<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Legislação - FecomercioSP]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/legislacao</link><description>&lt;![CDATA[Área de divulgação de desdobramentos sobre os conteúdos propostos por advocacys.]]</description><lastBuildDate>Thu, 14 May 2026 14:04:43 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Legislação - FecomercioSP]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/legislacao</link><url>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Legislação]]</category><item><title>&lt;![CDATA[Novo sistema tributário pode beneficiar o comércio exterior]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/novo-sistema-tributario-pode-beneficiar-o-comercio-exterior</link><description>&lt;![CDATA[A redução de resíduos tributários e o fim da chamada “guerra dos portos” favorecem negócios no cenário global]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A reformulação do sistema tributário nacional (&lt;a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc132.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Emenda Constitucional 132/2023&lt;/a&gt;) representa tanto um desafio quanto uma oportunidade para as empresas que atuam no comércio exterior, já que as criações do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) impactarão diretamente as operações internacionais e as relações comerciais globais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reunião conjunta entre o &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-assuntos-tributarios"&gt;Conselho de Assuntos Tributários&lt;/a&gt; e o &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Relações Internacionais&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://fecomercio.com.br"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, que ocorreu na última quarta-feira (15), Alessandra Okuma, especialista em Direito Tributário Internacional e presidente da Associação Tax &amp;amp; Women, e Carlos Eduardo Navarro, especialista em negócios internacionais e ex-juiz do Tribunal de Impostos e Taxas (TIT), discutiram os reflexos que o setor sofrerá com o novo sistema.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os avanços previstos, destacam-se a eliminação da cumulatividade de tributos — que reduz o resíduo tributário — e a devolução de créditos em até 60 dias, o que tende a melhorar substancialmente o fluxo de caixa das empresas exportadoras. “A neutralidade, que é a base da Reforma Tributária, garante que o imposto incida em todas as etapas da produção e comercialização, sem distorcer a organização eficiente da economia. O consumidor final paga exatamente sobre o valor agregado ao longo de toda a cadeia, promovendo a competitividade”, explicou Alessandra.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro tópico relevante trazido pela EC 132, e destacado por Márcio Olívio Fernandes da Costa, vice-presidente da FecomercioSP e presidente do Conselho de Assuntos Tributários da Entidade, foi o fim da “guerra dos portos” – artifício usado por alguns Estados para atrair importações a seus portos, em troca de benefícios fiscais do ICMS. “A nova legislação contribui para a uniformização da tributação em todo o território nacional, corrigindo distorções regionais. Soma-se a isso a imunidade tributária para serviços como frete, seguro e armazenagem, o que reduz os custos e favorece a integração de bens e serviços nas exportações brasileiras”, ponderou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Regimes especiais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Reforma Tributária confere imunidade total (não incidência do IBS e da CBS) para serviços diretamente vinculados à operação de exportação. Além disso, haverá crédito amplo de toda a cadeia produtiva com devolução em dinheiro em até 180 dias. Essas vantagens, segundo Alessandra, podem representar um importante estímulo ao comércio exterior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Os regimes especiais aduaneiros serão fundamentais para garantir a desoneração do comércio exterior”, apontou a especialista tributária. Esses dispositivos se dividem em comuns, aplicáveis a importações e exportações definitivas, com ou sem benefícios fiscais; especiais, voltados para o desenvolvimento econômico, com incentivos fiscais e/ou simplificação de procedimentos em operações temporárias de importação ou exportação; e áreas especiais, destinados ao desenvolvimento regional, com escopo e finalidade próprios, ainda que semelhantes aos especiais em termos operacionais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pequenos negócios&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nem todas as mudanças tributárias favorecem a geração de negócios. As empresas do Simples Nacional, por exemplo, perderão a competitividade com relação às concorrentes de outros regimes, pelo fato de não terem direito ao crédito tributário nas operações. Entretanto, no comércio exterior, o novo sistema pode significar uma oportunidade ímpar para ampliar a participação dos pequenos negócios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Navarro, atualmente é complexo para o pequeno exportar, em decorrência dos resíduos tributários e das dificuldades de entrar nos regimes especiais aduaneiros, mas esse cenário muda positivamente com a nova legislação. “Se a pequena empresa passa a ter imunidade na prestação de serviços relacionados à exportação — que normalmente tomaria por incidência e não daria direito ao crédito —, a partir do momento que o serviço é imune, a pequena empresa não tem mais esse desembolso. Portanto, haverá uma desoneração verdadeira”, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na comparação entre o cenário atual e o proposto pela Reforma Tributária, simulando uma operação de R$ 1 mil, é possível ver a desoneração sugerida pelo ex-juiz do TIT. Veja no detalhe a seguir.&lt;/p&gt;&lt;table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="52.51798561151079%" colspan="3" valign="top"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cenário atual&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="47.48201438848921%" colspan="3" valign="top"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cenário futuro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="100%" colspan="6" valign="top"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Valor aduaneiro:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;R$ 1.000&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="12.387791741472173%"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;II&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="14.721723518850988%"&gt;&lt;p&gt;11,20%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="25.493716337522443%"&gt;&lt;p&gt;R$ 112&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(Valor aduaneiro * 11,2%)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="8.43806104129264%"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;II&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="15.26032315978456%"&gt;&lt;p&gt;11,2%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="23.6983842010772%"&gt;&lt;p&gt;R$ 112&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(Valor aduaneiro * 11,2%)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="12.387791741472173%"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;IPI&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="14.721723518850988%"&gt;&lt;p&gt;3,25%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="25.493716337522443%"&gt;&lt;p&gt;R$ 36,14&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(Valor aduaneiro + II) * 3,25%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="8.43806104129264%"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;CBS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="15.26032315978456%"&gt;&lt;p&gt;8,5%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="23.6983842010772%"&gt;&lt;p&gt;R$ 94,52&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(Valor aduaneiro + II) * 8,5%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="12.387791741472173%"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PIS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="14.721723518850988%"&gt;&lt;p&gt;2,10%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="25.493716337522443%"&gt;&lt;p&gt;R$ 21&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(Valor aduaneiro * 2,1%)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="8.43806104129264%"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;IBS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="15.26032315978456%"&gt;&lt;p&gt;18,5%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="23.6983842010772%"&gt;&lt;p&gt;R$ 205,72&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(Valor aduaneiro + II) * 18,5%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="12.387791741472173%"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cofins&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="14.721723518850988%"&gt;&lt;p&gt;9,65%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="25.493716337522443%"&gt;&lt;p&gt;R$ 96,50&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(Valor aduaneiro * 9,65%)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="8.43806104129264%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="15.26032315978456%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="23.6983842010772%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="12.387791741472173%"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ICMS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="14.721723518850988%"&gt;&lt;p&gt;18%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="25.493716337522443%"&gt;&lt;p&gt;R$ 277,82&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(Valor aduaneiro + II, IPI, PIS, Cofins)/(1-18%) * 18%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="8.43806104129264%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="15.26032315978456%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="23.6983842010772%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="52.51798561151079%" colspan="3"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Valor total de tributos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;R$ 543,46&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="47.48201438848921%" colspan="3"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Valor total de tributos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;R$ 412,24&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Embora o custo de importação se mantenha o mesmo para contribuintes do regime geral, há potencial para redução do montante total recolhido, o que pode representar diminuição de custo para não contribuintes”, apontou Navarro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pontos sensíveis&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Algumas incertezas ainda permeiam o comércio exterior quanto à efetividade do novo sistema na dinâmica do mercado. O primeiro ponto de atenção refere-se ao &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/desafios-e-impactos-do-imposto-seletivo-para-o-comercio-e-os-servicos"&gt;Imposto Seletivo (IS), que incidirá sobre produtos como bebidas alcoólicas e cigarros&lt;/a&gt; — itens frequentemente sujeitos à importação ilegal —, o que pode trazer efeitos colaterais caso seja utilizado com fins meramente arrecadatórios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro aspecto relevante diz respeito à exportação de serviços. Persiste a divergência quanto à identificação do local de ocorrência do “resultado” da prestação — e o novo texto, ao adotar o critério do “consumo”, pode acabar apenas substituindo uma indefinição por outra. Embora a &lt;a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp214.htm"&gt;Lei Complementar 214/2025&lt;/a&gt; apresente uma definição para “consumo”, ainda utiliza termos subjetivos para delimitar a não incidência dos tributos, mantendo a insegurança jurídica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com Navarro, alguns pontos ainda precisam ser regulamentados para garantir que não haja aumento na judicialização e risco de bitributação, como:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;- operações back-to-back:&lt;/strong&gt; essa forma de comércio triangular na qual uma empresa compra mercadorias de um país estrangeiro e as revende para outro, sem que a mercadoria transite pelo território da empresa intermediária, segundo o Navarro, ainda necessita de regulamentação clara;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;- dupla oneração em importações por locação/arrendamento:&lt;/strong&gt; essa operação ainda precisa ser mais bem detalhada no novo sistema tributário para evitar risco de bitributação;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;- redução de custo em bens de capital:&lt;/strong&gt; esse aspecto pode ser positivo, de acordo com Navarro, com exceção aos produtos originários da Zona Franca de Manaus, que terão regulamento próprio;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;- operações via courier:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;a nova legislação ainda não definiu como será a cobrança do IBS e da CBS sobre as compras feitas por brasileiros em sites internacionais e sobre os marketplaces, além de como será a emissão de documento fiscal para essas transações;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;- operações com bens imateriais:&lt;/strong&gt; as plataformas digitais, segundo Navarro, terão papel-chave nesse tipo de transação, uma vez que existe uma nova dinâmica de recolhimento e responsabilidade tributária.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/novo-sistema-tributario-tem-avancos-mas-prejudica-a-competitividade-das-pequenas-empresas-e-aumenta-a-carga-sobre-servicos"&gt;setor de Serviços, como já é sabido, será extremamente prejudicado pela elevação da carga tributária&lt;/a&gt;. E com a introdução dos novos tributos, as empresas que atuam no comércio exterior não passarão ilesas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda assim, a Reforma Tributária traz um modelo mais neutro e simplificado, com potencial para aumentar a competitividade dos negócios nacionais em terras estrangeiras. Contudo, a transição longa e complexa (somada aos pontos sensíveis destacados) exigirá planejamento tributário estratégico e acompanhamento rigoroso por parte do setor empresarial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo André Sacconato, economista e assessor do Conselho de Relações Internacionais da FecomercioSP, as medidas que visam à abertura comercial e à desburocratização das operações são bem-vindas para a economia nacional. “Existem três pontos fundamentais para viabilizar a abertura comercial brasileira: diminuição das tarifas dentro de um planejamento de longo prazo; tornar a importação e a exportação mais fáceis; e desmistificar o comércio externo para os pequenos e médios empresários. Dentro dessas premissas, as discussões em torno da Reforma Tributária são indispensáveis para vislumbrar um cenário positivo para as empresas nacionais de todos os portes”, ponderou.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 20 Oct 2025 13:20:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Reforma Tributária]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[7º Congresso Codecon: inscrições abertas para o evento tributário que vai debater os desafios do novo sistema e sua aplicação prática]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/7o-congresso-codecon-inscricoes-abertas-para-o-evento-tributario-que-vai-debater-os-desafios-do-novo-sistema-e-sua-aplicacao-pratica</link><description>&lt;![CDATA[Fórum prepara profissionais e empresários para os desdobramentos da Reforma Tributária]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A essa altura, o ano de 2026 não está tão distante no calendário. E para o sistema tributário brasileiro, representa o início de uma das mais profundas transformações das últimas décadas — a implementação da Reforma Tributária, que, atualmente, está na fase de regulamentação. Em um cenário de tantas incertezas e complexidades, a preparação é a única saída para um planejamento com segurança jurídica e saúde econômica das empresas. É com esse propósito que o &lt;a href="https://portal.fazenda.sp.gov.br/servicos/codecon" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho Estadual de Defesa do Contribuinte de São Paulo (Codecon/SP)&lt;/a&gt; realiza, no dia 26 de novembro, a partir das 9h, o &lt;strong&gt;7º Congresso Codecon de Direito Tributário&lt;/strong&gt;, na sede da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, em São Paulo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com 22 anos de atuação, o Codecon/SP consolidou-se como um pilar do diálogo entre o Fisco e o contribuinte paulista, somando esforços para promover melhorias nas relações entre esses dois atores. O congresso anual é um importante ambiente de discussões técnicas e acadêmicas sobre o presente e o futuro fiscal. Em 2025, esse importante fórum se volta para o epicentro da mudança: os impactos práticos da Reforma Tributária, que começa a vigorar, em caráter de transição, a partir de 2026.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O tema não poderia ser mais fundamental. A transformação do sistema de tributação sobre o consumo alterará radicalmente a rotina de empresas, contadores, advogados e gestores. As novas regras exigirão adaptações operacionais, contábeis e jurídicas que devem ser compreendidas e planejadas com antecedência.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.sympla.com.br/evento/7-congresso-de-direito-tributario-do-conselho-estadual-de-defesa-do-contribuinte-de-sao-paulo/3172388" class="botao"&gt;Inscreva-se gratuitamente aqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O congresso foi concebido justamente para ir além da teoria e adentrar o campo prático. Por meio de sete painéis temáticos, especialistas de renome nacional, moderados por conselheiros do Codecon/SP, discutirão as questões geradas por essa nova sistemática. O objetivo é claro: promover um debate qualificado sobre como essas alterações afetam diretamente o cotidiano dos contribuintes paulistas, que estão no coração da economia nacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Programação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Credenciamento: 9h às 9h30&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Painel 1: 9h30 às 10h30&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O papel do Codecon na conformidade tributária: valorizando o bom contribuinte e enfrentando a contumácia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Painel 2: 10h30 às 11h30&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Desafios na implementação do Comitê Gestor do IBS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Painel 3: 11h30 às 12h30&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A importância da tecnologia para a transição do novo sistema tributário&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;12h30 às 14h: almoço&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Painel 4: 14h às 15h&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Entre a simplificação e a complexidade: o contencioso tributário no Brasil reformado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Painel 5: 15h às 16h&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Regimes diferenciados e específicos × benefícios fiscais atuais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Painel 6: 16h às 17h&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Transação tributária e o Acordo Paulista: novos caminhos para resolução de conflitos fiscais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Painel de encerramento: 17h às 18h&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O futuro da tributação: entre a segurança jurídica e a justiça fiscal&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este evento, portanto, não é apenas mais um congresso, mas uma oportunidade única de capacitação, esclarecimento de dúvidas e antecipação de cenários práticos. Mesmo dependendo de regulamentações futuras, deve ser visto como um fórum essencial para entender os principais regramentos do novo sistema tributário. Será um espaço privilegiado para a construção de soluções conjuntas, em que Fisco e contribuintes poderão alinhar expectativas e buscar melhores entendimentos para uma transição mais suave e eficaz.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O 7º Congresso Codecon representa, assim, um investimento estratégico. É a chance de estar na vanguarda do conhecimento, de fazer networking com os principais nomes do setor e de contribuir ativamente para o desenvolvimento de políticas públicas e práticas empresariais alinhadas com a nova realidade do País.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais detalhes sobre os palestrantes confirmados e programação completa do evento podem ser conferidas na &lt;a href="https://www.sympla.com.br/evento/7-congresso-de-direito-tributario-do-conselho-estadual-de-defesa-do-contribuinte-de-sao-paulo/3172388"&gt;página de inscrições do Congresso&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Serviço&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;7º Congresso Codecon de Direito Tributário&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Data:&lt;/strong&gt; 26 de novembro de 2025&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Local:&lt;/strong&gt; Sede da FecomercioSP — Av. Rebouças, 3377, Pinheiros — São Paulo/SP&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inscrições limitadas:&lt;/strong&gt; &lt;a href="https://www.sympla.com.br/evento/7-congresso-de-direito-tributario-do-conselho-estadual-de-defesa-do-contribuinte-de-sao-paulo/3172388"&gt;https://www.sympla.com.br/evento/7-congresso-de-direito-tributario-do-conselho-estadual-de-defesa-do-contribuinte-de-sao-paulo/3172388&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 20 Oct 2025 11:36:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Reforma Tributária]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Ampliação da lista de produtos excluídos da Substituição Tributária vai desburocratizar e reduzir custos para as empresas]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/ampliacao-da-lista-de-produtos-excluidos-da-substituicao-tributaria-vai-desburocratizar-e-reduzir-custos-para-as-empresas</link><description>&lt;![CDATA[Medida, pleiteada historicamente pela FecomercioSP e pelo Codecon/SP, entra em vigor em 1º de janeiro; relação inclui itens como bebidas, materiais de construção e autopeças]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O Governo do Estado de São Paulo publicou, no dia 1º de outubro, a &lt;a href="https://legislacao.fazenda.sp.gov.br/Paginas/Portaria-SRE-64-de-2025.aspx#:~:text=PORTARIA%20SRE%2064%2C%20DE%201%C2%BA%20D%E2%80%8B%E2%80%8BE%20OUTUBRO%20DE%202025&amp;text=Altera%20a%20Portaria%20CAT%2068%2F19%E2%80%8B%2C%20de%2013%20de,Paulo%2C%20e%20d%C3%A1%20outras%20provid%C3%AAncias." target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Portaria SRE 64/2025&lt;/a&gt;, que revoga, a partir de 1º de janeiro de 2026, a lista de mercadorias sujeitas ao regime de Substituição Tributária (ST) com retenção antecipada do ICMS. A medida atende a um pleito histórico formulado pela &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; e pelo &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/codecon-sp" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho Estadual de Defesa do Contribuinte de São Paulo (Codecon/SP)&lt;/a&gt;, que enviou ofício ao governador Tarcísio de Freitas, em setembro deste ano, defendendo a exclusão, além de formular o pedido para restabelecimento e regulamentação das contrapartidas previstas na lei do programa Nos Conformes (1.320/18).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A ST é um regime no qual o imposto é recolhido por um único agente da cadeia de produção (normalmente o fabricante ou importador), que paga o ICMS devido por todos os elos subsequentes (atacadistas e varejistas), o que acaba encarecendo os preços. A revogação de mais de 130 itens, como lâmpadas, artefatos de uso doméstico e medicamentos, além de alguns produtos alimentícios, bebidas alcoólicas e materiais de construção, significa que dezenas de mercadorias deixarão de ser tributados por esse modelo, retornando ao regime normal de apuração do imposto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A conquista é considerada uma vitória significativa para o setor produtivo. Em ofício encaminhado ao Palácio dos Bandeirantes, o Codecon/SP argumentava que a ST onera excessivamente o contribuinte, gera insegurança jurídica e trava a competitividade das empresas, especialmente dos pequenos e médios empreendedores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Essa é uma das demandas prioritárias do contribuinte paulista. A Substituição Tributária cria uma camada de complexidade e custo que impede o crescimento saudável dos negócios. A revogação para uma gama significativa de produtos é um passo crucial para modernizar o sistema tributário do Estado e reduzir a burocracia, ao passo que atende aos princípios da não cumulatividade do imposto e da neutralidade, consagrados pela Reforma Tributária recém-aprovada”, comemora Márcio Olívio Fernandes da Costa, presidente do Codecon/SP e vice-presidente da FecomercioSP.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Impacto na prática&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com o fim da ST para os produtos listados na portaria, as empresas deixarão de calcular e recolher antecipadamente o imposto de toda a cadeia. Isso deve:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;- reduzir a carga de trabalho burocrático:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;simplifica e promove segurança jurídica na apuração do ICMS;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;- liberar capital de giro:&lt;/strong&gt; empresas não precisam mais adiantar valores de imposto que raramente correspondem à realidade do mercado, os quais só seriam devidos em operações futuras;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;- aumentar a competitividade:&lt;/strong&gt; permite que a precificação se forme de maneira mais natural no mercado, com a possibilidade de aumento de liquidez das empresas que precisavam antecipar os recolhimentos;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;- reduzir litígios:&lt;/strong&gt; reduz as discussões judiciais e administrativas relacionadas à formação da base de cálculo da ST;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;- preparar para a Reforma Tributária:&lt;/strong&gt; o novo sistema tributário, que começará a transição em 2026, não prevê a ST, portanto, a ampliação da lista de produtos excluídos do cálculo inicia uma adaptação do Fisco paulista ao futuro sistema.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A lista de produtos que deixarão o regime inclui itens de setores diversos, que estão previstos no artigo 1º da Portaria SER 64/2025, tais como bebidas alcoólicas, produtos alimentícios, medicamentos, materiais de construção, lâmpadas, reatores e artefatos de uso doméstico. Para conferir os itens indicados na portaria, confira a relação completa &lt;a href="https://legislacao.fazenda.sp.gov.br/paginas/Portaria-CAT-68-de-2019.aspx"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pleitos em aberto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP e o Codecon/SP continuam o trabalho de aprimoramento da legislação paulista, apresentando sugestões como a revisão da revogação das contrapartidas previstas no Decreto 67.853/2023, a autorização para apropriação acelerada de créditos acumulados aos contribuintes bem classificados no programa de conformidade fiscal Nos Conformes e a renovação de regimes especiais, que não tiveram diálogo prévio com as entidades representativas dos contribuintes. As medidas comprometem a confiança mútua construída ao longo dos últimos anos e penalizam as empresas que agem de boa-fé e foram classificadas como bons contribuintes, em ranking elaborado pela própria Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP), principalmente as avaliadas nas categorias A+, A e B.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vale destacar que o conselho, instituído pela Lei Complementar 939/2003, é um órgão paritário composto por representantes da administração pública e entidades empresariais e de classe que, ao longo de 22 anos de atividade, tem atuado para garantir o cumprimento das diretrizes estabelecidas no Código Estadual de Defesa do Contribuinte e promover a harmonização do diálogo entre a iniciativa privada e o Fisco Paulista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse modelo foi reconhecido em sua relevância por meio da introdução do princípio da cooperação como uma das diretrizes basilares do sistema tributário nacional, conforme disposto no §3º do artigo 145 da Constituição Federal, incluído pela Emenda Constitucional 132/2023 (Reforma Tributária).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP e o Codecon/SP parabenizam o governo paulista pela iniciativa de exclusão de mais produtos da ST, mas espera que as contrapartidas do programa Nos Conformes sejam respeitadas para manter o equilíbrio e o respeito mútuo na relação entre Fisco e contribuintes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acompanhe os próximos passos desta e de outras demandas de interesse dos contribuintes na &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/codecon-sp"&gt;página do Codecon/SP no Portal da FecomercioSP&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 20 Oct 2025 11:30:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Substituição Tributária]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Conheça 5 áreas em alta para empreender como franquia]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/conheca-5-areas-em-alta-para-empreender-como-franquia</link><description>&lt;![CDATA[Boletim ‘Expresso MEI’ de outubro traz uma lista de tendências para quem busca iniciar um negócio do zero]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Se voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o v&amp;ecirc; a hora de come&amp;ccedil;ar a empreender, mas busca um caminho mais seguro do que come&amp;ccedil;ar do zero, o modelo de franquia pode ser a sua praia. O boletim &lt;strong&gt;Expresso MEI&lt;/strong&gt; de outubro preparou uma lista com as cinco principais tend&amp;ecirc;ncias do &lt;strong&gt;franchising&lt;/strong&gt; brasileiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com diversas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es de investimentos, o modelo pode ser uma oportunidade para quem pretende explorar os segmentos de sa&amp;uacute;de e bem-estar, servi&amp;ccedil;os em domic&amp;iacute;lio, alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, varejo de nicho e educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/conteudos/expresso-mei/pensando-em-abrir-uma-franquia-conheca-5-setores-em-alta/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Baixe gratuitamente o boletim Expresso MEI de outubro&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aquecimento Black Friday&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma das datas mais aguardadas pelos consumidores, a Black Friday, est&amp;aacute; chegando &amp;mdash; e outubro &amp;eacute; o m&amp;ecirc;s ideal para refor&amp;ccedil;ar os estoques e preparar as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de marketing. Nesta edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &lt;strong&gt;Expresso MEI&lt;/strong&gt;, voc&amp;ecirc; encontra as dicas mais importantes para tomar decis&amp;otilde;es assertivas para obter sucesso no engajamento dos clientes e aumentar a visibilidade do neg&amp;oacute;cio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No &amp;acirc;mbito do pagamento de impostos, confira tamb&amp;eacute;m um passo a passo explicando como o MEI pode pagar a Documento de Arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Simples Nacional (DAS) mensal com o cart&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito, nova modalidade permitida pela Receita Federal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim, Alberto Borges de Carvalho J&amp;uacute;nior, assessor da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, explica os pr&amp;oacute;ximos passos do Projeto de Lei Complementar (PLP) 67/25, aprovado na Comiss&amp;atilde;o de Ind&amp;uacute;stria, Com&amp;eacute;rcio e Servi&amp;ccedil;os da C&amp;acirc;mara dos Deputados, que prop&amp;otilde;e aumentar o limite anual de faturamento da categoria dos atuais R$ 81 mil para R$ 150 mil.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/conteudos/expresso-mei/pensando-em-abrir-uma-franquia-conheca-5-setores-em-alta/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Acesso a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o completa do Expresso MEI de outubro&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 16 Oct 2025 10:55:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[limites Simples Nacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Entenda o que mudou na lei de licença-maternidade]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/entenda-o-que-mudou-na-lei-de-licenca-maternidade</link><description>&lt;![CDATA[Acompanhe a mudança que afeta empresas e trabalhadoras do Comércio]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A licença-maternidade, um dos direitos mais importantes garantidos às trabalhadoras brasileiras, acaba de ganhar uma nova regra. A Lei 15.222/2025 alterou o artigo 392 da CLT, permitindo a ampliação do benefício em casos de internação hospitalar da mãe ou do recém-nascido por mais de duas semanas, desde que essa internação tenha relação direta com o parto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A mudança, apresentada e debatida pelo Conselho do Comércio Varejista (CCV) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e seus Sindicatos filiados, busca garantir que o período de recuperação e convivência entre mãe e bebê seja integralmente usufruído após a alta médica. A seguir, a assessoria jurídica da Entidade esclarece as principais dúvidas dos empresários sobre a aplicação da nova lei.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Entenda as novas regras da licença-maternidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. O que muda, na prática, com a Lei 15.222/2025 em vigor?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A principal mudança é a possibilidade de estender a licença-maternidade por até 120 dias após a alta hospitalar da mãe e do bebê, nos casos em que houver internação superior a duas semanas e comprovado o nexo com o parto. Antes, o benefício contava a partir do nascimento, mesmo que a mãe (ou o recém-nascido) permanecesse internada por longos períodos. Agora, o objetivo é garantir que esse tempo seja realmente dedicado à convivência familiar após a alta.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. Essa prorrogação é automática?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não. A ampliação depende de comprovação médica da internação e da relação com o parto, além de documentação hospitalar. Com esses documentos, a trabalhadora deve comunicar a empresa, que, por sua vez, informará o INSS sobre o pedido de extensão do benefício.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. Há um limite máximo de prorrogação?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sim. A nova redação do §7º do artigo 392 da CLT define que a licença pode se estender por até 120 dias após a alta hospitalar, descontado o tempo de repouso anterior ao parto. Isso significa que se parte do afastamento já tiver sido utilizada antes do nascimento, esse período será abatido do total.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4. A regra vale para todas as mães, inclusive as adotantes?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por enquanto, a alteração contempla os casos de licença-maternidade decorrentes de parto, com internação da mãe ou do recém-nascido. Para adoção ou guarda judicial, permanecem as regras anteriores, mas o tema ainda pode ser ampliado futuramente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5. O que as empresas precisam observar?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É importante que o departamento de Recursos Humanos oriente as colaboradoras sobre a nova possibilidade e se mantenha atento à documentação médica. A recomendação é formalizar todas as comunicações entre a funcionária e a empresa, garantindo segurança jurídica e transparência no processo. Além disso, o empregador não arca com custos adicionais, já que o benefício continua sendo pago pela Previdência Social.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;6. Essa mudança representa algum impacto administrativo para o empresário?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sim, mas de forma positiva. A ampliação do prazo de licença em casos excepcionais traz mais previsibilidade e segurança jurídica. Antes, havia dúvidas a respeito de como proceder quando o bebê ou a mãe permanecessem internados por semanas — agora, a lei delimita de forma clara o procedimento, evitando questionamentos futuros.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;7. Qual é a orientação da FecomercioSP para sindicatos e empresas?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Entidade recomenda atenção para a comprovação do nexo entre a internação e o parto, o preenchimento correto dos documentos e a observação do prazo enviado ao INSS. Além disso, reforça que a medida traz avanços importantes em termos de saúde materno-infantil e pode reduzir tensões entre empregadores e empregadas, ao definir critérios objetivos para a prorrogação.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;***&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com a nova regra, o Brasil dá um passo importante na proteção à maternidade e à primeira infância. A FecomercioSP segue acompanhando a regulamentação prática da Lei 15.222/2025 e orientando seus Sindicatos e empresários sobre como aplicá-la de forma segura e equilibrada, com o objetivo de garantir o bem-estar das famílias e a segurança das relações de trabalho.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 14 Oct 2025 17:09:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Reforma Tributária altera regras do ITCMD e torna progressividade obrigatória]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/reforma-tributaria-muda-regras-do-itcmd-e-torna-progressividade-obrigatoria</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP orienta empresários sobre impactos e cuidados com as novas regras de heranças e doações, com destaque para as cessões de cotas em sociedades empresariais]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A Reforma Tribut&amp;aacute;ria trouxe transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es importantes na tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de heran&amp;ccedil;as e doa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, ao tornar obrigat&amp;oacute;ria a progressividade do&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-propoe-mudancas-no-itcmd-para-garantir-justica-fiscal"&gt;&amp;nbsp;Imposto sobre Transmiss&amp;atilde;o Causa Mortis e Doa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ITCMD)&lt;/a&gt;. A&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; tem orientado empres&amp;aacute;rios sobre como essas mudan&amp;ccedil;as podem afetar o planejamento patrimonial e sucess&amp;oacute;rio de empresas,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;holdings&lt;/strong&gt; e fam&amp;iacute;lias. O tema foi debatido no Comit&amp;ecirc; de Relacionamento das Assessorias Jur&amp;iacute;dicas (CRAJ) da Entidade, no in&amp;iacute;cio de outubro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Alberto Borges, assessor da FecomercioSP, a altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o representa uma mudan&amp;ccedil;a importante do sistema tribut&amp;aacute;rio. &amp;ldquo;O imposto conhecido como de heran&amp;ccedil;as e doa&amp;ccedil;&amp;otilde;es passa a seguir, de forma vinculante, o princ&amp;iacute;pio da capacidade contributiva. Quem herda ou doa mais, paga proporcionalmente mais. A inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do legislador visa corrigir distor&amp;ccedil;&amp;otilde;es e trazer mais justi&amp;ccedil;a fiscal entre os contribuintes&amp;rdquo;, explicou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A medida foi consolidada pela Emenda Constitucional (EC) 132/2023, que reformulou o artigo 155, incisos II, VI e VII da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal. Im&amp;oacute;veis e respectivos direitos continuam sendo tributados no Estado onde se localizam. Por outro lado, bens m&amp;oacute;veis, t&amp;iacute;tulos e cr&amp;eacute;ditos passam a ser tributados no domic&amp;iacute;lio do doador ou do falecido; e no caso de bens no exterior, a cobran&amp;ccedil;a depender&amp;aacute; de lei complementar nacional, o que deve eliminar conflitos de compet&amp;ecirc;ncia e inseguran&amp;ccedil;as jur&amp;iacute;dicas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Novo modelo progressivo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Antes da reforma, cada Estado tinha liberdade para definir as pr&amp;oacute;prias al&amp;iacute;quotas, observando a al&amp;iacute;quota m&amp;aacute;xima de 8% definida pela Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Senado Federal 9/1992. Inclusive h&amp;aacute; o Projeto de Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o 57/2019, que prev&amp;ecirc; aumento desse limite para 16%, mas que ainda est&amp;aacute; em tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Congresso Nacional. Em S&amp;atilde;o Paulo, por exemplo, a cobran&amp;ccedil;a era fixa em 4%, enquanto em outras unidades da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o variava entre 1% e 8%. O novo modelo progressivo passa a exigir faixas escalonadas conforme o valor transmitido. No Estado paulista, o Projeto de Lei (PL) 409/2025 prop&amp;otilde;e al&amp;iacute;quotas que variam de 1% a 4%, de acordo com o valor do patrim&amp;ocirc;nio. Outros projetos que tramitam pretendem aumentar a al&amp;iacute;quota para at&amp;eacute; 8%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com Borges, o formato previsto no PL 409/25 n&amp;atilde;o representa aumento de carga, mas um sistema mais equilibrado. &amp;ldquo;A progressividade garante que o imposto pese menos para quem tem menos, e mais para quem tem mais, mantendo a atual al&amp;iacute;quota de 4% cobrado pelo Estado de S&amp;atilde;o Paulo, sem onerar de forma desproporcional as pequenas transmiss&amp;otilde;es. Al&amp;eacute;m disso, a FecomercioSP, por meio do seu&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-assuntos-tributarios"&gt;Conselho de Assuntos Tribut&amp;aacute;rios&lt;/a&gt;, encaminhou sugest&amp;otilde;es de aperfei&amp;ccedil;oamento do texto aos deputados estaduais, com o objetivo de excluir da base de c&amp;aacute;lculo do imposto as d&amp;iacute;vidas deixadas pelo&amp;nbsp;&lt;strong&gt;de cujus&lt;/strong&gt;. O pedido est&amp;aacute; alinhado, inclusive, com o segundo Projeto de Lei Complementar 108/2024, aprovado pelo Senado no &amp;uacute;ltimo m&amp;ecirc;s, que regulamenta a Reforma Tribut&amp;aacute;ria. Adicionalmente, solicitamos que o projeto observe a segrega&amp;ccedil;&amp;atilde;o da base de c&amp;aacute;lculo, de modo a preservar os valores legalmente isentos do pagamento do ITCMD estipulados em Ufesps [Unidade Fiscal do Estado de S&amp;atilde;o Paulo], de forma que o imposto seja aplicado somente ap&amp;oacute;s as dedu&amp;ccedil;&amp;otilde;es previstas&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Entidade refor&amp;ccedil;a que as referidas altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es ainda dependem da fase de regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por meio da aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do PLP 108/2024 &amp;mdash; que traz diversas modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ITCMD &amp;mdash; na C&amp;acirc;mara dos Deputados, al&amp;eacute;m dos necess&amp;aacute;rios ajustes nas respectivas legisla&amp;ccedil;&amp;otilde;es estaduais. &amp;ldquo;Estamos diante de uma transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o estrutural do imposto ITCMD, que, ap&amp;oacute;s a Reforma Tribut&amp;aacute;ria, deixar&amp;aacute; de ser visto como um imposto secund&amp;aacute;rio em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ICMS. &amp;Eacute; essencial que as empresas se informem e se planejem para evitar passivos e aproveitar oportunidades de reorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o patrimonial leg&amp;iacute;tima, utilizando as regras vigentes da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ITCMD&amp;rdquo;, concluiu Borges.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Saiba mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre Reforma Tribut&amp;aacute;ria acessando&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/xo-juridiques-saiba-tudo-sobre-a-reforma-tributaria-com-cartilhas-acessiveis-e-praticas"&gt;aqui&lt;/a&gt; as cartilhas da FecomercioSP.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E para entender melhor a Reforma Tribut&amp;aacute;ria, acesse:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://dfe-portal.svrs.rs.gov.br/Cff/Sobre" target="_new"&gt;Portal da Conformidade F&amp;aacute;cil&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.gov.br/nfse/pt-br/noticias/disponibilizada-nova-versao-da-plataforma-nfs-e-em-producao-restrita-testes-1" target="_new"&gt;Portal da Nota Fiscal de Servi&amp;ccedil;o Eletr&amp;ocirc;nica&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://piloto-cbs.tributos.gov.br/servico/calculadora-consumo/calculadora/regime-geral" target="_new"&gt;Calculadora dos Novos Tributos &amp;ndash; Receita Federal&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://portal.fazenda.sp.gov.br/servicos/nfe/Paginas/Sobre.aspx" target="_new"&gt;Portal da Nota Fiscal Eletr&amp;ocirc;nica&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Outros temas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m na reuni&amp;atilde;o do CRAJ de outubro foram debatidos temas relevantes para os setores jur&amp;iacute;dico e sindical. O&amp;nbsp;&lt;a href="https://sincomerciojundiai.com.br/"&gt;Sindicato do Com&amp;eacute;rcio Varejista (Sincomercio) de Jundia&amp;iacute; e Regi&amp;atilde;o&lt;/a&gt;, representado pelo advogado Marcelo Kalmar, abordou o tema &amp;ldquo;Direito de oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e quest&amp;otilde;es controvertidas&amp;rdquo;. Durante a exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, foram discutidos os limites legais e pr&amp;aacute;ticos desse Direito, especialmente no contexto das contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais, destacando a import&amp;acirc;ncia de garantir transpar&amp;ecirc;ncia e seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica tanto para as entidades quanto para os representados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em seguida, o&amp;nbsp;&lt;a href="https://sindiauto.com.br/"&gt;Sindicato do Com&amp;eacute;rcio Varejista de Ve&amp;iacute;culos Automotores Usados (Sindiauto)&lt;/a&gt;, representado pelo assessor jur&amp;iacute;dico Daniel Po&amp;ccedil;o, apresentou considera&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre o Projeto de Lei (PL) 766/15, que trata da regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da atividade de corretores de ve&amp;iacute;culos. O advogado explicou os principais pontos do texto e suas poss&amp;iacute;veis implica&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o segmento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os debates refor&amp;ccedil;aram o papel do CRAJ como espa&amp;ccedil;o de troca de conhecimento e atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para os Sindicatos filiados &amp;agrave; FecomercioSP, contribuindo para o fortalecimento da representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical e o aprimoramento das pr&amp;aacute;ticas jur&amp;iacute;dicas do sistema.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 14 Oct 2025 11:31:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Reforma Tributária]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Proibição de distribuir lucros com débitos fiscais pode cair; a sua empresa está preparada?]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/proibicao-de-distribuir-lucros-com-debitos-fiscais-pode-cair-a-sua-empresa-esta-preparada</link><description>&lt;![CDATA[Julgamento no STF questiona restrição atual; boletim ‘Tome Nota’ de outubro explica tudo e dá um passo a passo para evitar multas de 50% do valor distribuído]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A possibilidade de distribuir lucros se a empresa tiver d&amp;iacute;vidas com o Fisco, uma d&amp;uacute;vida que tira o sono de contadores e empreendedores, deve ser esclarecida em breve pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O resultado do julgamento da ADI 5.161 pode mudar as regras do jogo, equilibrando a prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos cofres p&amp;uacute;blicos e o direito das empresas &amp;agrave; livre-iniciativa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enquanto a Corte n&amp;atilde;o d&amp;aacute; a palavra final, contadores e empres&amp;aacute;rio precisam se atentar &amp;agrave;s regras para evitar multas. A mat&amp;eacute;ria de capa do boletim &lt;strong&gt;Tome Nota&lt;/strong&gt; de outubro esmi&amp;uacute;&amp;ccedil;a o tema e traz um guia pr&amp;aacute;tico para navegar por essa complexa quest&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/conteudos/tome-nota/tome-nota-de-outubro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Acesse o conte&amp;uacute;do completo do Tome Nota de outubro&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;strong&gt;Aprendiz &amp;eacute; empregado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esta edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o traz outro tema importante, que altera a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas com Jovens Aprendizes. Em decis&amp;atilde;o un&amp;acirc;nime da 1&amp;ordf; Turma do Superior Tribunal de Justi&amp;ccedil;a (STJ), o contrato de aprendizagem foi equiparado ao de trabalho especial &amp;mdash; ou seja, as empresas devem recalcular imediatamente contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es patronais para evitar passivos trabalhistas e fiscais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda no &amp;acirc;mbito judicial, o &lt;strong&gt;Tome Nota&lt;/strong&gt; explica a defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que descartou a responsabilidade de transportadora pela seguran&amp;ccedil;a dos caminh&amp;otilde;es de terceiros, al&amp;eacute;m de destacar a vasta jurisprud&amp;ecirc;ncia do Superior Tribunal de Justi&amp;ccedil;a (STJ) sobre os benef&amp;iacute;cios do Simples Nacional para os contribuintes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim, M&amp;aacute;rcio Ol&amp;iacute;vio Fernandes da Costa, presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-assuntos-tributarios"&gt;Conselho de Assuntos Tribut&amp;aacute;rios&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, e Halley Henares, presidente da &lt;a href="https://abatinfo.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Advocacia Tribut&amp;aacute;ria (Abat)&lt;/a&gt;, debatem, em um artigo conjunto, as irregularidades de uma poss&amp;iacute;vel inclus&amp;atilde;o do IBS e da CBS nas bases do ICMS e do ISS.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/conteudos/tome-nota/tome-nota-de-outubro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Baixe gratuitamente o boletim Tome Nota de outubro&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 09 Oct 2025 13:41:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Tome Nota]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[No Dia do Empreendedor, não há motivos para celebrar sem a atualização do teto do Simples]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/no-dia-do-empreendedor-nao-ha-motivos-para-celebrar-sem-a-atualizacao-do-teto-do-simples</link><description>&lt;![CDATA[Presidente do Conselho de Assuntos Tributários da FecomercioSP critica o congelamento dos limites de receita do regime e defende correção urgente]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Em uma sess&amp;atilde;o solene na C&amp;acirc;mara dos Deputados em homenagem ao Dia Nacional do Empreendedor e ao Simples Nacional, realizada na &amp;uacute;ltima ter&amp;ccedil;a-feira (7), o discurso em celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao esp&amp;iacute;rito empresarial foi marcado por um forte alerta sobre os riscos que cercam o regime tribut&amp;aacute;rio para os pequenos neg&amp;oacute;cios do Brasil. O tema foi levantado por M&amp;aacute;rcio Ol&amp;iacute;vio Fernandes da Costa, presidente do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-assuntos-tributarios"&gt;Conselho de Assuntos Tribut&amp;aacute;rios&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; e vice-presidente da Entidade, que representou milh&amp;otilde;es de empresas do Com&amp;eacute;rcio, dos Servi&amp;ccedil;os e do Turismo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao destacar a import&amp;acirc;ncia do empreendedorismo como um &amp;ldquo;ato de coragem&amp;rdquo; que &amp;ldquo;desbrava os mais diversos rinc&amp;otilde;es do Pa&amp;iacute;s&amp;rdquo;, Costa foi enf&amp;aacute;tico ao apontar o Simples Nacional como a &amp;ldquo;c&amp;eacute;lula-m&amp;atilde;e do empreendedorismo no Brasil&amp;rdquo;. No entanto, o elogio veio acompanhado de uma cobran&amp;ccedil;a por mudan&amp;ccedil;as. &amp;ldquo;N&amp;atilde;o podemos ignorar que o Simples Nacional precisa urgentemente ser atualizado. Seus limites de receita est&amp;atilde;o congelados h&amp;aacute; anos &amp;mdash; alguns desde a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei Complementar 123, de 2006&amp;rdquo;, afirmou. &amp;ldquo;Manter esses valores defasados &amp;eacute; empurrar milhares de neg&amp;oacute;cios para fora do regime, obrigando-os a enfrentar uma burocracia excessiva e uma carga tribut&amp;aacute;ria incompat&amp;iacute;vel com sua realidade.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a pesquisa realizada pela Escola de Neg&amp;oacute;cios da Pontif&amp;iacute;cia Universidade Cat&amp;oacute;lica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), em agosto deste ano, a corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o das faixas do Simples poderia disponibilizar aos setores produtivos entre R$ 65,7 bilh&amp;otilde;es (corrigidos pelo IPCA), ou o equivalente a mais de um ter&amp;ccedil;o da arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 2022 do regime simplificado, e R$ 81,2 bilh&amp;otilde;es (corrigidos pelo IGP-DI), ou o correspondente a 52% da arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Simples em 2024.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse montante teria potencial para criar entre 703,4 mil e 869,7 mil empregos formais, que seriam preenchidos, em sua maioria, por trabalhadores com ensino m&amp;eacute;dio completo e na faixa de 30 a 39 anos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o das faixas do Simples entre 2018 e 2025 &amp;mdash; estimativa das faixas para 2025 &amp;mdash; IPCA e IGP-DI&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Faixas Atuais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o IPCA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o IGP-DI&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;180,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;266,40&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;329,46&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;360,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;532,80&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;658,92&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;720,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;1.065,60&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;1.317,85&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;1.800,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;2.664,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;3.294,63&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;3.600,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;5.328,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;6.589,26&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;4.800,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;7.104,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;8.785,68&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Pesquisa da PUC, com base nos dados de IPCA, IBGE e IGP-DI, FGV&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP v&amp;ecirc; a defasagem dos limites como uma amea&amp;ccedil;a &amp;agrave; competitividade e &amp;agrave; pr&amp;oacute;pria sobreviv&amp;ecirc;ncia dos pequenos neg&amp;oacute;cios. Com o congelamento, empresas que, em termos reais, j&amp;aacute; cresceram al&amp;eacute;m da prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Simples&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/atualizacao-do-simples-nacional-e-urgente-para-garantir-a-sobrevivencia-dos-pequenos-negocios"&gt;&amp;nbsp;s&amp;atilde;o for&amp;ccedil;adas a migrarem para regimes tribut&amp;aacute;rios mais complexos e onerosos, sufocadas pela alta carga tribut&amp;aacute;ria e pela burocracia&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;strong&gt;Reconhecimento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP foi homenageada na solenidade promovida por seis frentes parlamentares que atuam em defesa do setor produtivo: Frente Parlamentar pelo Livre Mercado (FPLM); Frente Parlamentar da Mulher Empreendedora (FPME); Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE); Frente Parlamentar das Micro e Pequenas Empresas (FPMPE); Frente Parlamentar do Com&amp;eacute;rcio e Servi&amp;ccedil;os (FPCS); e Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo (FPBC).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a cerim&amp;ocirc;nia, cada frente parlamentar fez uma homenagem a uma entidade representativa do setor. A FecomercioSP foi indicada pela deputada federal Adriana Ventura (Novo/SP), representante da FPLM, em reconhecimento ao papel da Entidade na defesa dos interesses do com&amp;eacute;rcio, dos servi&amp;ccedil;os, do turismo e do empreendedorismo nacional, defendendo o livre mercado, a isonomia fiscal e o ambiente de neg&amp;oacute;cios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O evento contou tamb&amp;eacute;m com as presen&amp;ccedil;as dos deputados Joaquim Passarinho (PL/PA), presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo; Julio Lopes (PP/RJ), presidente da Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo; Any Ortiz (Cidadania/RS), presidente da Frente Parlamentar da Mulher Empreendedora; &amp;nbsp;Jorge Goetten (Republicanos/SC), presidente da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequenas Empresas; Domingos S&amp;aacute;vio (PL/MG), presidente da Frente Parlamentar de Com&amp;eacute;rcio e Servi&amp;ccedil;os; e do senador Jayme Campos (Uni&amp;atilde;o/MT) e de Guilherme Afif Domingos, secret&amp;aacute;rio de Planejamento estrat&amp;eacute;gico do Estado de S&amp;atilde;o Paulo e um dos idealizadores do Simples Nacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m estavam presentes representantes das outras entidades de classe homenageadas como Jos&amp;eacute; Roberto Tadros, presidente da &lt;a href="https://portaldocomercio.org.br/"&gt;Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo (CNC)&lt;/a&gt;; Leonardo Miguel Severini, presidente da Uni&amp;atilde;o Nacional de Entidades do Com&amp;eacute;rcio e Servi&amp;ccedil;os (Unecs); Margarete de Castro Coelho, diretora de Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Finan&amp;ccedil;as do Sebrae Nacional; M&amp;aacute;rcio Lu&amp;iacute;s, vice-presidente da Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB); e Adriana Colloca, presidente-executiva da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o urgente de rota&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante sua fala, Costa fez um paralelo direto com uma recente conquista do contribuinte brasileiro: a corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o da tabela do Imposto de Renda (IR). Ele argumentou que a mesma l&amp;oacute;gica de justi&amp;ccedil;a fiscal deve ser aplicada ao Simples.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Assim como a C&amp;acirc;mara dos Deputados, recentemente, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/mudancas-no-irpf-camara-atende-a-pedido-da-fecomerciosp-que-preserva-seguranca-juridica-e-evita-litigios-tributarios"&gt;aprovou a corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o da tabela do IR&lt;/a&gt;, reconhecendo a necessidade de ajustar os valores &amp;agrave; infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &amp;agrave; realidade econ&amp;ocirc;mica atual, &amp;eacute; justo e urgente aplicar a mesma l&amp;oacute;gica ao Simples Nacional&amp;rdquo;, defendeu. &amp;ldquo;N&amp;atilde;o se trata de pedir privil&amp;eacute;gios, mas de buscar justi&amp;ccedil;a econ&amp;ocirc;mica e coer&amp;ecirc;ncia nas pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas voltadas ao empreendedorismo.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O posicionamento cr&amp;iacute;tico da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o se alinha com um movimento mais amplo da sociedade em defesa da moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do regime. Para pressionar por essa agenda, a FecomercioSP, junto com outras entidades de classe, encabe&amp;ccedil;a a &lt;a href="https://representa.fecomercio.com.br/simplesassim" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;campanha #AtualizaSimples&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A iniciativa busca mobilizar os empreendedores, a sociedade e o pr&amp;oacute;prio Congresso Nacional em torno da necessidade de atualizar os limites de receita, garantindo que o Simples Nacional continue a cumprir o papel de alavancar a economia e estimular o empreendedorismo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;O Simples Nacional continua sendo uma das mais bem-sucedidas pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas do Brasil. Por isso, merece aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cuidado e valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o constantes&amp;rdquo;, finalizou o vice-presidente da FecomercioSP, reafirmando o apoio ao regime, mas deixando claro que esse apoio &amp;eacute; condicionado &amp;agrave; sua vitalidade e &amp;agrave; atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o frente aos impasses econ&amp;ocirc;micos nacionais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Di&amp;aacute;logo com parlamentares&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ap&amp;oacute;s o evento, os integrantes do movimento Atualiza Simples reuniram-se com o deputado Goetten, que ouviu atentamente os argumentos das entidades e comprometeu-se a atuar como interlocutor do grupo no Congresso e no Executivo, manifestando apoio ao tema, que &amp;eacute; vital para o empreendedorismo e que deve ser tratado com urg&amp;ecirc;ncia pelo Congresso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No per&amp;iacute;odo da tarde, representantes da FecomercioSP tiveram um encontro com o senador Efraim Filho (Uni&amp;atilde;o/PB), sobre o &lt;a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2487436" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Projeto de Lei (PL) 1087/2025&lt;/a&gt; (reforma do IR), ocasi&amp;atilde;o em que foram apresentadas as tr&amp;ecirc;s emendas da Entidade. Confira a seguir.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. Isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o para micro e pequenas empresas:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;excluir da tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre lucros e dividendos as empresas optantes do Simples Nacional. &amp;Eacute; importante que o texto tenha a men&amp;ccedil;&amp;atilde;o expressa para conferir seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica aos pequenos empres&amp;aacute;rios, prevenindo interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es equivocadas e lit&amp;iacute;gios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. Limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o para tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do IRPF:&lt;/strong&gt; alterar o porcentual para 27,5%, correspondente ao teto atual da tabela do IRPF. Como a proposta trata da tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pessoas f&amp;iacute;sicas, a limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o deve ser definida sob essa perspectiva, e n&amp;atilde;o pelo ponto de vista da tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das pessoas jur&amp;iacute;dicas, considerando ainda que a capacidade contributiva do investidor n&amp;atilde;o varia conforme o setor de atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o da empresa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. Atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o monet&amp;aacute;ria:&lt;/strong&gt; estabelecer a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual, pelo IPCA, dos valores fixados no projeto, de forma a repor a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o e evitar majora&amp;ccedil;&amp;otilde;es indiretas da carga tribut&amp;aacute;ria pela aus&amp;ecirc;ncia de corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o monet&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com mais essas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a FecomercioSP refor&amp;ccedil;a o compromisso de monitorar as movimenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es legislativas e continuar&amp;aacute; a dialogar com o Poder P&amp;uacute;blico em busca de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es que preservem e potencializem o empreendedorismo brasileiro, com isonomia fiscal e racionalidade.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 08 Oct 2025 11:32:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Simples Nacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Contratação de mão de obra terceirizada é lícita e constitucional, defende Ivo Dall’Acqua no STF]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/contratacao-de-mao-de-obra-terceirizada-e-licita-e-constitucional-defende-ivo-dallacqua-no-stf</link><description>&lt;![CDATA[Presidente em exercício da FecomercioSP argumenta que é preciso distinguir as fraudes que usam a terceirização para ocultar vínculos CLT das contratações legítimas, firmadas com base na livre iniciativa]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Diante do alto volume de processos que questionam a contratação de mão de obra terceirizada — vulgarizada pelo termo “pejotização” quando utilizada para mascarar um contrato que deveria ser regido pela CLT —, o Supremo Tribunal Federal (STF) promoveu uma audiência pública para &amp;nbsp;ouvir as partes interessadas e representantes da sociedade civil. Em razão do enorme alcance do modelo de trabalho, esses processos estão suspensos desde o primeiro semestre (&lt;a href="https://portal.stf.jus.br/processos/downloadPeca.asp?id=15375825805&amp;ext=.pdf" target="_blank"&gt;Tema 1.389&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao representar a &lt;a href="https://portaldocomercio.org.br/"&gt;Confederação Nacional do Comércio (CNC)&lt;/a&gt;, entidade da qual é diretor, o presidente em exercício da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, Ivo Dall’Acqua Júnior, defendeu &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/a-legislacao-precisa-acompanhar-o-dinamismo-das-novas-relacoes-trabalhistas-para-atender-trabalhadores-e-autonomos"&gt;a licitude da contratação de Pessoas Jurídicas (PJs) ou autônomos&lt;/a&gt; para a prestação de serviços, uma forma de terceirização reconhecida pela Corte e regulamentada após a Reforma Trabalhista de 2017.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dr. Ivo lembrou que o debate que se trava é sobre a repressão às fraudes, e não sobre a validade desse modelo de contratação. “É necessário distinguir: há fraude quando a terceirização é usada para mascarar um vínculo que deveria ser regido pela CLT. A contratação de mão de obra terceirizada é lícita, legítima, moderna e constitucional. O que se busca é impedir que milhões de contratações legítimas, realizadas com base na livre-iniciativa, sejam criminalizadas pela Justiça do Trabalho”, argumentou. “Chamar de ‘pejotização’ é vulgarizar uma forma contratual que a lei acolhe e reconhece”, complementou. Além de Dr. Ivo, José Pastore, presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-emprego-e-relacoes-de-trabalho"&gt;Conselho de Emprego e Relações do Trabalho&lt;/a&gt; da FecomercioSP, também apresentou impressões sobre o assunto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para formar um entendimento, o Supremo buscou esclarecer quase 20 pontos em torno do assunto, como as diferenças nas relações laborais; a configuração de fraude; o papel da Justiça do Trabalho; o tratamento tributário do profissional PJ; os impactos sobre a arrecadação do governo e a Previdência; as implicações nas negociações coletivas e na representação sindical, entre outras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Contratações são legítimas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em seu discurso, o presidente em exercício da FecomercioSP destacou que a Constituição assegura a liberdade de organização do trabalho e a livre-iniciativa, não exigindo um único modelo de contratação pela CLT. Isso porque o STF já decidiu, no Tema 725, que é lícita a terceirização ou qualquer forma de divisão do trabalho entre PJs distintas. Na ADPF 324, por sua vez, o órgão reforçou que a Constituição não impõe um modelo único de organização empresarial. Já na &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/lei-do-salao-parceiro-atuacao-da-fecomerciosp-e-do-beleza-patronal-garante-melhorias-e-novas-regras-em-sao-paulo"&gt;ADC 48 e na ADI 5625 (Lei do Salão-Parceiro)&lt;/a&gt;, confirmou-se a compatibilidade de novas formas contratuais com a ordem constitucional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em outras palavras, a Corte já reconheceu, em diversas decisões, a legalidade da terceirização e de novas formas contratuais, reforçando que a CLT não é a única opção permitida pelo texto constitucional. “O órgão também já definiu que cabe à Justiça comum julgar contratos civis e comerciais de prestação de serviços, afastando, nesses casos, a natureza trabalhista e a competência da Justiça do Trabalho [ADC 48 e Tema 550 da repercussão geral]”, acrescentou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Enquanto depositários da confiança da classe empresarial e representantes legítimos de sua atividade, almejamos a preservação daquilo que esta Corte já reconheceu:&amp;nbsp;a contratação de mão de obra terceirizada é constitucional, legítima e&amp;nbsp;necessária ao Brasil”, afirmou. “Assim, se protegerá não apenas a ordem jurídica, mas também a segurança econômica e a liberdade de milhões de trabalhadores e empreendedores brasileiros.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Respeito à lógica processual&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dr. Ivo ainda salientou que o ônus da prova da fraude cabe a quem alega. “A CLT é clara: cabe ao trabalhador comprovar, com fatos concretos, a existência de subordinação, habitualidade e pessoalidade que caracterizam o vínculo empregatício. Portanto, presumir [de início que o contrato de prestação de serviço se trata de uma fraude] seria inverter a lógica processual e gerar insegurança jurídica em todas as relações contratuais”, enfatizou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O presidente em exercício da Federação ressaltou também que o anseio do setor produtivo não é reduzir a proteção aos trabalhadores, mas que o Supremo reforce os próprios precedentes, assegurando a&amp;nbsp;competência da Justiça comum&amp;nbsp;para discutir contratos civis, (salvo prova robusta de fraude), a&amp;nbsp;licitude da contratação por&amp;nbsp;PJs (quando não configurados os elementos da relação de emprego) e a&amp;nbsp;manutenção do ônus da prova com quem alega a fraude.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Diversidade dos arranjos com PJs&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na visão de Pastore, é fundamental preservar a natureza civil dos contratos entre PJs e empresas, baseados na liberdade contratual. Profissionais altamente qualificados — médicos, professores, advogados, artistas, especialistas em Tecnologia da Informação etc. — e também trabalhadores de plataformas digitais optam livremente por esse modelo, em busca de autonomia, flexibilidade e melhores ganhos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje, a contratação de PJs apresenta formatos cada vez mais flexíveis, com profissionais atuando de diferentes maneiras na entrega de produtos, serviços ou ambos. “Não há um padrão único. Às vezes, a PJ trabalha apenas para uma empresa; em outros casos, atende a diversas contratantes simultaneamente. As atividades podem ser realizadas de forma individual ou em colaboração com os funcionários da companhia, dependendo da demanda”, observou Pastore.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além da flexibilidade das funções, os tipos de contrato também se multiplicam. Algumas demandas são pontuais e outras, recorrentes, ao passo que a execução pode coincidir com os horários da contratante ou ocorrer em períodos diferenciados. Há contratos com duração determinada ou indeterminada, e carga horária parcial ou integral, ajustando-se à realidade de cada parte envolvida. Essa diversidade também se manifesta no local e no formato de trabalho — alguns profissionais atuam nas instalações da contratante; outros, em seus próprios espaços ou remotamente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Assim é o trabalho moderno. A variedade de formatos de contratação é imensa. O que se busca com isso é a melhoria da produtividade e da competitividade da contratante, bem como uma oportunidade de trabalho para o profissional. Isso ajuda a empresa a crescer economicamente e gerar mais trabalho. As PJs sempre recebem orientações técnicas da contratante, sem subordinação jurídica, são pagas pelos seus serviços e respondem pelos seus erros, pois têm autonomia”, complementou Pastore.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Previdência e competência da Justiça comum&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao abordar &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/se-nao-houver-outra-reforma-da-previdencia-deficit-do-sistema-chegara-a-r-810-bilhoes-ate-2040-calcula-fecomerciosp"&gt;o aspecto do sistema previdenciário&lt;/a&gt;, Pastore frisou que o Brasil possivelmente precisará ajustar a alíquota paga pelo profissional ou rever a forma de arrecadação. “Na Alemanha, por exemplo, a PJ só pode realizar o trabalho se comprovar estar filiada e em dia com uma previdência pública ou privada. Trata-se de um modelo tripartite de contribuição, dividido entre contratante, contratado e governo.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim, advertiu que as eventuais disputas em torno dos contratos precisam ser dirimidas pela Justiça Civil. “De uma maneira bem específica, haverá fraude quando a PJ trabalhar sem autonomia para tomar as suas decisões e obedecendo as regras do vínculo empregatício. Eu acho que esse é o grande desafio que o STF tem pela frente: distinguir o trabalho autônomo da PJ — como legítimo, legal, contribuinte da Previdência Social — da fraude, que é aquela que o faz parecer um empregado com vínculo", concluiu.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 07 Oct 2025 08:35:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[A Reforma Tributária não pode abrir espaço para uma nova ‘tese do século’]]</title><link>https://portal.homolog.fecomercio.com.br/noticia/a-reforma-tributaria-nao-pode-abrir-espaco-para-uma-nova-tese-do-seculo</link><description>&lt;![CDATA[Inclusão do IBS e da CBS nas bases do ICMS e do ISS viola os princípios constitucionais da não cumulatividade, da neutralidade, da transparência e da simplicidade tributária]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;em&gt;Por M&amp;aacute;rcio Ol&amp;iacute;vio Fernandes da Costa e Halley Henares*&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Reforma Tribut&amp;aacute;ria, aprovada pela Emenda Constitucional (EC) 132/2023, inaugurou um novo modelo de tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre o consumo no Brasil. O Imposto sobre Bens e Servi&amp;ccedil;os (IBS) e a Contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre Bens e Servi&amp;ccedil;os (CBS) foram criados para substituir tributos antigos e, sobretudo, para p&amp;ocirc;r fim &amp;agrave; l&amp;oacute;gica da tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em cascata. S&amp;atilde;o tributos cobrados &amp;ldquo;por fora&amp;rdquo;, ou seja, destacados no documento fiscal, com o intuito de garantir clareza ao contribuinte quanto &amp;agrave; carga tribut&amp;aacute;ria incidente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar disso, interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es recentes do Fisco levantaram a hip&amp;oacute;tese de incluir o IBS e a CBS na base de c&amp;aacute;lculo do ICMS e do ISS durante o per&amp;iacute;odo de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o (2026&amp;ndash;2033). Essa tese, se prevalecer, poder&amp;aacute; significar um retrocesso ao modelo que a reforma buscou superar, com s&amp;eacute;rios impactos para o empresariado brasileiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A inclus&amp;atilde;o do IBS e da CBS nas bases do ICMS e do ISS aumentaria substancialmente o valor dos bens e dos servi&amp;ccedil;os. Al&amp;eacute;m da carga tribut&amp;aacute;ria maior, isso se traduz em eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos custos de &lt;strong&gt;compliance&lt;/strong&gt; e, inevitavelmente, aumento de lit&amp;iacute;gios. Empresas j&amp;aacute; sobrecarregadas com adapta&amp;ccedil;&amp;otilde;es tecnol&amp;oacute;gicas e regulat&amp;oacute;rias passariam a enfrentar disputas judiciais em massa, como ocorreu na chamada &amp;ldquo;tese do s&amp;eacute;culo&amp;rdquo; &amp;mdash; a exclus&amp;atilde;o do ICMS da base de PIS/Cofins, decidida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que gerou passivo tribut&amp;aacute;rio de grande volume ao Er&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Do ponto de vista constitucional, o art. 156-A, &amp;sect; 1&amp;ordm;, inciso IX, veda expressamente que o IBS componha a pr&amp;oacute;pria base de c&amp;aacute;lculo, bem como a do Imposto Seletivo (IS), da CBS, de PIS/Cofins e de PIS/Cofins-Importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. De forma an&amp;aacute;loga, o art. 195, &amp;sect; 17, aplica a mesma regra &amp;agrave; CBS. Ainda que n&amp;atilde;o haja men&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta &amp;agrave; veda&amp;ccedil;&amp;atilde;o de inclus&amp;atilde;o desses tributos nas bases do ICMS e do ISS, tal sil&amp;ecirc;ncio n&amp;atilde;o pode ser interpretado como autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o deve ser sistem&amp;aacute;tica e alinhada com os princ&amp;iacute;pios estruturantes da Reforma Tribut&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Permitir essa interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o seria um contrassenso. O novo sistema nasceu para ser simples, neutro, transparente e n&amp;atilde;o cumulativo. Se o IBS e a CBS entrarem na base de c&amp;aacute;lculo do ICMS e do ISS, haver&amp;aacute; viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos esses princ&amp;iacute;pios. O efeito cascata voltaria a encarecer produtos e servi&amp;ccedil;os, escondendo do consumidor o peso real dos tributos e fragilizando a competitividade das empresas brasileiras. Apesar da modula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de efeitos, o STF foi categ&amp;oacute;rico no Tema 69: o ICMS n&amp;atilde;o pode compor a base de PIS/Cofins, porque n&amp;atilde;o &amp;eacute; receita do contribuinte. A l&amp;oacute;gica se aplica ao caso atual. Um tributo n&amp;atilde;o pode ser base de c&amp;aacute;lculo de outro. Insistir no contr&amp;aacute;rio &amp;eacute; reacender uma disputa que a reforma tentou encerrar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, por meio do seu &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-assuntos-tributarios" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho de Assuntos Tribut&amp;aacute;rios&lt;/a&gt;, e a &lt;a href="https://abatadv.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira Advocacia Tribut&amp;aacute;ria (Abat)&lt;/a&gt; consideram absurda a interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Fisco, e caso esse entendimento seja confirmado, poder&amp;atilde;o avaliar a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de medidas em defesa do contribuinte, com o vi&amp;eacute;s de questionar a inconstitucionalidade de normas tribut&amp;aacute;rias que desvirtuem os princ&amp;iacute;pios norteadores do Reforma Tribut&amp;aacute;ria perante o Judici&amp;aacute;rio, com o objetivo de garantir seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica e coer&amp;ecirc;ncia ao sistema.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O papel do Congresso&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Congresso Nacional tem um papel fundamental para evitar distor&amp;ccedil;&amp;otilde;es interpretativas sobre a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o e suprir lacunas legais. Nesse sentido, surge o Projeto de Lei Complementar (PLP) 16/2025, como instrumento para garantir a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos princ&amp;iacute;pios supramencionados, pois altera a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o para deixar claro que o IBS e a CBS n&amp;atilde;o podem compor a base de c&amp;aacute;lculo de ICMS, ISS e IPI. Trata-se de uma medida preventiva, que evita distor&amp;ccedil;&amp;otilde;es, reduz o contencioso tribut&amp;aacute;rio e preserva a neutralidade da reforma.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda assim, no bojo do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021, que promove a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Comit&amp;ecirc; Gestor do Imposto sobre Bens e Servi&amp;ccedil;os (CG-IBS) &amp;mdash; al&amp;eacute;m do processo administrativo tribut&amp;aacute;rio deste imposto &amp;mdash;, foram apresentadas as Emendas 58, 71 e 485, de autoria dos senadores Jaime Bagattoli (PL/RO), Laercio Oliveira (PP/SE) e Eduardo Gir&amp;atilde;o (Novo/CE), respectivamente, que esclarecem que os novos tributos n&amp;atilde;o devem compor a base de c&amp;aacute;lculo daqueles que ser&amp;atilde;o extintos, refor&amp;ccedil;ando a necessidade de um sistema tribut&amp;aacute;rio mais racional e transparente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Reforma Tribut&amp;aacute;ria nasceu para simplificar, reduzir lit&amp;iacute;gios e tornar o sistema mais justo e cristalino. Permitir a inclus&amp;atilde;o do IBS e da CBS na base de c&amp;aacute;lculo de ICMS e ISS seria caminhar na dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o oposta, recriando problemas que j&amp;aacute; custaram bilh&amp;otilde;es ao Pa&amp;iacute;s &amp;mdash; um retrocesso que recriaria velhos problemas e inauguraria uma nova &amp;ldquo;tese do s&amp;eacute;culo&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;Eacute; hora de garantir que o esp&amp;iacute;rito da reforma &amp;mdash; simplicidade, neutralidade e redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de lit&amp;iacute;gios &amp;mdash; n&amp;atilde;o seja desvirtuado, pois o empresariado precisa de clareza, estabilidade e coer&amp;ecirc;ncia no novo sistema. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[EXIBIR_GALERIA_DA_NOTICIA]&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;* M&amp;aacute;rcio Ol&amp;iacute;vio Fernandes da Costa &amp;eacute; vice-presidente da FecomercioSP e presidente do Conselho de Assuntos Tribut&amp;aacute;rios da FecomercioSP e do Conselho Estadual de Defesa do Contribuinte (Codecon/SP).&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;* Halley Henares &amp;eacute; advogado, presidente da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Advocacia Tribut&amp;aacute;ria (Abat) e membro do Conselho Superior da FecomercioSP.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;em id="isPasted"&gt;Artigo originalmente publicado no&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="https://www.contabeis.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;em&gt;&lt;em id="isPasted"&gt;portal Cont&amp;aacute;beis&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;em id="isPasted"&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;em 03 de outubro de 2025.&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 06 Oct 2025 12:07:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Reforma Tributária]]</category></item></channel></rss>
