agosto &amp;mdash;, o sub&amp;iacute;ndice que avalia a Expectativa de Contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Funcion&amp;aacute;rios (ECF) apresentou queda de 6,2%, ao passar de 114,7 para 107,6 pontos. Esse resultado, que representa a segunda baixa seguida, marca a menor pontua&amp;ccedil;&amp;atilde;o desde maio de 2021, durante o per&amp;iacute;odo mais cr&amp;iacute;tico da pandemia. Na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual, o recuo &amp;eacute; ainda mais expressivo (-12,3%).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro componente do &amp;iacute;ndice, o N&amp;iacute;vel de Investimento do Empres&amp;aacute;rio (NIE), tamb&amp;eacute;m sofreu retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o em setembro, caindo 2,3% e alcan&amp;ccedil;ando 94,5 pontos. O indicador segue abaixo da marca dos 100 pontos, na zona de pessimismo, refletindo a postura conservadora dos empres&amp;aacute;rios quanto a investimentos em m&amp;aacute;quinas, equipamentos, reformas e abertura de lojas. Em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo m&amp;ecirc;s do ano passado, a queda acumulada &amp;eacute; de 2,9%. &lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 14 Oct 2025 14:01:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Endividamento em São Paulo atinge pico em dois anos, apesar da estabilidade na inadimplência]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/endividamento-em-sao-paulo-atinge-pico-em-dois-anos-apesar-da-estabilidade-na-inadimplencia-1</link><description>&lt;![CDATA[Quase 3 milhões de famílias da capital paulista têm alguma dívida; inadimplência se mantém acima do registrado em setembro de 2023]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O endividamento atingiu 72,7% das famílias paulistanas em setembro — chegando ao maior nível desde junho de 2023, quando alcançava 72,8% dos lares. Os dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), da &lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;, apontam um avanço em comparação com agosto, quando esse porcentual era de 71,5%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/0b23ae1a54ed20a14d305b3b56094953bf40193b.png" style="width: 533px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em termos absolutos, são quase 3 milhões de famílias com algum tipo de dívida na cidade, 50 mil a mais em apenas um mês e pouco mais de 200 mil na comparação interanual. Dentre as faixas de renda, os lares com até dez salários mínimos apresentaram uma elevação do endividamento. O porcentual passou de 75,1%, em agosto, para 76%, no nono mês do ano. Já entre os que recebem acima desse valor, o índice cresceu de 60,9% para 62,9%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No sentido contrário, o tempo médio de comprometimento com as dívidas recuou para sete meses, ao passo que o porcentual dos recursos comprometidos ficou praticamente estável, passando de 26,5% para 26,6%. O cartão de crédito permanece na liderança entre os tipos de compromissos não quitados, com quase 80%, seguido do crédito pessoal (12%) e do consignado, que representa 4,5% das dívidas familiares.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/cb023af4a187a4fc76e0fe5d5519adf396e4a255.png" style="width: 533px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pesquisa de Inadimplência do Consumidor (PEIC)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inadimplência estável&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enquanto o endividamento avançou, a inadimplência se manteve estável. Atualmente, 22,7% dos lares têm dívidas atrasadas, mesmo porcentual de agosto — embora acima do registrado em setembro de 2023, quando esse número era de 18,9%. São 931,6 mil famílias com contas em atraso, um crescimento de 160 mil em um ano.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avaliação por classe social, os grupos que recebem até dez salários mínimos mostraram estabilidade, passando de 27,1%, em agosto, para 27,2%, em setembro. Entre os que recebem acima desse valor, a taxa recuou de 11,7% para 11,5%. O tempo médio de atraso, por sua vez, cresceu de 63,3 para 63,8 dias, porém mais da metade dos inadimplentes está com débitos vencidos há mais de 90 dias.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apenas 10,8% das famílias declararam que têm intenção de contrair crédito ou financiamento nos próximos três meses. Esse é o menor patamar desde julho de 2023. Dentre essas, 82,5% afirmam que o objetivo é usar esse recurso para o consumo e 12,1%, para o pagamento de dívidas. O porcentual de famílias que não conseguirão quitar os débitos em atraso avançou para 9,6% em setembro, atingindo o maior índice desde abril de 2023 (9,8%). Em números absolutos, são 393,5 mil famílias.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/ad7190c53ccd11e5853170dfa1ab0d2d9737284f.png" style="width: 533px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Famílias que não terão condição de pagar as dívidas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avaliação da FecomercioSP, o endividamento elevado não é, necessariamente, um fator negativo. Muitas pessoas recorrem ao crédito para manter o consumo diário, já que nem sempre conseguem absorver as despesas à vista. A estabilidade na inadimplência mostra que, embora os lares dependam, cada vez mais, do crédito para manter o consumo cotidiano, a combinação de mercado de trabalho aquecido e inflação mais baixa tem favorecido o cumprimento dos compromissos financeiros. Sendo assim, a tendência, no médio prazo, é que esse cenário contribua também para a melhoria no perfil dos atrasos, abrindo espaço no orçamento familiar para a quitação das dívidas acumuladas.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 13 Oct 2025 14:29:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Nova plataforma de pesquisas e índices apoia a gestão de negócios]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/nova-plataforma-de-pesquisas-e-indices-apoia-a-gestao-de-negocios</link><description>&lt;![CDATA[Ferramenta reúne estudos e indicadores desenvolvidos pela FecomercioSP para embasar decisões estratégicas]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; acaba de lan&amp;ccedil;ar uma nova &amp;aacute;rea de pesquisas e &amp;iacute;ndices econ&amp;ocirc;micos. O espa&amp;ccedil;o digital oferece informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es estrat&amp;eacute;gicas voltadas para os setores do Com&amp;eacute;rcio, dos Servi&amp;ccedil;os e do Turismo. O objetivo &amp;eacute; oferecer um acervo de estudos, sondagens, relat&amp;oacute;rios t&amp;eacute;cnicos e an&amp;aacute;lises de conjuntura que apoiem empreendedores, sindicatos empresariais filiados e gestores p&amp;uacute;blicos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O canal nasce como parte do compromisso de fortalecer as representatividades empresarial da FecomercioSP, garantindo que as demandas do setor produtivo sejam fundamentadas em dados atualizados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Um avan&amp;ccedil;o para a tomada de decis&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m de aumentar a previsibilidade das perspectivas dos setores representados, os conte&amp;uacute;dos norteiam o advocacy institucional da Entidade, oferecendo subs&amp;iacute;dios t&amp;eacute;cnicos em di&amp;aacute;logos com os poderes Legislativo e Executivo, sobretudo em pautas econ&amp;ocirc;micas, regulat&amp;oacute;rias e de tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Antecipar movimentos&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os principais recursos dispon&amp;iacute;veis na plataforma, destacam-se:&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;dados sobre endividamento e inadimpl&amp;ecirc;ncia (PEIC);&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;dados sobre varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do saldo de empregos (PESP);&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;dados sobre otimismo e pessimismo do empresariado paulistano (ICEC-IEC);&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;dados sobre otimismo e pessimismo dos consumidores (ICF-ICC);&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;dados sobre faturamento do varejo paulista (PCCV);&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;dados sobre faturamento e varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es do setor tur&amp;iacute;stico (IMAT).&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Com essa plataforma, damos um passo fundamental para tornar as an&amp;aacute;lises e os dados produzidos pela FecomercioSP ainda mais acess&amp;iacute;veis e aplic&amp;aacute;veis ao dia a dia de empres&amp;aacute;rios e sindicatos. &amp;Eacute; uma ferramenta feita para ampliar a voz do setor produtivo com base em evid&amp;ecirc;ncias&amp;rdquo;, afirma presidente em exerc&amp;iacute;cio da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ivo Dall&amp;rsquo;Acqua J&amp;uacute;nior.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://pesquisas.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;strong&gt;Clique aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; para acessar a nova plataforma de pesquisas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 10 Oct 2025 15:29:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[PIB cresce 0,4% no segundo trimestre, mas dá sinais de desaceleração]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/pib-cresce-0-4-no-segundo-trimestre-mas-da-sinais-de-desaceleracao</link><description>&lt;![CDATA[Serviços e consumo das famílias seguem sustentando a economia, mas investimentos recuam devido aos juros elevados]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;' id="isPasted"&gt;O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro avan&amp;ccedil;ou 0,4% de maio a junho de 2025, resultado ligeiramente acima das expectativas do mercado. O desfecho confirma, entretanto, um movimento de desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao crescimento de 1,3% registrado no primeiro trimestre. A economia come&amp;ccedil;a a dar sinais mais claros de acomoda&amp;ccedil;&amp;atilde;o diante da combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de juros altos, menor est&amp;iacute;mulo fiscal e um ambiente externo menos favor&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;&lt;strong&gt;Desempenho pela &amp;oacute;tica da oferta&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Os Servi&amp;ccedil;os permaneceram como principal motor do crescimento, com expans&amp;atilde;o de 0,6% no trimestre. O setor segue beneficiado pela resili&amp;ecirc;ncia do mercado de trabalho e da demanda interna, com destaque para transportes, tecnologia e servi&amp;ccedil;os financeiros. J&amp;aacute; o Com&amp;eacute;rcio se manteve praticamente est&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;A Ind&amp;uacute;stria apresentou crescimento de 0,5%, mas com desempenho desigual entre os segmentos. As atividades extrativas avan&amp;ccedil;aram 5,4%, impulsionadas pela alta na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de petr&amp;oacute;leo e min&amp;eacute;rio de ferro. Em contrapartida, a ind&amp;uacute;stria de transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o recuou, pressionada pela queda na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bens dur&amp;aacute;veis e pelo custo elevado do cr&amp;eacute;dito. A constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o civil tamb&amp;eacute;m registrou retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, refletindo os impactos negativos diretos da taxa Selic elevada.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Ap&amp;oacute;s o resultado excepcional do primeiro trimestre, quando colheu os frutos de uma supersafra, a Agropecu&amp;aacute;ria caiu 0,1%.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;&lt;strong&gt;Desempenho pela &amp;oacute;tica da demanda&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;O consumo das fam&amp;iacute;lias avan&amp;ccedil;ou 0,5% e continua sendo um dos pilares de sustenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da atividade econ&amp;ocirc;mica. Mesmo em um cen&amp;aacute;rio de cr&amp;eacute;dito caro, a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da renda real, os programas sociais e a estabilidade no emprego t&amp;ecirc;m contribu&amp;iacute;do para manter o mercado aquecido.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;O dado mais preocupante veio dos Investimentos: a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o bruta de capital fixo recuou 2,2%, interrompendo a sequ&amp;ecirc;ncia de resultados positivos observados nos trimestres anteriores. A retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bens de capital e a desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o civil explicam boa parte desse desempenho.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;No setor Externo, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es cresceram 0,7%, enquanto as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es ca&amp;iacute;ram 2,9%, garantindo contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o l&amp;iacute;quida positiva para o PIB.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;&lt;strong&gt;Perspectivas&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;O resultado do segundo trimestre mostra que a economia nacional ainda cresce, mas com sinais claros de perda de tra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Servi&amp;ccedil;os e Consumo seguem sustentando o ritmo, mas os Investimentos e a Ind&amp;uacute;stria j&amp;aacute; sentem de forma mais intensa os efeitos da pol&amp;iacute;tica monet&amp;aacute;ria restritiva.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Para a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, o desafio nos pr&amp;oacute;ximos meses ser&amp;aacute; equilibrar a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mercado com a necessidade de controle inflacion&amp;aacute;rio em um cen&amp;aacute;rio global que permanece inst&amp;aacute;vel. Nesse contexto, a Entidade refor&amp;ccedil;a a import&amp;acirc;ncia da implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um programa consistente de ajuste fiscal, capaz de garantir previsibilidade e confian&amp;ccedil;a para os investidores e os empres&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 05 Sep 2025 15:37:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Carta de Conjuntura do CSESP, da FecomercioSP: os EUA de hoje lembram o Brasil de 2014]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/carta-de-conjuntura-do-csesp-da-fecomerciosp-os-eua-de-hoje-lembram-o-brasil-de-2014</link><description>&lt;![CDATA[Publicação mensal aponta para a desvalorização do dólar e destaca como as tarifas de Trump vão afetar os setores mais sensíveis às trocas econômicas]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; subindo no varejo norte-americano. Os dados t&amp;ecirc;m mostrado que, de 2023 para c&amp;aacute;, depois de uma queda brusca, o indicador oscila para cima em cada nova medi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A atividade econ&amp;ocirc;mica dos EUA est&amp;aacute; aquecida, assim como o consumo, elevando os pre&amp;ccedil;os e for&amp;ccedil;ando o Banco Central &amp;ndash; o FED &amp;ndash; a agir nos juros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ponto &amp;eacute; que pol&amp;iacute;ticas expansionistas da Casa Branca, sobretudo nos sentidos fiscal e monet&amp;aacute;rio, est&amp;atilde;o gerando desequil&amp;iacute;brios significativos. &amp;Eacute; um cen&amp;aacute;rio bem parecido ao Brasil de 2014, pr&amp;eacute;-crise econ&amp;ocirc;mica: dinamismo econ&amp;ocirc;mico at&amp;eacute; que em alta, mas pol&amp;iacute;ticas desequilibradas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ponto &amp;eacute; que a press&amp;atilde;o do governo de Donald Trump pode estar fazendo efeito. O presidente do FED, Jerome Powell, deixou a entender que haver&amp;aacute; queda da taxa de juros j&amp;aacute; em setembro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;Eacute; uma m&amp;aacute; not&amp;iacute;cia. Haver&amp;aacute; melhora no curto prazo, mas problemas no futuro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;Carta de Conjuntura&lt;/strong&gt; de agosto, publicada hoje pelo &lt;strong&gt;Conselho Superior de Economia, Sociologia e Pol&amp;iacute;tica (CSESP)&lt;/strong&gt;, da FecomercioSP, aponta para dois efeitos disso ao Brasil: o primeiro &amp;eacute; que o d&amp;oacute;lar ficar&amp;aacute; desvalorizado. A moeda j&amp;aacute; saiu de R$ 6,20, em janeiro, para R$ 5,43, em agosto &amp;ndash; uma retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 12,4%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, as tarifas de Trump, que permanecem no horizonte ainda que as negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es estejam em curso, v&amp;atilde;o afetar os setores mais sens&amp;iacute;veis &amp;agrave;s trocas econ&amp;ocirc;micas com os EUA.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A carta, publicada nesta quarta-feira (27), pode ser acessada &lt;a href="https://fecomercio.com.br/upload/file/cb15945e29f40f4a6b7360a46442550278fed8c7.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O documento ainda explora como &lt;strong&gt;os juros altos&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;est&amp;atilde;o come&amp;ccedil;ando a surtir seus efeitos na economia brasileira s&amp;oacute; agora, com retra&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos setores produtivos e no consumo. O com&amp;eacute;rcio ampliado caiu 2,5%, por exemplo, enquanto a ind&amp;uacute;stria ficou est&amp;aacute;vel (0,1%) pelos dados de junho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;No geral, a conjuntura &amp;eacute; bastante complexa&amp;rdquo;, diz &lt;strong&gt;Antonio Lanzana&lt;/strong&gt;, presidente do CSESP. &amp;ldquo;A infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o em alta nos EUA e a perda de ritmo da China v&amp;atilde;o dar a t&amp;ocirc;nica dos pa&amp;iacute;ses emergentes, com moedas mais valorizadas, mas um parceiro paralelo [&lt;em&gt;a China&lt;/em&gt;] mais enfraquecido&amp;rdquo;, continua.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 26 Aug 2025 17:57:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Setor do Turismo registra faturamento recorde em abril e mantém trajetória de crescimento ]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/setor-do-turismo-registra-faturamento-recorde-em-abril-e-mantem-trajetoria-de-crescimento</link><description>&lt;![CDATA[Avanço de 10,4% na comparação anual reflete aquecimento da demanda, maior renda das famílias e impacto dos feriados prolongados]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;' id="isPasted"&gt;O Turismo nacional encerrou abril com faturamento recorde de R$ 17,5 bilh&amp;otilde;es, segundo levantamento da &lt;a href="https://fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, com base em dados do IBGE. O resultado representa um avan&amp;ccedil;o de 10,4% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo per&amp;iacute;odo de 2024 e estabelece o maior valor da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica iniciada em 2012 para o m&amp;ecirc;s de abril.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;No acumulado dos &amp;uacute;ltimos 12 meses, o faturamento alcan&amp;ccedil;ou outro recorde: R$ 73,2 bilh&amp;otilde;es, o que corresponde a um crescimento de 5,2% no per&amp;iacute;odo e um aumento de R$ 4,7 bilh&amp;otilde;es para o setor.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;O desempenho expressivo foi impulsionado, sobretudo, pelo transporte a&amp;eacute;reo, que cresceu 14,7% no m&amp;ecirc;s, somando R$ 4,5 bilh&amp;otilde;es em faturamento &amp;mdash; o maior patamar hist&amp;oacute;rico para abril. O segmento respondeu por 26% do total do Turismo nacional, sustentado por uma combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de demanda aquecida e tarifas est&amp;aacute;veis, segundo dados da Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de Avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o Civil (Anac). O volume de passageiros transportados cresceu cerca de 10%, acompanhando o recorde tamb&amp;eacute;m no indicador passageiro por quil&amp;ocirc;metro transportado.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;A an&amp;aacute;lise da FecomercioSP indica que o ambiente econ&amp;ocirc;mico favor&amp;aacute;vel &amp;mdash; com taxa de desemprego no menor n&amp;iacute;vel da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica, aumento da renda e manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do cr&amp;eacute;dito &amp;mdash; tem sustentado o crescimento do setor. Al&amp;eacute;m disso, a sequ&amp;ecirc;ncia de feriados prolongados do m&amp;ecirc;s, Sexta-feira da Paix&amp;atilde;o e Tiradentes, seguidos pelo de 1&amp;ordm; de Maio, que tamb&amp;eacute;m caiu em uma quinta-feira, favoreceu o aumento das viagens, especialmente na categoria lazer.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;O maior crescimento porcentual no m&amp;ecirc;s foi observado no segmento de alojamento, que avan&amp;ccedil;ou 23,7%, totalizando R$ 2,1 bilh&amp;otilde;es em faturamento. Esse desempenho est&amp;aacute; associado ao aumento das di&amp;aacute;rias, que, segundo o IBGE, subiram quase 12% em um ano. Dados do F&amp;oacute;rum de Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb) apontam alta real de 15,7% na di&amp;aacute;ria m&amp;eacute;dia, com estabilidade na taxa de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Os servi&amp;ccedil;os de alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m registraram aumento, o que equivale a um crescimento de 13% e movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de R$ 2,68 bilh&amp;otilde;es no m&amp;ecirc;s. A infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o da alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o fora do domic&amp;iacute;lio, que acumula 7,61% em 12 meses e est&amp;aacute; acima do &amp;iacute;ndice geral, reflete alta dos custos operacionais do setor.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Outros segmentos, como ag&amp;ecirc;ncias de viagens, operadores tur&amp;iacute;sticos e servi&amp;ccedil;os correlatos, cresceram 8,3%, enquanto a loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ve&amp;iacute;culos e outros meios de transporte avan&amp;ccedil;ou 8,1%, tamb&amp;eacute;m pressionada pela eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos pre&amp;ccedil;os, que foi de 11,12%, de acordo com o IBGE.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Apesar do cen&amp;aacute;rio macroecon&amp;ocirc;mico mais desafiador, com juros elevados e infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o pressionando, os dados demonstram a resili&amp;ecirc;ncia do setor no Brasil. O bom resultado do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, com alta de 1,4%, e o ambiente de mercado de trabalho aquecido favorecem tanto o turismo de lazer quanto o corporativo, que seguem em expans&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;&lt;strong&gt;Panorama regional: crescimento disseminado pelo Pa&amp;iacute;s&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;O levantamento da FecomercioSP mostra que 20 dos 27 Estados apresentaram crescimento no faturamento do Turismo em abril; apenas um se manteve est&amp;aacute;vel, enquanto seis registraram retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Entre os que sofreram queda, Rond&amp;ocirc;nia com menos 9,3%, Mato Grosso com menos 9,2%, e Roraima com menos 3,2% foram os que apresentaram os piores n&amp;uacute;meros no per&amp;iacute;odo.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;O destaque positivo foi o Tocantins, com crescimento de 33,4%, resultado influenciado por uma base de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais baixa, uma vez que o estado havia registrado queda de 10,1% no mesmo m&amp;ecirc;s do ano anterior. Bahia com 17,7%, Rio de Janeiro com 16,5% e Cear&amp;aacute; com 15,7% tamb&amp;eacute;m se destacaram, impulsionados pelo fluxo tur&amp;iacute;stico nos feriados prolongados.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;O Estado de S&amp;atilde;o Paulo, respons&amp;aacute;vel por cerca de um ter&amp;ccedil;o do faturamento do Turismo nacional, cresceu 11,7%, refor&amp;ccedil;ando a relev&amp;acirc;ncia do setor na economia paulista. No Sul, o Rio Grande do Sul voltou a apresentar desempenho positivo, com alta de 8,2% ap&amp;oacute;s 12 meses de retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, efeito das enchentes cujo impacto se deu a partir de abril do ano anterior. A expectativa &amp;eacute; de recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais intensa nos pr&amp;oacute;ximos meses.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;O comportamento do setor indica um crescimento n&amp;atilde;o concentrado, ou seja, distribu&amp;iacute;do por diferentes regi&amp;otilde;es, destacando a import&amp;acirc;ncia do Turismo como vetor relevante para a economia nacional.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 18 Jun 2025 13:47:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[turismo no brasil]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Comércio paulista fecha o primeiro trimestre em queda]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/comercio-paulista-fecha-1o-trimestre-em-queda-servicos-geram-114-mil-vagas-mas-ritmo-perde-forca</link><description>&lt;![CDATA[Inadimplência, juros elevados e quedas no consumo e na confiança explicam recuo do emprego formal no Estado, avalia FecomercioSP]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O mercado de trabalho apontou uma deterioração preocupante no primeiro trimestre deste ano, segundo dados da &lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).&lt;/strong&gt; Após uma perda de 17.394 vagas em janeiro, o saldo do emprego celetista no Comércio paulista apresentou recuperação em fevereiro, com a criação de 15.331 postos de trabalho, mas voltou a cair em março, registrando um déficit de 3.313 vagas, puxado, principalmente, pelo varejo. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avaliação da Federação, a queda no consumo, os juros elevados, o aumento na inadimplência e a menor confiança em relação à economia foram os principais fatores que influenciaram esse resultado.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;[Gráfico 1]&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Saldo do Emprego Celetista no Comércio do Estado de São Paulo&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Série histórica (13 meses)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/e73ffb582f786c17a5f407eb90b290ec58dd1c36.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: novo Caged&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Elaboração: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;No acumulado entre janeiro e março, o varejo registrou a perda de 13.443 vagas, enquanto o atacado e o segmento de veículos apresentaram saldos positivos de 5.552 e 2.630 postos de trabalho, respectivamente — embora ambos também tenham desacelerado as contratações. Com isso, o saldo total do período foi negativo em 5.261 vagas. O resultado geral foi comprometido pelo comércio varejista, apesar de os demais segmentos ainda terem gerado empregos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;[Tabela 1]&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Movimentação do Emprego Celetista no Comércio do Estado de São Paulo&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;1º Trimestre de 2025&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/e7fbb96e0073a32829d42f08a12409c7578b5759.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: novo Caged&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Elaboração: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Março apresentou o pior desempenho do trimestre, com um saldo negativo de 3.313 vagas, resultado de 149.357 demissões e 146.044 admissões. Mais uma vez, o comércio varejista foi o principal responsável, com a perda de 3.901 vagas — volume superior ao saldo negativo total, já que os outros segmentos compensaram parcialmente com saldos positivos. O atacado criou 471 novas vagas e o comércio e reparação de veículos, 117 postos de trabalho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;Só em março, o comércio varejista concentrou mais de 40% das perdas de vagas no trimestre, indicando uma mudança brusca na demanda interna, crédito mais restrito e/ou ajustes pós-sazonais mais prolongados que o normal. Nos segmentos de atacado e veículos, a desaceleração pode estar relacionada a cautela dos empresários na reposição de estoques e ajustes na estrutura operacional, diante das incertezas do ambiente macroeconômico.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;[Tabela 2]&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Movimentação do Emprego Celetista no Comércio do Estado de São Paulo&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Março 2025&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/af613751d1ab4ef448e09628e5fd99cba1d22edb.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;Fonte: novo Caged&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Elaboração: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a FecomercioSP, ainda que os dados do Produto Interno Bruto (PIB) e das vendas não reflitam esse movimento, o mercado de trabalho pode estar antecipando um problema. Caso os próximos meses confirmem a tendência negativa observada até aqui, os impactos poderão se estender ao emprego, à renda e à atuação do Comércio e dos Serviços como um todo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mercado de trabalho na capital paulista&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na capital paulista, o cenário também é parecido. Embora o saldo acumulado no primeiro trimestre tenha sido positivo (4 vagas, após 125.831 admissões e 125.827 desligamentos), o mês de março, que terminou com saldo negativo de 305 postos de trabalho, reverteu quase todos os ganhos anteriores, revelando uma piora nas condições do mercado de trabalho local. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além do comércio varejista (que perdeu 2.477 postos no ano), contribuíram para esse contexto a desaceleração nos setores de atacado (1.695 novos postos de trabalho) e veículos (criação de 786 vagas), sinalizando maior cautela empresarial e que o setor ainda depende de uma recuperação mais consistente da demanda para sustentar contratações. Com esses resultados, o estoque de empregos formais nos primeiros três meses do ano soma 599.636 postos. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Serviços geram mais de 114 mil vagas no 1º trimestre, mas desaceleram em março&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O setor de Serviços terminou o primeiro trimestre com mais de 114 mil postos de trabalho criados. O resultado foi influenciado, principalmente, pelas atividades administrativas e os serviços complementares, que gerou 23.999 novas oportunidades de trabalho. Educação (27.362); transporte, armazenagem e correio (15.841); saúde humana e serviços sociais (13.826); e atividades profissionais, científicas e técnicas (10.057), também contribuíram. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;[Tabela 3]&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Movimentação do Emprego Celetista nos Serviços do Estado de São Paulo&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;1º Trimestre de 2025&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/d539b64d980f6c89eaa2b0784e2186f21604ca19.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: novo Caged&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Elaboração: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Contudo, o último mês do período foi marcado por uma moderação no ritmo de crescimento, com a geração de 20.301 novos postos de trabalho. O resultado ficou abaixo da média mensal observada em janeiro e fevereiro (46.928).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os segmentos que mais influenciaram esses números foram os de educação (2.529); atividades administrativas e serviços complementares (-946); e alojamento e alimentação (-1.855), que sofreram perda de dinamismo — ou até mesmo saldos negativos em março — após boas performances nos meses anteriores.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;[Tabela 4]&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Movimentação do Emprego Celetista nos Serviços do Estado de São Paulo&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Março 2025&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/21f1b0c65949e4e8c23676c5e0439534b43cf424.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: novo Caged&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Elaboração: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com a FecomercioSP, a reversão nas atividades administrativas, tradicionalmente sensíveis ao ciclo econômico, pode indicar ajustes de custo ou precauções diante das dúvidas macroeconômicas. Por outro lado, setores como saúde, informação e comunicação e, especialmente, transporte, armazenagem e correio ganharam tração em março, indicando a continuidade das tendências estruturais (como demanda logística, digitalização e serviços essenciais) e ajudando a compensar a perda de fôlego em áreas mais cíclicas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;[Gráfico 2]&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Saldo do Emprego Celetista nos Serviços do Estado de São Paulo&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Série histórica (13 meses)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/6849f772d85b07757f2e79fdfe115c52e5d089a0.png" alt="Gráfico, Gráfico de linhasO conteúdo gerado por IA pode estar incorreto." class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: novo Caged&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Elaboração: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No caso dos Serviços, a FecomercioSP também avalia que, para os próximos meses, será importante acompanhar se a desaceleração observada em março é um ponto fora da curva — influenciada por sazonalidades —, ou o início de um movimento mais estrutural de acomodação e desaceleração do mercado de trabalho formal.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Serviços em São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na capital, o mercado de trabalho terminou os três primeiros meses do ano com 32.204 vagas, resultado de 506.815 admissões e 474.611 desligamentos. Apesar disso, houve forte desaceleração em março, quando o setor gerou apenas 3.024 novos postos. A FecomercioSP aponta que setores que vinham puxando o crescimento, como educação e serviços administrativos, apresentaram saldos negativos, indicando possível reversão ou ajuste de contratações após o início do ano. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, saúde, transporte e serviços profissionais mantiveram expansão, mesmo que em menor intensidade, sendo os principais responsáveis por evitar um saldo ainda menor. Segmentos como artes e cultura também apresentaram dinamismo, sugerindo continuidade da retomada presencial de eventos. A capital paulista mostra um perfil de retração mais acentuada do que o Estado, reforçando a necessidade de atenção com os setores mais sensíveis a oscilações de demanda e custos operacionais. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 12 Jun 2025 11:10:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Faturamento do Turismo registra maior recorde da série histórica em fevereiro]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/faturamento-do-turismo-registra-maior-recorde-da-serie-historica-em-fevereiro-aponta-fecomerciosp-1</link><description>&lt;![CDATA[Setor registrou alta de 5,3% em relação ao ano anterior; destaque para as viagens de avião, com crescimento de 9,8%]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: arial, sans-serif; vertical-align: baseline;"&gt;O desempenho positivo da economia e fevereiro com mais dias úteis foram os fatores que favoreceram a alta do Turismo no segundo mês do ano, apontando o maior recorde da série histórica — com faturamento de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: arial, sans-serif; font-weight: 700; vertical-align: baseline;"&gt;R$ 16,5 bilhões&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: arial, sans-serif; vertical-align: baseline;"&gt;, de acordo com a pesquisa&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: arial, sans-serif; font-weight: 700; vertical-align: baseline;"&gt;Faturamento do Turismo Nacional&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: arial, sans-serif; vertical-align: baseline;"&gt;, realizada pela&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: arial, sans-serif; font-weight: 700; vertical-align: baseline;"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: arial, sans-serif; vertical-align: baseline;"&gt;[tabela 1]. Em comparação com o mesmo mês do ano passado, o aumento foi superior a 5,3%, enquanto no acumulado do bimestre, a alta foi de 5,5%, totalizando R$ 37,3 bilhões, também um recorde [gráfico 1].&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; float: none; display: inline !important;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; color: rgb(204, 0, 0); font-weight: 700; vertical-align: baseline;"&gt;[TABELA 1]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; font-weight: 700; vertical-align: baseline;"&gt;Faturamento do Turismo — fevereiro&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; font-style: italic; vertical-align: baseline;"&gt;Fonte: IBGE&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; font-style: italic; vertical-align: baseline;"&gt;Elaboração: FecomercioSP&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; float: none; display: inline !important;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; font-style: italic; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border: medium; display: inline-block; width: 590px; height: 307px;"&gt;&lt;img width="590" height="307" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/7ef85118d860d1a2bea4ba22d9d822ec70c084ef.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; float: none; display: inline !important;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; color: rgb(204, 0, 0); font-weight: 700; vertical-align: baseline;"&gt;[GRÁFICO 1]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; font-weight: 700; vertical-align: baseline;"&gt;Faturamento do Turismo acumulado do ano&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; font-weight: 700; vertical-align: baseline;"&gt;Série histórica&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; font-style: italic; vertical-align: baseline;"&gt;Fonte: IBGE/Elaboração: FecomercioSP&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; font-style: italic; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border: medium; display: inline-block; width: 531px; height: 311px;"&gt;&lt;img alt="Chart" width="531" height="311" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/ffa4118034fea63c35600c07bede3596d9ff3e0d.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; float: none; display: inline !important;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: arial, sans-serif; vertical-align: baseline;"&gt;De acordo com a FecomercioSP, a expectativa é de manter o mesmo ritmo positivo para os próximos meses, visto que o cenário econômico e a condição das famílias estão mais favoráveis diante da taxa de desemprego baixa. E mesmo com a alta da inflação e o aumento dos juros, os empresários estão resilientes, apontando um crescimento acima de 2%.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; float: none; display: inline !important;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: arial, sans-serif; vertical-align: baseline;"&gt;No entanto, a Federação destaca que o Turismo nacional tende a perder competitividade com a reintrodução da exigência de vistos para estadunidenses, canadenses e australianos, já que a burocracia é um fator determinante de decisão. Outro impacto negativo para o faturamento é o fim do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) em março — originalmente previsto para continuar até 2027 —, o que afeta a previsibilidade e o planejamento dos negócios.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; float: none; display: inline !important;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: arial, sans-serif; font-weight: 700; vertical-align: baseline;"&gt;Análise nacional por setores&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: arial, sans-serif; vertical-align: baseline;"&gt;As viagens por transporte aéreo foram o grande destaque, com faturamento de R$ 4,1 bilhões e crescimento anual de 9,8%, incentivado, principalmente, pelas viagens corporativas. Em decorrência do aumento da demanda, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a alta anual é de 7%. Além disso, a tarifa média manteve-se no mesmo patamar da do ano passado.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; float: none; display: inline !important;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: arial, sans-serif; vertical-align: baseline;"&gt;Outros segmentos que se destacaram foram agências de viagens, operadoras turísticas e demais serviços relacionados, que faturaram R$ 1,3 bilhão, um crescimento de 8,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. As atividades de bares, restaurantes e similares, por sua vez, apesar de terem sido afetadas pela inflação dos alimentos (o que elevou os custos e exigiu repasses parciais ao consumidor), apresentaram um bom desempenho no início do ano, resultando em um montante de R$ 2,5 bilhões (alta de 6,8%). Já o setor de hospedagem, estimulado pelo aumento da tarifa média e da taxa de ocupação, cresceu 2,3% no mês, alcançando R$ 2,1 bilhões em faturamento.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; float: none; display: inline !important;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: arial, sans-serif; font-weight: 700; vertical-align: baseline;"&gt;Resultados nos Estados&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: arial, sans-serif; vertical-align: baseline;"&gt;No desempenho regional, o Estado do Espírito Santo se sobressaiu, com alta de 16,9% em comparação com o mesmo mês do ano passado, acumulando expansão de 13,4% entre janeiro e fevereiro.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; float: none; display: inline !important;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: arial, sans-serif; vertical-align: baseline;"&gt;Seguindo o mesmo caminho, Sergipe apresentou crescimento anual de 12,3% e Santa Catarina, alta de 11,4%, frente ao incentivo causado pela presença de turistas argentinos e a visibilidade de Balneário Camboriú no começo do ano [tabela 2].&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; float: none; display: inline !important;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; color: rgb(162, 0, 0); font-weight: 700; vertical-align: baseline;"&gt;[TABELA 2]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; font-weight: 700; vertical-align: baseline;"&gt;Faturamento do Turismo — Estados (sem aéreo)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; font-style: italic; vertical-align: baseline;"&gt;Fonte: IBGE&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; font-style: italic; vertical-align: baseline;"&gt;Elaboração: FecomercioSP&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; font-style: italic; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border: medium; display: inline-block; width: 338px; height: 451px;"&gt;&lt;img width="338" height="451" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/4ac92cef6745db7857c4b77f0b21d8647ace27b7.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: justify; margin-top: 6pt; margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: arial, sans-serif; vertical-align: baseline;"&gt;Rio de Janeiro e São Paulo responderam por 45% do faturamento nacional, apontando, respectivamente, crescimentos anuais de 6,7% e 5,2%. Além disso, ambos os Estados estão recebendo investimentos no setor, como é o caso da previsão do novo aeroporto em Olímpia, no interior paulista, que deve atrair mais turistas nacionais e estrangeiros.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; text-align: justify; margin-top: 6pt; margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: arial, sans-serif; vertical-align: baseline;"&gt;Ainda assim, outros Estados registraram desempenho negativo, como Acre (-8,8%) e Roraima (-8,1%), que lideraram as quedas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 28 Apr 2025 11:20:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item></channel></rss>
